Capítulo 6 - Os Aspectos - Amostragem



Seu Livro de Vida

Quase tudo o que você quer saber
 sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward



Capítulo  6


Os Aspectos

Janine Milward


Editora Estrela do Belém




SEU LIVRO DE VIDA

AMOSTRAGEM DO CAPÍTULO 6

Os Aspectos

Trazendo a descrição completa dos Temas a serem abordados
E alguns trechos dos vários textos apresentados

Temas a serem abordados no Capítulo 6 original


Dois Dedos de Prosa, caro Amigo das Estrelas!

Apresentação da Obra
Seu Livro de Vida
Sobre Seu Livro de Vida
e sobre O Risco do Bordado,
o mapa astral natal,
e sobre os demais mapas coadjuvantes
Sobre o Encadeamento dos Temas
ao longo dos 22 Capítulos/Volumes de Seu Livro de Vida
Síntese dos 22 Capítulos


PRIMEIRA PARTE

Algumas considerações sobre os Aspectos

Conselhos básicos para a leitura e interpretação do Risco do Bordado
 através dos Aspectos

Abolindo os pré-conceitos e os pré-julgamentos

Os Graus dentro da Mandala Astrológica simbolizando os Aspectos

Inter-relação entre Signos, Elementos, Qualidades e Aspectos

Conjunção
Uma linguagem reconhecida, uma (quase) mesma linguagem
A conjugação dos valores entre Arquétipos diferenciados
Arquétipos próximos ao Sol
Oposição
A Gangorra, a Balança com dois Pratos
A busca do caminho-do-meio
Quincúncio
Quem? Como? Onde? Quando? Por Que?
Yod, O Dedo de Deus
Sextil
A Consciência das Benesses que a Alma nos traz para serem vivenciadas
Semi-Sextil
A continuidade das energias arquetípicas em seu Eterno Retorno
Parada de um caminho a meio caminho entre a Conjunção e o Sextil
Trígono
Méritos trazidos pela Alma de vidas passadas para nos abençoarem nessa Vida de aqui-e-agora
Dharma
O Grande Trígono
O Triângulo da Terra e o Triângulo do Céu formando a Estrela de Seis Pontas
Quadrado
Questões relativas a Karmas e Samskaras trazidos pela Alma de vidas passadas para serem exauridos nessa vida de aqui-e-agora
Karmas e Samskaras - O Livre Arbítrio
O Grande Quadrado
As Quatro Estações da Vida - Os Quatro Momentos da Evolução do Homem - As Quatro Vivências da Mente
Semi-Quadratura e Sesqui-Quadratura
Decisões/ações desafiadoras a encontrarem suas conclusões
nas Quadraturas


SEGUNDA PARTE

Exemplo Prático
Caminhante/Amigo/Astrólogo/Terapêuta




Os Aspectos

Algumas Palavras sobre o Capítulo 6:


O Capítulo 6 - ora sendo estudado -, encerra o Primeiro Tomo, Fundamentando Seu Livro de Vida, ao nos trazer o Tema dos Aspectos, sempre tão importantes dentro de nosso aprendizado e de nosso trabalho na Astrologia.

Dentro daquilo que eu denomino de Baile dos Arquétipos constante em nosso Risco do Bordado, em nosso mapa astral natal, serão sempre os Aspectos que estarão nos apresentando os fatores de maiores simpatias ou de maiores antipáticas, digamos assim, entre os participantes desse Baile!

Sendo assim, serão sempre os Aspectos que nos trarão uma maior percepção acerca das benesses - ou não - que o Risco do Bordado desenhado pela Alma do Caminhante lhes brindam em sua vida.

E certamente, sempre serão as questões relacionadas ao Dharma (a essência essencial do Caminhante) e aos Karmas e Samskaras (ações e reações em potencial sendo vivenciadas e resgatadas na atual encarnação) que ditarão a forma através a qual o Caminhante poderá exercer seu Livre-Arbítrio no sentido de atuar os Aspectos harmoniosos e não-harmoniosos que aparecem em Baile de Arquétipos... de tal forma que essas energias também estarão alquimizando, atraindo seu Outro para si.

O Amigo das Estrelas verá, no entanto, ao longo dessa nossa Aula, que eu sempre aconselho meus alunos e meus leitores a não necessariamente fixarem suas atenções nos Aspectos - antes mesmo de deixar que o Baile dos Arquétipos constante no Risco do Bordado se exponha, como um todo! 

Eu sempre penso que os Aspectos não precisam ser chamados por nós... eles mesmos tratam de nos chamar a atenção de forma extremamente intensa, à medida que vamos exercitando nossa leitura e interpretação de um Risco do Bordado que se encontra à nossa frente.

Porém, penso que é extremamente importante que o Amigo das Estrelas aprenda e apreenda muito sobre as questões voltadas para os Aspectos, sem dúvida alguma.  Assim fazendo, certamente estará se municiando seu pré-consciente de informações essenciais dentro da leitura do mapa astral, informações estas que virão à tona de sua consciência sempre que necessário, sempre que algum Aspecto interessante se manifeste e mereça atenção e detalhamento.

Bons estudos!


ALGUNS TRECHOS EXTRAÍDOS DO CAPÍTULO 6


Algumas considerações sobre os Aspectos

Os Aspectos são questões absolutamente fundamentais dentro de nossa leitura e interpretação do Risco do Bordado, do Mapa Astral.

Dentro do Baile dos Arquétipos, os Aspectos serão os responsáveis para determinar se a “química” - ou a “alquimia” - exalada e assimilada mutuamente entre os bailantes é algo que poderíamos considerar mais positivo ou algo que poderíamos considerar menos positivo, digamos assim.

Então, Aspectos como o Trígono ou como o Sextil, por exemplo, de uma forma geral, são sempre boas alquimias, alquimias positivas, digamos assim, entre os bailantes entre si, entre os arquétipos entre si.

Por outro lado, sabemos que Aspectos como o Quadrado ou como a Oposição ou como o Quincúncio, por exemplo, de uma forma geral, são sempre alquimias um tanto esquisitas, nem sempre podendo considerar nem positivas nem negativas, digamos assim, entre os bailantes entre si, entre os arquétipos entre si.

Porém, eu sou um tanto avessa a denominações como “positivo” ou “negativo”.  E por que penso assim?  Porque, em primeiro lugar, não existe nada exatamente positivo ou nada exatamente negativo.  Tudo isso poderia ser considerado um rótulo julgamentoso.  E, segundo Lao Tse, o Mestre do Tao, devemos nos abster de julgarmos as circunstâncias....  Possivelmente porque sempre será impossível sabermos todos os lados de uma mesma questão, sabermos o porquê uma circunstância é assim e não é de assado...

E também sempre temos que ter em mente as questões voltadas para Karmas e Samskaras - ou seja, ações e reações em potencial.

Sendo assim, sempre um mapa astral natal, um Risco do Bordado, estará apresentando o Bailado de Arquétipos que estará contando tudo aquilo que a alma já vem trazendo de Karmas e Samskaras - ações e reações em potencial - de vidas passadas para serem vivenciadas e resgatadas nessa vida de aqui-e-agora e também tudo estará, da mesma maneira, sendo projetado para futuras vidas!

Dentro dessa visão, fica mais fácil a gente não rotular os Aspectos de positivos ou negativos e sim, simplesmente e naturalmente, de Aspectos.

Mas a verdade é que alguns Aspectos nos incomodam bem mais do que outros - normalmente os Quadrados e os Quincúncios. 

E é verdade também que alguns Aspectos nem são sentidos por nós - exatamente porque são tão benéficos, tão benéficos, que pensaríamos que seriam questões ça va sans dire - que são assim mesmo e pronto, e tudo está certo, apenas isso - normalmente os Trígonos e Sextis.

Outros aspectos, como a Conjunção ou a Oposição, por exemplo, às vezes nos incomodam e às vezes não - isso em função dos Planetas que estão envolvidos nesses aspectos.


Alguns Conselhos Básicos
para a leitura e interpretação do Risco do Bordado
através dos Aspectos

Primeiramente, devemos abolir qualquer sentido prévio de julgamento acerca dos Aspectos mais simpáticos ou menos simpáticos.  Temos que compreender que sempre nosso Risco do Bordado é confeccionado por nossa Alma junto ao Tao da Criação - quando ela está pronta para vir encarnar dentro do Planeta Terra. 

Sendo assim, temos que aprender, ao longo de nossa vida, a bem fusionarmos nosso Ego - que comanda nossa vida de encarnação - à nossa Alma - que traz consigo o Espírito Eterno, para a encarnação, porém que retorna a esse mesmo Espírito, após o desenlace da matéria, após o desencarne, na morte.

Então, todo aquele blá-blá-blá que as pessoas costumam fazer em suas longas listas de que possuem o Sol quadrando Netuno e por isso são isso e mais aquilo outro....; e que possuem um Trígono entre Saturno e Mercúrio e por isso são isso e mais aquilo outro....; e que, ah, meu Deus, possuem um Quincúncio entre Marte e Urano e por isso são isso e mais aquilo outro....; e que, céus, possuem uma Conjunção não sei o quê com não sei o que mais..... e por isso são assim e mais assado....

Tudo isso me causa um cansaço atroz!  Vejo em tudo isso um racionalismo que não chega a lugar algum.  Em tudo isso me parece que as pessoas se comunicam através de convenções de Aspectos benéficos e maléficos e que todas as mesmas pessoas possuem as mesmas conclusões acerca de todos esses Aspectos!

Não, não e não.  Não é nada disso; a meu ver, esse tipo de situação - que é tão comum de se ver - não nos leva a lugar algum.


Abolindo os pré-conceitos e os pré-julgamentos
sobre os Aspectos

Em segundo lugar e em seguimento ao meu pensamento acima descrito, eu realmente penso que devemos sempre ter em mente as simples regras em como encontrar os Aspectos dentro dos Bailantes, os Arquétipos, entre si, no Baile dos Arquétipos que é nosso Risco do Bordado, nosso Mapa Astral natal - ou qualquer outro mapa, essa é que é verdade.

Em tendo essas simples regras em mente, simplesmente devemos deixar de lado essa preocupação teórica e retórica e racional acerca da decodificação dos Aspectos.

Então, o que se deve fazer?  Eu diria que a melhor coisa a ser feita é deixarmos que o Baile dos Arquétipos se apresente diante de nossos olhos, simplesmente.  Eu diria que a melhor coisa a ser feita é colocarmos no visor do computador, através do programa de astrologia, a feitura do mapa astral sem apresentar, sem apresentar, sem apresentar, aquele monte de riscos cruzando  o gráfico astrológico, a Mandala Astrológica, riscos esses vermelhos, azuis, pretos, verdes, sei lá, são tantas as cores para representar o pré-julgamento, o pré-conceito sobre os Aspectos!

Dessa forma, minha visão mais ampliada sobre o Risco do Bordado - sem os traços marcadores dos Aspectos - ficará mais livre, leve e solta, realmente.  E então, o milagre acontece, ou seja, minha intuição trabalha no sentido dela mesma fazer funcionar esses Aspectos primeiramente dentro de mim e para num segundo momento, tudo vir a ser exteriorizado!  Somente então, eu posso olhar o Aspecto em si e deduzir imediatamente: olha só, então aquilo que estava me incomodando em minha leitura e interpretação é esse quadrado!  Veja só!

Concluindo:  é bem melhor que sintamos os Aspectos primeiramente de forma interiorizada, atiçando nossa intuição, para num segundo momento, exteriorizarmos esses mesmos Aspectos e somente então, funcionarmos mais racionalmente a respeito deles e suas atuações dentro de nossa leitura e nossa interpretação de nosso Risco do Bordado, ou do mapa astral que temos diante de nós.

O Quincúncio

Quem? Como? Onde? Quando? Por Que?

Para o Quincúncio, teremos 150 graus, mais ou menos

Usando o exemplo mais acima, sobre a rua apinhada de gente andando pelas calçadas, em seus encontros e seus desencontros..., vimos que a Conjunção identifica as pessoas ou situações que caminham juntas, numa mesma direção.  Vimos que a Oposição identifica pessoas ou situações que caminham em direção contrária, uma em direção à outra ou uma afastando-se da outra. Vimos também que tudo isso pode vir a ser mais cordial ou menos cordial, dependendo dos signos envolvidos: no caso da Conjunção, o mesmo signo e Casa, ou não; no caso da Oposição, signos e Casas  opostos e complementares, ou não.

No Quincúncio, porém, estaremos adentrando uma nova forma de abordagem entre os Aspectos.  Isso porque não estaremos lidando como arquétipos que vão exibir mesmos signos ou Casas ou até signos e Casas opostos e complementares.  Não.  No Quincúncio, tudo acontece dentro de uma não-cordialidade, por assim dizer.  Estaremos vendo os arquétipos manifestando Aspectos entre si dentro de signos e Casas com elementos, qualidades e gêneros não tão simpáticos.

Por exemplo: um Sol em Câncer e uma Lua em Sagitário.  Por signo, teremos aí um Quincúncio.  Câncer é um signo de Água e Cardinal e Yin; Sagitário é um signo de Fogo, Mutável e Yang.  Portanto, são energias bastante diferenciadas entre si, não é mesmo?  Existe uma premente necessidade de que essas energias busquem alguma identificação entre si, alguma afinidade entre si - e isso não é coisa fácil de se encontrar.

Digamos que esse Sol se encontra em Casa Sete.  Digamos que essa Lua se encontra em Casa Doze.  Novamente aí teremos o Quincúncio, os arquétipos morando em Casas não muito simpáticas uma à outra.  A Casa Sete é correlata e natural ao signo de Libra, que é um signo de Ar, Yang e Cardinal.  E também dentro da Casa Sete é que encontramos nosso Lugar de Estar com nosso Outro, é um lugar que aponta para nossa sociabilidade, para nosso casamento, para nossa coletividade.  A Casa Doze é correlata e natural ao signo de Peixes, que é um signo de Água, Yin e Mutável.  E também dentro da Casa Doze encontramos um lugar de solidão nossa, sem dúvida alguma: a solidão de antes do nascimento, a solidão de durante a vida, a solidão do final da vida, a solidão do depois da vida.

É claro que essa pessoa com o Sol em Câncer na Casa Sete nos parece ser uma pessoa muitíssimo afetuosa - marca de Vênus, regente natural de Libra, o dono do pedaço -, casadoira e alimentadora e associativa, grande mãezona do seu Outro, não é mesmo?

Ao mesmo tempo, essa Lua - regente do Sol canceriano - morando em Sagitário na Casa Doze, poderá não entender porque não se casou, porque teve que orientar sua afetividade, sua ânsia de mãezona alimentadora, em direção a questões de vida mais transcendente - ou mesmo de cultura ampla (misturando a transcendência natural da Casa Doze com o signo de cultura que é Sagitário).

Mas tudo isso não quer dizer que essa pessoa não tenha alcançado seu casamento.  Pode ter se casado sim, porém, em dado momento, teve que se dedicar não somente a uma pessoa em si, mas a tantas outras, em trabalho de doação, por alguma razão.

Também podemos pensar que uma pessoa com um Sol na Casa Sete, o lugar do Outro, pode muito, certamente, doar seu mapa para seu Outro, não é mesmo?  e sendo essa Lua a regente desse Sol canceriano atuando dentro da Casa Doze - segundo nosso exemplo acima -, possivelmente essa doação do mapa para o Outro poderia ainda se intensificar mais.  Trocando em miúdos, a pessoa poderia ter a tendência a se casar com uma pessoa que viesse a trabalhar da forma como a pessoa inicial gostaria - mas que deixa isso acontecer para seu Outro.  É que a nossa Casa Doze também funciona como a Casa Seis, a do Trabalho, do nosso Outro, não é verdade?  Se isso acontece dentro de uma relação de casamento, nosso exemplo atual, e dentro de um Quincúncio, certamente em não sendo esse um Aspecto muito simpático, também a vida do casal pode vir a não ser um mar-de-rosas, assim eu penso.

Enfim, são muitas as possibilidades envolvidas nesses exemplos acima, sempre os arquétipos possuem um enorme cabedal, um leque infinito de agir suas infinitas possibilidades.

No entanto, o que eu gostaria de exemplificar é que existe uma dificuldade de sintonia no Aspecto do Quincúncio.  Na Conjunção, essa sintonia - mesmo com arquétipos não tão simpáticos entre si, acaba sendo mais fácil.  A mesma coisa, dentro da Oposição, mesmo que os arquétipos estejam atuando cada qual em sua direção, opostamente, porém complementarmente, na maioria das situações.

Agora, no Quincúncio, a sintonia é precária, certamente.  A Alma tem que fazer um esforço muito grande para buscar essa sintonia, para atuar essa sintonia, para vivenciar essa sintonia.
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Voltando ao exemplo dos transeuntes passeando na calçada, eu diria que dentro do Aspecto do Quincúncio, não se tem bem a certeza de que se viu a outra pessoa vindo em nossa direção ou que a outra pessoa nos viu vindo em sua direção - ou em caso de afastamento.  Essa certeza não fica tão clara quanto ficou quando no caso da Oposição.

Dentro da Oposição, por ela atuar oposta e complementarmente, existe uma visão mais clara de ambas as tendências.  Dentro do Quincúncio, não.  Dentro do exemplo das pessoas andando pela calçada, no Quincúncio, parece que alguém sai furtivamente de uma viela e nos traz um certo susto...  Isso não acontece dentro da Oposição - porque a visão fica bem mais clara.

Também ainda falando sobre o jogo do pingue-pongue, dentro da Oposição é preciso que realmente haja uma Oposição de competidores entre si, cada qual defendendo seu campo, um diante do outro.  No Quincúncio, ficaria um tanto esquisito: eu jogo no lugar correto da mesa do pingue-pongue, me posiciono em frente ao meu Outro, porém meu Outro fica sempre meio que de lado, ora na direita do seu campo, ora na esquerda... não assume seu posto no campo oposto diante de mim.  O mesmo de mim para meu Outro.

Certa vez, não sei bem onde, eu li sobre o mapa do John Lennon e o astrólogo que escrevia a matéria estava explicando que a morte do músico, da forma como aconteceu, sendo golpeado de repente, na rua, por um sujeito surgindo não sei de onde, tinha sido em função de um Quincúncio tal e tal que o Beatle tinha em seu mapa natal.  Obviamente, com isso eu não estou querendo dizer que morreremos assim ou assado por causa dos nossos Quincúncios, não é isso!  Mas quero dizer sim que é preciso que tenhamos uma boa noção sobre esse Aspecto, sim, e quais são os arquétipos envolvidos, em signos e posições de Casas astrológicas em nosso mapa natal e em nossa vida.


Sobre o Yod,
ou O Dedo de Deus

Ainda dentro do Tema sobre o Quincúncio - e aliando ao Tema sobre o Sextil, que será estudado mais adiante -, encontraremos o Yod, ou Dedo de Deus, que é uma figura formada por três Arquétipos, sendo que dois estarão formando um Quincúncio com um terceiro e os dois primeiros estarão formando um Sextil entre si.

O Yod convida o Caminhante a solucionar uma questão importante envolvendo três (ou mais ) arquétipos, sendo que um grupo estará formando um Sextil entre si com um outro grupo - Aspecto bem harmonioso - e esses dois grupos estarão, no entanto, formando um Aspecto bem pouco harmonioso - o Quincúncio - com um terceiro grupo (que é o movimento de apontar para algum lugar, para alguma questão - e por isso mesmo, formando o Dedo de Deus).  Essa questão a ser apontada é um momento ímpar a ser solucionado pelo Caminhante em relação à sua vida e em relação ao seu Risco do Bordado dentro de seu Baile de Arquétipos.

Eu muitas vezes  penso que o Dedo de Deus parece-se com uma ferramenta que precisa ser bem segura por uma das mãos e realizar sua função através de uma ponta eficaz .  Enfim, o Dedo de Deus tem que cumprir uma função, tem que realizar algo, com o Sextil ajudando a ponta recebedora dos dois Quincúncios, nessa realização intensa.  É como se fosse uma chave, que precisa ser bem segura de forma a fazer girar o tambor e abrir a porta.  O Dedo de Deus tem sempre uma imensa serventia e é preciso que o Caminhante tome consciência dessa serventia.

Bem, caro Amigo das Estrelas, para melhor compreendermos acerca esta questão, é preciso que passemos um olhar através nossos comentários sobre o Sextil.  Porém, eu apresento alguns exemplos do Yod, ou Dedo de Deus, ao final de minha exposição sobre o Tema Quincúncio.


Alguns Exemplos de Quincúncio
e de Yod, o Dedo de Deus

Um Exemplo de Quincúncio entre Sol e Lua:

Neste mapa, estaremos encontrando o Sol conjugado aos Vagões do Trem da Vida, ao Nódulo Sul, à Cauda do Dragão, em Libra e em Casa Quatro, fazendo ambos o Aspecto de Quincúncio com a Lua, no signo de Peixes e em Casa Nove - apontando, portanto, para o Quincúncio existente entre Signos de Libra e de Peixes e Casas Astrológicas naturais e correlatas aos signos de Câncer e de Sagitário.

A Lua pisciana rege parte da Casa Um e dá entrada à Casa Dois e Peixes é regido por Netuno que mora em Escorpião e em Casa Seis.  O Sol libriano rege parte da Casa Dois e dá entrada à Casa Três. 

Existe, portanto, uma continuidade de intenções de Eu Sou, Eu Tenho e Eu Penso/Comunico/movimento que entrelaçam os arquétipos de regências da Lua e do Sol - porém existe também um certo hiato, digamos assim, de bom enlace entre essa Lua e esse Sol (em função do Aspecto do Quincúncio, é claro). 

Este hiato pode também ser observado através duas outras questões, ou seja, o Sol encontra-se em signo relacionado ao Encontro com seu Outro, ao Nós Somos, Libra; enquanto a Lua encontra-se em signo relacionado ao grande espelho, Peixes.  Ambos esses signos não são tão fáceis de serem vivenciados pelos Caminhantes que os possuem (ou apenas um deles acolhendo um arquétipo) pois falam não apenas do ser em si como certamente falam - e muito - do seu Outro!  Portanto, uma das mais importantes missões desses Caminhantes, a meu ver, é o de buscar uma conscientização maior acerca de seus Eu Sou antes de aglutinarem esse Eu Sou junto ao seu Outro, formando assim o Nós Somos. 

Existe uma tendência à doação do seu próprio mapa ao seu Outro, digamos assim, a ficar à sombra da identificação de si mesmo, ou ao reconhecimento de si mesmo, pelo seu Outro.  A extrema necessidade harmonização junto ao seu Outro, de Libra, e a extrema forma de espelhar seu Outro, de Peixes, podem trazer uma não-identificação pessoal ao Caminhante junto ao seu Outro, ou mesmo, uma não visão prática e objetiva do seu Outro em relação ao Caminhante.


Exemplos de Yod, o Dedo de Deus:

Ainda neste mapa, poderemos dizer que existe um Dedo de Deus incluído dentro desta inter-relação entre Sol libriano e Lua pisciana, em Casas Quatro e Nove, acima comentada.  Este Yod será formado pela presença de Ísis, o transplutoniano que assim denomino (ainda não descoberto) e que se traduz enquanto a guardiã dos segredos dos conhecimentos - questão que estudamos com maior profundidade no Capítulo 4, sobre os Luminares, Planetas e Planetóides.

Ísis, o Transplutoniano, encontra-se em Leão e em Casa Dois, já apontando para sua entrada na iluminada Casa Três que tem seu começo no signo do Leão, portanto, o lugar de maior luz concentrada sendo acionada pelo Sol libriano morador da Casa Quatro e fazendo Sextil, Aspecto harmonioso, com esta Ísis leonina.

Tudo isso faz com que a Lua seja a ponta deste Yod - e portanto o lugar onde a energia dos Quincúncios podem entrar e sair de forma mais harmoniosa, eu diria - buscando a revelação dos conhecimentos do Caminhante sendo instaurados de forma iluminada e procurando sempre o caminho do meio dentro da compreensão entre o Caminhante e seu Outro e essas questões todas podendo acontecer como se fosse um verdadeiro tapete voador (Lua pisciana de Casa Nove).

A verdade é que este Caminhante tem sua formação acadêmica dentro da Psicologia - bela escolha, sem dúvida alguma, a julgar por seu Risco do Bordado.  E ao mesmo tempo, é uma pessoa que estuda muitíssimo, sempre avançando em seus conhecimentos, sempre descobrindo - dis-cobrindo, não mais cobrindo, portanto, revelando - novos conhecimentos para trazê-los aos seus clientes e alunos e filhos, através uma iluminada e correta forma de auto-expressão e de comunicação, de acordo com sua Casa Três começando em Leão e seguindo dentro do signo de Virgem e trazendo arquétipos expressivos dentro deste signo - como o caro Amigo das Estrelas poderá conferir mais abaixo, no Dedo de Deus sendo comentado a seguir, dentro ainda do mesmo Mapa que viemos comentando mais acima.
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Encontraremos dois Quincúncios apontando em direção a Saturno ariano, morador de Casa Dez porém já bem apontando para a Casa Onze e fazendo parte de um possível Stelium sendo visto a partir de Quíron em comecinho de Áries, sendo seguido pela Locomotiva do Trem da Vida, o Nódulo Norte, a Cabeça do Dragão e da Terra.  Todo este conjunto ariano faz Oposição a Urano e Vagões do Trem da Vida Nódulo Sul ou Cauda do Dragão) e Sol librianos de Casa Quatro.

Os dois Quincúncios são: o primeiro, atuado por Marte e Júpiter e Plutão virginianos e moradores de Casa Três - sendo que Marte aponta para Quincúncio com a Locomotiva do Trem da Vida e com a Terra - e Júpiter e Plutão apontam para o Quincúncio, quase exatos em seus graus, com Saturno ariano.  O outro Quincúncio é atuado por Mercúrio e Pallas fazendo Quincúncio com Quíron; depois, Vênus, fazendo Quincúncio com a Locomotiva do Trem da Vida e com a Terra - todos em Escorpião e em Casa Cinco; finalmente, com Ceres e Netuno escorpiônicos e moradores de Casa Seis, fazendo Quincúncio com Saturno ariano.

Veremos, então, que Vênus escorpiônica faz Sextil com Marte virginiano; e veremos que Ceres e Netuno escorpiônicos fazem Sextil com Júpiter e Plutão virginianos.
.........................

Vimos, mais acima, que este Caminhante - por ter seu Sol no signo de Libra e sua Lua no signo de Peixes -, acaba tendo a tendência de emprestar seu mapa para seu Outro (mesmo que tenha que vivenciá-lo intensamente por si mesmo, é claro, fundamentalmente pelo fato de que sua Locomotiva, seu Nódulo Norte, sua Cabeça do Dragão, aconteça dentro do signo de Áries, o signo do Eu Sou, da singularidade absoluta).  Vimos que, em Libra, existe sempre o tom de Nós Somos, da harmonização do Eu Sou com o Você É, perfazendo o Nós Somos de forma harmoniosa; e vimos que, em Peixes, existe sempre o tom do desnudamento da própria identidade pessoal, trazendo o tom do espelhamento do seu Outro.

A partir dessas premissas, o Yod acima comentado - entre Júpiter e Plutão virginianos de Casa Três e Ceres e Netuno escorpiônicos de Casa Seis e Saturno ariano de Casa Dez (e mais ainda o outro Yod, entre Marte virginiano de Casa Três e Vênus escorpiônica de Casa Cinco e Locomotiva e Terra arianas de Casa Dez; e o Quincúncio entre Mercúrio e Pallas escorpiônicos de Casa Cinco e Quíron ariano de Casa Dez - .... todas essas questões podem trazer duas formas de vivência para o Caminhante:  uma forma sendo atuada através sua vivência pessoal e conscientizada e singularizada de seu Risco do Bordado como um todo; e a outra forma, através sua doação de seu mapa para seu Outro.

Quando o Caminhante vivencia seu mapa, em suas doze Casas Astrológicas, por si mesmo, é certo que possui muita iluminação e correção e criatividade e empreendimento e trabalho e procriação intensa e que tudo isso, de alguma maneira, traz obstáculos para sua atuação profissional e pública e social a partir de seu Eu Sou e de sua singularidade dentro de seus novos começos - porque sua tendência mais natural é a de estar sempre unida ao seu Outro, em função do Sol libriano agregado aos Vagões do Trem da Vida, em Libra - e tudo isso em tom bem familiar e caseiro e de filiação e de maternidade/paternidade.

Quando o Caminhante doa seu mapa para seu Outro, existe a implicação da grande responsabilidade desse seu Outro em relação à boa fundamentação de suas raízes singulares e de sua singular forma de atuar suas criações e seus empreendimentos e sua filiação e sua paternidade/maternidade... e como tudo isso tem que contribuir para sua forma de comercializar e de se expressar mais amplamente e de atuar socialmente e sempre estar também inter-relacionado ao seu Outro, dentro do trabalho do seu Outro, de suas criações e empreendimentos e maternidade/paternidade e de suas raízes familiares e caseiras e de suas formas de expressão intensamente iluminada e correta.


Mais um Yod, o Dedo de Deus, sendo apresentado através outro Risco do Bordado:


Neste mapa, estaremos encontrando dois Quincúncios:  um deles, entre Saturno leonino e Júpiter capricorniano - bem certeiros, em termos de graus exatos!.  E o outro, entre este mesmo Júpiter capricorniano e Urano geminiano - já não tão certeiros porque existem cerca de três graus para serem exatos.  E veremos, então, que Saturno leonino e Urano geminiano estão fazendo um Sextil entre si (Aspecto que estaremos estudando a seguir).

Esta figura faz a imagem de um Yod, o chamado Dedo de Deus.  É o arquétipo de Júpiter que arremata, digamos assim, os dois outros arquétipos envolvidos, Urano e Saturno.  Júpiter é considerado, assim, a ponta do Dedo de Deus, o lugar para onde se aponta este Yod.

Em termos de leitura de Risco do Bordado, temos que levar em consideração os Signos onde estes Arquétipos estão morando e as Casas Astrológicas que os acolhem bem como as Casas Astrológicas regidas pelos mesmos e os Regentes dos signos onde se encontram.


Sendo assim, podemos dizer que Júpiter capricorniano é o bom regente da Casa Três que começa em Sagitário (e ainda parte da Casa Dois) e que este signo de Capricórnio é regido por Saturno (que aliás, faz exato Quincúncio com este Júpiter e que é o bom regente de parte da Casa Três e que traz o Fundo do Céu e o começo da Casa Quatro) que mora em Casa Onze e se encontra no signo do Leão, que por sua vez é regido pelo Sol ariano que faz Conjunção muito próxima com Mercúrio, Vulcano, Marte e Vênus - todos em Casa Seis - e com o Descendente e até, de forma mais distanciada, com a Locomotiva do Trem da Vida, o Nódulo Norte, a Cabeça do Dragão, em Casa Sete.  Este mesmo Mercúrio ariano que está envolvido em Conjunção com o Sol ariano e os demais Arquétipos circunvizinhos, é o bom regente do signo de Gêmeos onde Urano se encontra, em Casa Nove, e este arquétipo uraniano é o bom regente de parte da Casa Quatro e dá entrada à Casa Cinco.

Como já conversamos mais acima, este Caminhante é uma pessoa extremamente voltada para a aliança entre si mesmo e seu Outro - entre seu Eu Sou sempre aliado ao seu Nós Somos, de forma direta e de forma conversa) -, e por esta mesma razão, poderemos entender que existe uma estrutura capricorniana (geralmente voltada para algo estruturado socialmente) que é fundamentalmente importante na vida deste Caminhante e possivelmente envolvendo questões voltadas para a cultura e para a passagem dos conhecimentos...., como poderemos também entender que as Casas Quatro, Nove e Onze podem ser vivenciadas enquanto Casas Dez e Três e Cinco do seu Outro, portanto falando deste Caminhante como bom estruturador da Família do seu Outro (que também pode vir a ser sua própria família), do ir e vir e da comunicação e da comercialização do seu Outro e dos filhos e dos empreendimentos e criações do seu Outro.

De qualquer forma, como o arquétipo jupiteriano é o tema central deste Yod, deste Dedo de Deus, as questões estruturadoras familiares ou sociais sempre estarão apontando para suas devidas concretizações, para seus cumprimentos de missões de vida - em função do signo de Capricórnio estar presente.


Em seguimento, encontre os Títulos/Temas constantes em seus 22 Capítulos/Volumes
de Seu Livro de Vida :


SEU LIVRO DE VIDA
Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Obra em 22 Capítulos apresentados em 22 Volumes


Primeiro Tomo
Fundamentando Seu Livro de Vida
Capítulos de 1 a 6

Capítulo 1
O RISCO DO BORDADO
Apresentação da Obra Seu Livro de Vida, em 22 Capítulos
Alguns Conceitos Fundamentais acerca a Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Sobre o Trabalho dentro da Consultoria Astrológica e sobre as Ferramentas de Trabalho
Exemplo Prático de Escrita de SEU LIVRO DE VIDA, em sua íntegra


Capítulo 2
O CÉU ESTRELADO
Astronomia e Astrologia
suas Semelhanças e suas Diferenças
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Arquétipo, Linguagem, Inconscientes Pessoal e Coletivo,
Conscientes Pessoal e Coletivo, Imagens, Mitos e Símbolos
ESCLARECENDO ALGUMAS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS:
Uma conversa entre Caminhantes Estudiosos de Astronomia e de Astrologia e Janine,
em Zigurate moderno, o Sítio das Estrelas
Textos  vários sobre Cosmologia, Astronomia e Mecânica Celeste

Capítulo 3
A MANDALA ASTROLÓGICA
A representação da Terra - através o momento do evento em suas Latitude e Longitude - acolhendo todo o Risco do Bordado: Casas Astrológicas, Signos, Luminares, Planetas, Planetóides e Pontos
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Inconscientes Coletivo e Pessoal e Consciente: Arquétipo, Linguagem, Mitos e Símbolos
Os Primórdios da Compreensão sobre o Risco do Bordado acolhendo seu Baile dos Arquétipos

Capítulo 4
CASAS ASTROLÓGICAS, SIGNOS, LUMINARES, PLANETAS, PLANETÓIDES
No Grande Teatro da Vida, Cenários, Textos, Atores e Atrizes

Capítulo 5
ELEMENTOS, QUALIDADES E GÊNEROS
Fogo, Terra, Ar e Água - Começo, Meio e Fim - Yang e Yin

Capítulo 6
OS ASPECTOS
O Grande Baile dos Arquétipos em suas interações mais harmoniosas ou menos harmoniosas


Segundo Tomo
Desenvolvendo Seu Livro de Vida
Capítulos de 7 a 17

Capítulo 7
OS TRÂNSITOS
Redesenhamentos sendo acrescentados ao desenho primordial
de nosso Risco do Bordado e seu Baile de Arquétipos, em nossa vida

Capítulo 8
REVOLUÇÕES SOLARES E LUNARES
Redesenhamentos sendo acrescentados à nossa Vida
Em Ciclos Anuais e Mensais

Capítulo 9
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte I
 As Fases da Lua e as Meditações de Lua Nova e de Lua Cheia
OS OITO TIPOS DE PERSONALIDADE
Luas da Alma, Ninhadas da Alma, Intenções da Alma
A PARTE DA FORTUNA, O PONTO DE ILUMINAÇÃO E A PARTE DO ESPÍRITO
 Os Eclipses Solares e Lunares

Capítulo 10
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte II
O TREM DA VIDA
O DRAGÃO DOS CÉUS, CABEÇA E CAUDA - OS NÓDULOS LUNARES
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 11
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte III
O TREM DA VIDA
DRAGÃO DOS CÉUS -  NÓDULOS LUNARES
E SEUS CICLOS
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 12
URANO E SEUS CICLOS
O Despertador da Consciência mais Ampliada que redesenha nossa vida a partir de cortes guilhotinais e inesperados.  A Revelação do Desejo de Encarnação, da Alma.

Capítulo 13
SATURNO E SEUS CICLOS
O Senhor do Tempo, do Umbral e do Karma

Capítulo 14
QUÍRON E SEUS CICLOS
O Curador Ferido e Mestre dos mestres

Capítulo 15
JÚPITER E SEUS CICLOS
O Dharma, o Deus dos Deuses e dos Homens, Benfeitor e Justiceiro

Capítulo 16
NETUNO E PLUTÃO E SEUS CICLOS
A Transcendência
 e a Metamorfose e Regeneração

Capítulo 17
A PROGRESSÃO
A eterna mutação acontecendo no Risco do Bordado,
trazendo os redesenhamentos em nosso Grande Teatro da Vida


Terceiro Tomo
Concluindo Seu Livro de Vida
Capítulos de 18 a 21

Capítulo 18
SINASTRIA E MAPA COMPOSTO
Compreensão mais Aprofundada acerca os Inter-Relacionamentos entre os Seres

Capítulo 19
ESTRELAS E CONSTELAÇÕES (FIXAS)  PROTETORAS
A Interação entre Astronomia e Astrologia
 através a Efetiva Vivência dos Mitos e Símbolos apreendidos através as luzes do céu noturno,
ao longo dos 360 graus da Mandala Astrológica

Capítulo 20
SÍMBOLOS SABIANOS
360 graus da Mandala Astrológica traduzidos em Verdades Universais

Capítulo 21
ARQUEOLOGIA DA ALMA
O Processo de Auto-Cura e de Aprofundamento do Auto-Conhecimento
 através a Expansão da Mente


Epílogo
Capítulo 22
A ESTRELA DE BELÉM
Minha contribuição pessoal para este Tema tão polêmico
Viajantes das Estrelas - fusão entre espiritualidade, astronomia e astrologia
Descrição Detalhada dos 22 Capítulos/Temas/Volumes constantes em Seu Livro de Vida



Quem Escreve SEU LIVRO DE VIDA:


Janine Milward nasceu em Nova Friburgo, RJ, num vale rodeado por belas e altas montanhas, no inverno do hemisfério sul, em 1950.

Já no Rio de Janeiro, enveredou através a Psicologia (infelizmente não concluída) e fundamentalmente, através a Psicanálise como trampolim para melhor entender a psiquê dos homens... quando conheceu mais de perto a Astrologia, estudando autodidatamente e tornando-se então, conselheira astrológica e professora dessa ciência.

Nesse meio tempo, também enveredou pela espiritualidade do Tao primordial, através a espiritualidade e os ensinamentos de Lao Tsé, o Mestre, transcrevendo as aulas gravadas por Wu Jyh Cherng.

Mais tarde, já em Petrópolis e depois, em Sapucaia, passou a intensificar seus estudos de astronomia, mecânica celeste e cosmologia bem como do Tao Primordial, escrevendo sobre o I Ching, o Livro das Mutações, e o Tao Te Ching, o Livro do Caminho e da Virtude.

Em 1998, Janine construiu suas raízes no Sitio das Estrelas. Nesse lugar, encontrou-se com o Tantra primordial através a espiritualidade e os ensinamentos de Srii Srii Anandamurti, O Mestre.

O Sítio das Estrelas é um Ashram, com Janine como Guardiã, e onde mora e trabalha e abre a porteira para receber os Caminhantes que desejam usufruir dos Retiros Espirituais e Encontros sobre os Temas acima mencionados e dos Trabalhos e Vivências em Espiritualidade e Prática na Meditação e em Imersão no Auto-Conhecimento.

Namaskar! Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!


Saiba mais sobre os Trabalhos de Janine Milward 
acessando sua Página Principal:

http://paginadajanine.blogspot.com.br/





Com um abraço estrelado,
Janine Milward
Seu Livro de Vida
Quase tudo o que você quer saber
 sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento,
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward


Namaskar!
Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!