Capítulo 4 - Luminares e Planetas, Signos e Casas Astrológicas




Seu Livro de Vida

Quase tudo o que você quer saber
 sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward

Capítulo  4


No Grande Teatro da Vida:
 Atores e Atrizes, Textos e Cenários


Luminares: Sol e Lua
Planetas, Planetóides e Pontos
Signos
Casas Astrológicas

Janine Milward


Editora Estrela do Belém




SEU LIVRO DE VIDA

AMOSTRAGEM DO CAPÍTULO 4

Luminares e Planetas, Signos e Casas Astrológicas
Trazendo a descrição completa dos Temas a serem abordados
E alguns trechos dos vários textos apresentados


Temas a serem abordados no Capítulo 4 ORIGINAL


Dois Dedos de Prosa, caro Amigo das Estrelas!

Apresentação da Obra
Seu Livro de Vida
Sobre Seu Livro de Vida
e sobre O Risco do Bordado,
o mapa astral natal,
e sobre os demais mapas coadjuvantes
Sobre a Abordagem dos Temas e seus Encadeamentos
ao longo dos 22 Capítulos/Volumes de Seu Livro de Vida
Síntese dos 22 Capítulos


O Grande Teatro da Vida


PRIMEIRA PARTE

Zodíaco - o Anel de Estrelas, Luminares e Planetas

Algumas Palavras sobre Simultaneidade e Sincronicidade:
Arquétipo, Linguagem, Imagem, Símbolos e Mitos


SEGUNDA PARTE

Os Planetas, na Astronomia


TERCEIRA PARTE

Os Planetas,  na Mitologia

Cosmogonia
A Criação através o Pensamento Greco/Romano

Do Caos ao Cosmos

Descendência: 
Filha de Urano - Vênus, sem a participação de Mãe-Gaia, a Terra
Filhos/Filhas de Saturno
Júpiter - Netuno - Plutão - Quíron
Juno - Ceres - Vesta
Filhos/Filhas de Júpiter
Pallas Athenas (sem mãe) -
Vulcano (filho de Juno, mulher de Júpiter, com dúvidas sobre a participação do marido neste nascimento)
Mercúrio - Marte

Algumas Considerações sobre Júpiter, Saturno, Netuno e Plutão


QUARTA PARTE

O Grande Teatro da Vida
Atores e Atrizes - Luminares e Planetas e Planetóides
Textos - Signos
Cenários - As Casas Astrológicas

Sol, Lua, Terra/Homem e Mandala Astrológica

O Risco do Bordado
O Grande Teatro da Vida
Sobre os Quatro Atos de Vida
Nossa Grande Peça Teatral sendo inscrita em nosso Risco do Bordado
Atores e Atrizes - Luminares e Planetas e Planetóides
Na Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento


QUINTA PARTE

No Grande Teatro da Vida...
Os Atores e as Atrizes - Luminares e Planetas
que encenam o Texto - Os Doze Signos -
dentro do Palco da Vida em seus Doze Cenários - As Doze Casas Astrológicas

Nossa Família Cósmica
O Sistema Solar onde vivemos:

Os Luminares
-          Sol e Lua - Sublimes Yang e Yin
Os Planetas Pessoais
-          Vulcano, Netuno, Vênus e Netuno
Os Planetas Pessoais e seus Signos Regentes
Algumas Observações sobre os Planetas Pessoais
As Inter-Relações entre os Planetas Pessoais
Com os Planetas Sociais
E os Planetas Trans-Pessoais
Os Planetas Sociais
-          Júpiter e Saturno
A Ponte
-          Netuno
Os Planetas Transpessoais ou Universais
-          Urano, Netuno e Plutão e Transplutoniano
E ainda dois dedos de Prosa sobre Transplutoniano
Minha visão pessoal sobre o Transplutoniano
que ainda não foi descoberto
e que mora dentro do inconsciente pessoal e coletivo
Algumas Palavras sobre Ísis - dentro do arquétipo eregido pela mitologia egípcia


SEXTA PARTE

No Grande Teatro da Vida...
Os Textos
a serem pronunciados pelos Atores e Atrizes - Luminares e Planetas e Planetóides -, dentro dos Doze Cenários de Vida, as Doze Casas Astrológicas
Os Doze Signos do Zodíaco
Aonde a Cobra Morde a Cauda


SÉTIMA PARTE

No Grande Teatro da Vida...
Os Doze Cenários 
a serem vivenciados pelos Atores e Atrizes - Luminares e Planetas e Planetóides - que realizam o grande baile dos Arquétipos pronunciando seus Textos próprios - Os Doze Signos do Zodíaco.
As Doze Casas Astrológicas


OITAVA PARTE

Casas Derivadas




Luminares, Planetas, Signos e Casas

Algumas Palavras sobre o Capítulo 4:

O Grande Teatro da Vida

Eu denomino de O Grande Teatro da Vida tudo aquilo que conhecemos - ou que ainda não conhecemos - e que constitui a Criação sob o Tao, tudo aquilo que existe entre o Céu e a Terra e que nós, seres possuidores de mente em expansão, podemos perceber e questionar: quem somos, de onde viemos e para onde vamos?

Podemos apenas ter certeza objetiva absoluta de tudo, a partir do ponto de vista de nossa vida de aqui-e-agora, não é verdade?  E é certo que a História e suas ramificações científicas vêm nos contando sobre a vida de ontem e estará contando sobre a vida de hoje para os seres de amanhã, sem dúvida alguma.

No entanto, podemos também ter a certeza subjetiva absoluta de tudo, a partir do ponto de vista da eternidade de vivências sucessivas, e em suas durações, da Alma trazendo em seu bôjo a eternidade ainda mais constante do Espírito ligado ao Tao da Criação.

Tudo isso forma o Grande Teatro da Vida, eu diria, com nossa certeza sobre nossas essências Yin e Yang imajadas por nossa Alma e por nosso Espírito, em suas inter-relações de eterna mutação e de eternidade e infinitude, e com nossa certeza sobre nossa vida de aqui-e-agora, nossa encarnação atual.

Portanto, eu diria que o Palco de nosso Grande Teatro da Vida estará simbolizando nossa encarnação atual.  E por ser tão objetivada e materializada, nossa encarnação atual poderá ser compreendida através os Doze Cenários de Vida que estarão compondo esse imenso Palco de nosso Grande Teatro da Vida: são as Casas Astrológicas inseridas na Mandala Astrológica que retrata tudo aquilo que a Terra pode conter sobre o Céu que a cobre.

Estando bem inseridos dentro do imenso Palco do Grande Teatro da Vida, os Doze Cenários vão estar acolhendo e sendo imajados através os Textos que ali acontecerão: são os Doze Signos do Zodíaco, simbolizando as doze fases primordiais de nossa vida.

Acontecendo então, os Doze Cenários de Vida acolhendo os Doze Textos de Vida, entram em cena os Atores e Atrizes - Principais e Coadjuvantes: Sol e Lua, Planetas e Planetóides, Asteróides, Pontos.

Este Capítulo se propõe a trazer o aprofundamento das questões que foram estudadas, na primeira parte do Capítulo anterior, sobre a Mandala Astrológica, e que foram apenas insinuadas, na segunda parte daquele Capitulo. 

Eu diria, porém, que este Capítulo 4 - sobre o Grande Teatro da Vida acolhendo seus Cenários, seus Textos e seus Atores e Atrizes em seu Palco -, é um Capítulo que não tem fim.... por mais que eu escreva sobre estes Temas jamais poderei encontrar um fim, uma conclusão satisfatória para os mesmos... porque, simplesmente, tudo, tudo, está escrito nas estrelas... e porque a possibilidade de alcançarmos a essência dos zilhões de Arquétipos que fazem consistir o Grande Teatro da Vida é algo absolutamente infinito, eterno, realmente: a essência dos Arquétipos mora junto ao Portal entre os Mundos da Manifestação e da Não-Manifestação, lugar que podemos alcançar somente quando nos fusionamos ao Tao da Criação, após termos sido bem-sucedidos em nossos Caminhos da Iluminação e da Liberação, ou Imortalidade.

O Capítulo 4 traz consigo os Temas mais simples a serem por nós estudados.  Ao mesmo tempo, existe uma complexidade imensa, realmente astronômica e realmente astrológica, digamos assim, dentro destes Temas porque os mesmos traduzem a essência de nosso Grande Teatro de Vida!



ALGUNS TRECHOS EXTRAÍDOS DO CAPÍTULO 4

O Zodíaco
O Anel de Estrelas, Luminares e Planetas

A Astronomia e a Astrologia são ciências que nasceram juntas.... Ou seja, na mesma proporção que o homem da antigüidade perscrutava os céus, admirando sua beleza e o pisca-pisca das estrelas e a luz da lâmpada acesa dos planetas, ele também interiormente "sentia" que tudo aquilo lhe "dizia" algo, que o céu era como um quadro negro aonde o Criador transmitia à sua Criação tudo aquilo que representava essa mesma criação - através das "letrinhas" iluminadas. Esse era seu sentimento noturno, ou inconsciente.

Durante o dia, o homem tinha seu sentimento diurno, ou consciente. Porém, a luz generosa do Sol, o levava a trabalhar e vivenciar sua vida de maneira mais prática, mais profícua, mais voltada para a manutenção de sua espécie.

Assim, o céu noturno se relaciona com o nosso inconsciente, nossos mitos, nossas histórias, nossa sabedoria em fazer a vida acontecer e se desenvolver subjetivamente... e o céu diurno se relaciona com o nosso consciente, nossa sabedoria em fazer a vida acontecer e se desenvolver objetivamente.
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A princípio, o homem se relacionava literalmente apenas com o Sol, com sua vida diurna, com a possibilidade objetiva e prática de garantir sua sobrevivência e a sobrevivência de sua espécie. Tanto isso era fundamental, que alguns deles eram designados para passarem a noite inteira rezando, implorando aos céus para que o Sol voltasse novamente a surgir no horizonte, renovando a vida.

Em olhando para os céus, com o passar dos tempos, o homem começou a se relacionar mais intimamente com a Lua, assim tão parecida com o Sol, não é mesmo (ambos possuem um aparente similar diâmetro). Sendo o Sol aquele que reina durante o dia, no consciente, e sendo a Lua aquela que reina durante a noite, o inconsciente... Sol e Lua tomaram os lugares do grande pai e da grande mãe celestes. Dessa forma, nascia o arquétipo extraído do inconsciente subjetivo e objetivado através do consciente e simbolizado concretamente, criando a partir de então, os mitos e as histórias diversas da criação do universo.

Também com o tempo, o homem que olhava os céus, foi percebendo que este sempre andava sobre sua cabeça... andava, andava.... um grupo de luzes começava a noite atrás daquela montanha ali e, antes do amanhecer, já havia cruzado todo o céu e caia atrás daquela montanha acolá.... E mais interessante ainda, depois de um certo e longo tempo de sol nascer e morrer, de lua sumir, crescer, minguar e sumir novamente, todo esse céu aparentemente se renovava, tudo começava novamente, tudo acontecia de novo, igualmente....

Assim, o homem começou a perceber que coisas aconteciam na Terra de forma sincrônica com o andamento das luzes do céu noturno. Por exemplo, o tempo da sêca terminava e as chuvas caíam generosamente quando aquela determinada estrela tão brilhante e chamativa aparecia lá do lado aonde o Sol nasce.... A partir de então, o consciente e o inconsciente do homem estavam prontos para fazerem surgir, primeiramente, a sincronicidade (na terra como no céu) e posteriormente, a nomeação das estrelas mas proeminentes e fundamentalmente, a nomeação das formas mais aparentes que as estrelas desenhavam sua apresentação nos céus. E junto a tudo isso, nasceram todos os demais arquétipos objetivados através de suas histórias, mitos e símbolos.

Houve um momento em que se percebeu que nem todas as luzes do céu permaneciam assim tão atadas aos seus desenhos originais.... não. Haviam luzes que andavam! Luzes errantes foram então compreendidas como os outros Planetas que juntamente com o Sol e a Lua, giravam em torno de nós (durante milênios assim se pensou).... porém sempre andando, para frente, para trás... e sempre andando através de determinados grupos de estrelas - assim nasceu o Zodíaco.

O Zodíaco é a Roda de Animais ou melhor, o nome dado ao conjunto de constelações que como um anel, "envolvem" nosso Planeta mais ou menos na altura do nosso Equador, um pouco ao sul, um pouco ao norte. Mais tarde, esse passeio de estrelas e Planetas, mais o Sol e a Lua, recebeu em seu ponto mais ao norte, o nome de Trópico de Câncer e em seu ponto mais ao sul, o nome de Trópico de Capricórnio.... Não é verdade que sempre no nosso verão, do hemisfério sul, o Sol caminha até mais ao sul? E nas estações intermediárias, outono e primavera, passa pelo ponto do equador? E que no nosso inverso vai lá longe, para o norte?

Também a Lua pode ser bem percebida em seu caminho através as constelações do Zodíaco, percorrendo seu rumo entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio.
..................

O homem antigo, então, surpreendeu-se com o fato de que as Luzes Errantes, ou Planetas, exibiam, cada uma diferente em tempo da outra, seu caminho através dos agrupamentos estelares....

Surgiram os deuses da Terra nomeando as Luzes do Céu!

O Zodíaco, ou Roda dos Animais, foi assim nomeado porque a grande parte dos agrupamentos estelares - as constelações - pertencentes a esse anel, a esse passeio de Luminares e de Planetas - foi recebendo nomes de animais: Escorpião, Capricórnio (Cabra), Peixes, Áries (Carneiro), Touro, Câncer (Caranguejo), Leão... Outros nomes aconteceram como a Balança (Libra), o Aquário, os Gêmeos, Virgem e Sagitário...

Com o tempo, o homem foi compreendendo mais e mais o céu através de sua possível compreensão objetiva - fazendo nascer a ciência da Astronomia e através de sua possível compreensão subjetiva - fazendo nascer a ciência da Astrologia.

Realmente muito e muito tempo se passou até que o homem tivesse reunido uma grande gama de conhecimentos tanto a nível objetivo quanto a nível subjetivo, sobre o céu, suas luzes e seus histórias.

Antigamente, o homem olhava o céu apenas, o estudava e o sentia. Nasceram a Astronomia e a Astrologia como irmãs gêmeas, felizes, criativas, emocionantes.

As constelações do Zodíaco eram chamadas de signos, que são símbolos. Símbolos das letras que o Criador - assim se pensava - escrevia as verdades do Céu e da Terra.



No Grande Teatro da Vida...
Os Atores e as Atrizes - Luminares e Planetas
que encenam o Texto - Os Doze Signos -
dentro do Palco da Vida em seus Doze Cenários - As Doze Casas Astrológicas


Nossa Família Cósmica
O Sistema Solar onde vivemos:
Os Luminares - Sol e Lua - Sublimes Yang e Yin
Os Planetas Pessoais - Vulcano, Mercúrio, Vênus e Marte
Os Planetas Sociais - Júpiter e Saturno
A Ponte - Quíron
Os Planetas Transpessoais ou Universais - Urano, Netuno e Plutão e Transplutoniano

Estamos nós encarnados aqui no Planeta Terra e pertencemos a um grau de desenvolvimento da natureza que se chama Homem e que é esse Homem o detentor da mente em sentido mais consciente e personalizado, digamos assim, em termos de seu uso e de sua expansão a limites realmente infinitos e iluminados! 

A partir do ponto de vista pessoal de cada um de nós, vivenciamos nossa vida fundamental sob a estruturação arquetípica do Sol e da Lua que imajam o Sublime Yang e o Sublime Yin da Mandala do Tai Chi, do Mundo da Manifestação, mundo esse criado a partir do Desejo de Criação advindo da Consciência Suprema, do Mundo da Não-Manifestação, fazendo movimentar o Ciclo de Brahma, o Ciclo da Criação, através a Mente Cósmica.

Em termos do nosso Sistema Solar, da Criação sob o Tao que denominamos de nosso Quintal Próprio, Nosso Lar, sabemos que tudo isso é um conjunto de organismos vivos, cada qual desempenhando seu próprio papel, o Sol produz sua imensa fonte de energia e com tal magnitude que acaba atraindo uma série de outros organismos que não possuem tanta fonte de energia em si mesmos e por isso, circulam transladando esse mesmo Sol. 

Tudo aquilo que (ainda) podemos compreender enquanto vida acontece aqui, em nossa Mãe-Gaia, em nosso tão querido planeta Terra, não é verdade?  E porque estamos aqui atados, enlaçados, enraizados, e porque aqui pertencemos... podemos dizer que Terra e Homem são sinônimos, não é verdade?  E somente podemos isso dizer porque é o Homem aquele que se atreve a dizer que é co-criador da Criação:  Deus existe, certamente, mas existe realmente porque o homem assim o diz.

Em relação ao nosso Planeta Terra, em termos arquetípicos, vemos que nossos irmãos dentro dessa Família do nosso Sistema Solar - centralizado no Pai-Sol -, são os demais Planetas: Vulcano ?, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Quíron, Urano, Netuno e Plutão e alguns outros planetóides e asteróides.

E ainda dentro do ponto de vista arquetípico, a montagem da vida, assim como a conhecemos, dentro do Planeta Terra, pressupõe energias mais pessoais e também energias mais sociais e certamente, energias mais transpessoais ou universais!

Então, a fusão do Planeta Terra com os Planetas Pessoais é óbvia e absolutamente necessária mas não se coloca como completa, ou seja, a partir do momento em que o ser em evolução desenvolve sua mente, existe a capacidade de começar uma história propriamente dita, reconhecendo pai e mãe - os Luminares -, e agindo conscientemente através suas ações e desejos e mentes primordiais - os Planetas Pessoais - , e certamente suas ações e reações em potencial, ao longo de  sua evolução em outras tantas e tantas encarnações, estarão lhe trazendo, dentro de sua história evolutiva, os resgates de mais ações e de mais reações e as vivências que criam mais ações e mais reações.  E é certo se pensar que esse ser possua uma índole essencial que carrega consigo ao longo de toda essa longa jornada. Nesses casos, a fusão do Planeta Terra com os Planetas Sociais (Júpiter e Saturno) se faz extremamente importante!

Os Planetas chamados sociais já apresentam a realidade de o homem não mais se sentir tão sozinho em sua vida no Planeta.  Não, agora o homem tem a consciência de que tudo o que lhe acontece pessoalmente também acontece ao seu Outro... e aos vários Outros com quem vai deparando ao longo de suas vivências sucessivas.

Ao longo do processo de desenvolvimento da mente - é preciso que não nos esqueçamos que a única coisa que levamos de uma encarnação à outra é nossa mente -, o homem vai ampliando a mesma, desenvolvendo sua consciência acerca de si mesmo, acerca do seu Outro e acerca de sua relação pessoal e social na vida, como um todo.  O homem vai ampliando sua consciência no sentido de se conhecer mais e mais profundamente, seu Eu Interior, e de poder fusionar esse seu Eu Interior ao seu Eu Exterior: assim o homem trabalha, serve à si mesmo e ao seu Outro.

O desenvolvimento da mente através o Trabalho leva o homem a desenvolver também mais e mais sua compreensão sobre sua inter-relação entre si mesmo, pessoalmente e socialmente, e entre si mesmo e todos e o Céu e a Terra.  Sendo assim, o homem começa a trilhar seu Caminho da Iluminação, ou seja, mais e mais o homem desenvolve sua mente, amplia sua consciência, a retira da escuridão da ignorância e se coloca em seu rumo de fusionar sua mente ao Tao da Criação.

A partir dessa aspiração do homem, entra a Ponte entre os Luminares e os Planetas Pessoais e os Planetas Sociais e o que de mais iremos encontrar entre o céu e a terra que a vã mente humana sequer consegue supor... mas que supõe sim, e volta-se para poder cumprir com sua jornada por sobre essa Ponte entre os limites do conhecido e os limites do não-conhecido; entre a existência e a não-existência.  Veremos que o corpo celeste dentro do nosso Sistema Solar, de nossos irmãos-Planetas e Planetóides e Asteróides, que mais se assemelha à compreensão do homem sobre si mesmo enquanto ser finito e sua aspiração a se tornar, em sua mente, infinito e iluminado, é Quíron.

Uma Ponte pressupõe a união entre um lado e outro lado.  Quíron, o Centauro,  nos apresenta sua parte animal e humana (e podendo ser ferida e tendo que vivenciar sua vida dentro das vicissitudes e dos conhecimentos do Planeta Terra) - seu lado humano imajado através do seu lado cavalo -, e nos apresenta seu lado divino (pois que era um semideus, filho de Saturno e da ninfa Filira) - seu lado divino imajado através do seu lado homem.

Ao trazer em si mesmo a fusão entre seu lado homem e seu lado divino, Quíron é a Ponte que une os Luminares e os Planetas Pessoais e os Planetas Sociais aos chamados Planetas Transpessoais ou Universais: Urano, Netuno e Plutão.

Os Planetas Transpessoais vão nos falar, primeiramente, de questões que pressupõem a compreensão da Ponte fusionadora do mundo da manifestação com o mundo da não-manifestação, dos limites conhecidos e dos limites não-conhecidos, da existência e da não-existência.

Para que todas essas questões possam vir a ser bem absorvidas e compreendidas, Urano adentra seu fusionamento com o Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia, no sentido de atuar como o despertador da consciência mais elevada e ao mesmo tempo realizar os cortes guilhotinais com tudo aquilo que apenas se atinha aos limites do conhecido.

Para que aquilo a mais que existe entre o céu e a terra possa realmente ser absorvido e compreendido, Netuno adentra seu fusionamento com o Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia, no sentido de atuar como o inefável, o transcendente, o sutil, a subjetividade que existe para poder melhor imajar a objetividade da Criação do mundo da manifestação advinda do mundo da não-manifestação, da existência que advém da não-existência.  Porém, por ser tão inefável e sutil... para todos aqueles que não conseguem apreender sobre a energia de Urano, Netuno pode trazer confusão, enganos, escapismos, perdas.

Para a grande metamorfose e a grande regeneração do homem em sua nova forma de atuar sua mente - a partir do despertar da mesma e sua expansão de consciência até que se torne infinita e iluminada através a inefabilidade e a sutileza dos caminhos da espiritualidade -, Plutão adentra seu fusionamento com o Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia.

Após Plutão, o homem está pronto para cada vez mais estar consciente acerca do seu Trabalho e do cumprimento de suas missões de encarnação e está pronto para se colocar em seus Caminhos da Iluminação e posterior Liberação.

Então, encontraremos o Transplutoniano - que eu denomino de Ísis, aquela que retorna da morte, aquela que é a guardiã dos segredos do conhecimento que podem vir a ser assimilados somente após o cumprimento das energias dos Planetas-irmãos por nós conhecidos dentro do nosso Sistema Solar.


Luminares, Planetas, Planetóides, Asteróides e Pontos


Atores e Atrizes principais e coadjuvantes e seus textos próprios


Sol – Vida, Espírito, nossa Luz maior nesta encarnação; Pai Divino, pai, homem, marido, a autoridade, o Sublime Yang.  Nosso Sol é o arquétipo mais importante que vivenciamos nessa  vida de aqui-e-agora, nossa maneira mais essencial de ser e de nos iluminar e de nos realizar dentro do Planeta.

Vulcano – é o artesão do Olimpo, criando objetos, ferramentas e tudo aquilo que é importante para a manutenção da vida dos deuses e dos homens.  É o arquétipo do uso da mente sendo manifestada inicialmente através dos dedos polegares e conseqüentemente, da habilidade de trabalhar toda a natureza, transformando-o.  Vulcano trabalha dentro da forjaria do Olimpo.

Mercúrio – mente e uso da mesma, movimento pessoal e locomoção, comercialização, troca, inter-relações pessoais e familiares mais próximas, o pensamento, o conhecimento, a comunicação

Vênus – a manifestação do desejo, o desejo da boa estruturação da vida dentro do Planeta, amor, harmonia, arte, união, conforto, satisfação dos sentidos, o feminino encarnado, casamento, associações, benefícios

Terra – lugar onde moramos, onde encarnamos dentro da Família Cósmica de nosso Sistema Solar.  A Terra é um lugar absolutamente perfeito para a materialização.  Luz é matéria.  Sendo assim, a Terra é uma Estação de Trabalho e de Iluminação.

Lua – Alma, aquela que faz a vida realmente acontecer; memórias de última encarnação ou conjunto de encarnações importantes para esta vida de aqui-e-agora; o Sublime Yin,  Mãe Divina e mãe encarnada, mulher, maternalidade, proteção, aninhamento, alimentação, acolhimento, empatia, sentimento, sensibilidade, sensitividade, compreensão, imaginação, a família, as raízes

Marte – ação direta e incisiva e intuitiva, a busca da realização do desejo manifestado por Vênus, energia, iniciativa, enfrentar, competir, lutar, o masculino encarnado, ousar, capitanear, sempre trazer os novos começos

Juno – o casamento, a união, a associação, o poder feminino dentro dessas questões

Ceres – a alimentação física e metafísica e sazonal, a mãe poderosa

Vesta – o fogo do conhecimento e da mente sempre aceso, a vida e sua manutenção, a expansão da consciência através a vivência mais transcendental

Pallas Athenas – a liberdade e a justiça, a independência, o amor humanitário

Júpiter – proteção, justiça, merecimento, reconhecimento, talentos, expansão, generosidade, conhecimento, leis, poder; o Dharma e sua possibilidade de vivência nessa encarnação

Saturno – limites, reserva, deveres, responsabilidade, construção, segurança, raciocínio, administração, governo – o pai encarnado e provedor; Karmas e Samskaras, suas vivências, seus resgates, a responsabilidade com a encarnação e seus cumprimentos de missões

Quíron – o Mestre dos mestres, o curador ferido. Planetóide que passeia entre Saturno e Urano, entre o mundo da concretização plena e o mundo da expansão da consciência iluminada. Cura, dor, mestria, a sabedoria da maturidade, o estranho no ninho, o conhecimento holístico

Urano – liberdade e liberação, o despertar da consciência mais ampla, a mente em seu desenvolvimento mais amplo, a ação repentina e abrupta, o corte guilhotinal, abrir e fechar de cortina dos ciclos da vida, o imponderável, a esperança, o progresso, a renovação, modernidade, futurismo, originalidade, invenção, evolução, cientificismo e holismo

Netuno – absorção, amor universal, misticismo, psiquismo, sonho, transcendência, escapismo, vícios e adições, iluminação, espiritualidade, artes, espírito, compreensão da realidade que existe mais entre o céu e a terra que a vã mente pode sequer supor...; o mergulho no inconsciente,  vivência em plano mais elevado da vida

Plutão – poderes latentes, capacidades, talentos a serem renascidos, ressentimento, vingança, horror, transmutação, regeneração, poder explícito ou implícito, eminência parda, riqueza, conhecimento intrínseco quase sempre não-revelado e atuado através o poder, mergulho no inconsciente, a visão através a realidade física, compreensão mais aprofundada das questões; a vida e a morte e o grande revirão dos ciclos

Transplutoniano (que eu denomino Ísis) – Os segredos do Conhecimento para a realização da transmutação da simples vida física em vida de transcendência da alma

Os Vagões do Trem da Vida nos falam de nosso aqui e agora voltado para o passado e tudo aquilo que trazemos como bagagem a ser usada num primeiro momento em nossa encadernação.

A Locomotiva do Trem da Vida nos fala de nosso aqui e agora voltado para o futuro e tudo aquilo que fazemos de reviravolta em nossa vida, a bagagem que refazemos para vivenciar nossa encarnação de maneira mais consciente no aqui e agora e deixarmos o passado para trás, coisas que o Plutão e o Urano adoram nos ajudar nessa empreitada!

O Motorneiro é o sujeito/astro que já possui a amplitude de sua consciência podendo, então, dirigir sua locomotiva e seus vagões do jeito que sua Alam fusionada plenamente ao ego e ao corpo físico, manda fazer. É a amplitude da consciência que adquirimos no aprofundamento do nosso auto-conhecimento.

O Passageiro do Tempo é o sujeito/astro que está nos Vagões e que vai usando toda a bagagem que vai se amealhando nos Vagões.

Parte da Fortuna – social – é um ponto dentro do Risco do Bordado que nos traduz entrada e saída de energia de vida vivenciada por nós em sentido mais social, mais coletivo e exteriorizado.

Parte da Fortuna – pessoal – é um ponto dentro do Risco do Bordado que nos traduz entrada e saída de energia de vida vivenciada por nós em sentido mais pessoal e interiorizado.

A Parte da Fortuna - Dizem alguns alfarrábios que a Parte da Fortuna é o lugar onde encontramos nossa maior felicidade... assim como se fosse o tesouro que se encontra ao final do arco-íris....  e sabemos que dificilmente (ou nunca) isso poderá acontecer...  No entanto, a Parte da Fortuna nos revela nossa melhor maneira de bem vivenciarmos a fusão entre nosso Ascendente e nosso Sol e nossa Lua.  Essa vivência é realizada de maneira mais objetiva, mais materializada, mais encarnada, digamos assim, pois que se estrutura sobre o Ascendente e a Lua, a encarnação propriamente dita e a Alma encarnada, tudo isso subtraindo em si o Espírito, que é realizado por nosso Sol e que imaja nossa fusão com o Tao da Criação.

O Ponto da Iluminação -  existe um Ponto a ser observado como complementariedade à Parte da Fortuna: é o Ponto da Iluminação, oposto e complementar ao lugar em signo e em Casa Astrológica onde encontramos a Roda da Fortuna, ou Parte da Fortuna.

Esse Ponto da Iluminação atua como a polaridade existente em tudo aquilo que existe sob o Tao da Criação, e estaria atuando como um ponto de equilíbrio, digamos assim, em relação à Parte da Fortuna.  Faz sentido.  Podemos compreender que a Parte da Fortuna - sendo encontrada através a inter-relação entre Ascendente (Homem/Terra) e Lua e Sol - vem nos apresentar um ponto de energia bem objetivada, em nosso Risco do Bordado.  O Ponto da Iluminação, por outro lado, vem nos apresentar um ponto de energia bem subjetivada, em nosso Risco do Bordado.  À medida que vamos tecendo mais e mais conscientemente nossa vida através nosso Risco do Bordado e seu Baile de Arquétipos, a Parte da Fortuna vai se mostrando mais e mais objetivamente atuante e, dessa forma, também fazendo atuar de forma mais objetiva nosso Ponto da Iluminação!

A Parte do Espírito -  é um tema bem mais sutil e subjetivo do que a Parte da Fortuna - que por si mesma também é sutil e subjetiva.  Cabe ao Caminhante, portanto, trazer da subjetividade para a objetividade ambos esses temas.

A Parte do Espírito é calcada mais estruturadamente sobre o Sol, nosso Espírito; enquanto a Parte da Fortuna é calcada mais estruturadamente sobre a Lua, nossa Alma.  Talvez seja por essas mesmas razões que eu digo que a Parte do Espírito é mais sutil e subjetiva do que a Parte da Fortuna: o Espírito em si é inteiramente subjetivo e apenas encontra sua objetividade dentro de seu recolhimento na Alma, que precisa se objetivar mais intensamente para poder adensar e se introduzir no corpo físico e realizar a encarnação da vida propriamente dita, assim como a conhecemos.  O Espírito é ligado ao Tao da Criação já no Portal entre o Mundo da Manifestação e o Mundo da Não-Manifestação.  A Alma é ligada ao Tao da Criação já inteiramente adentrado no Mundo da Manifestação, mesmo que sempre inspirado e acionado pelo Mundo da Não-Manifestação.   O Ascendente, por sua vez - que é o terceiro tema das Partes do Espírito e da Fortuna -, tem por função criar a plena objetivação de tudo aquilo que é subjetivado: o Ascendente faz parte da Terra/Homem em sua plenitude de materialização e pode sempre colher a Alma trazendo consigo o Espírito porque Luz é Matéria.

O Ascendente é a persona, a máscara por assim dizer, mais coladamente colada ao ego, ao corpo – e não podemos nos esquecer que nossa Alma está fusionada a esse ego, a esse corpo. Assim, é o Ascendente através de seu Signo que faz nosso ego e nosso corpo funcionarem a partir do desejo de materialização de nossa Alma. O Ascendente apresenta nossa forma mais natural e essencial de agirmos na vida e também a forma como nosso Outro, todas as outras pessoas, nos vêem.

O Descendente é o nosso Outro, todas as outras pessoas com quem mantemos nosso vínculo social, de forma mais pessoal ou não. É o oposto complementar ao Ascendente e se encontra também no signo que está caindo no horizonte oeste no momento do nascimento ou do evento.

O Meio do Céu é o ponto onde estão apresentadas nossas metas de vida a serem concretizadas nessa nossa encarnação de aqui-e-agora; são nossas missões de vida. É o zênite, o ponto mais alto da Mandala do mapa astral; enquanto o Fundo Céu – ponto oposto e complementar ao Meio do Céu - representa as raízes, o fim e o começo da encarnação em si, nossa família, nossa casa, nossa estrutura fundamental dentro do Planeta.



Os Textos da Grande Peça Teatral da Vida:

Os Doze Signos do Zodíaco

Os Doze Símbolos Primordiais da Vida que nos revelam todos os contextos de ação
         A Trama – dentro do Grande Teatro da Vida

Aonde a Cobra Morde a Cauda

Peixes e Áries: O Tudo e O Nada e O Todo - Áries e Touro: A Semente, As Raízes e A Planta - Touro e Gêmeos: A Árvore e seus Galhos, Folhas, Flores e Frutos - Gêmeos e Câncer: O Lugar aonde a Árvore é plantada - Câncer e Leão: Família e Identidade - Leão e Virgem: Identidade e Trabalho - Virgem e Libra: Trabalho e Sociedade - Libra e Escorpião: Sociedade e Poder - Escorpião e Sagitário: Poder e Conhecimento - Sagitário e Capricórnio: Conhecimento e Estruturação - Capricórnio e Aquário: Estruturação e Modernidade - Aquário e Peixes: Modernidade e Totalidade - Peixes e Áries: O Fim e o re-Começo


Síntese dos Signos em seu seguimento natural

Peixes e Áries : O Tudo e O Nada e o Todo
O Eterno Retorno - Mutação e Não-Mutação - O Fim e O Começo - Totalidade e Unidade - Conhecimento Espiritual e Conhecimento Intuitivo - O Não-Tempo e o Começo do Tempo - O Tudo e o Nada e o reinicio do Todo - O fim e o Começo - O fruto que cai e dorme e a Semente que renasce e brota

Áries e Touro: A Semente, as Raízes e a Planta –
A Semente que nasce de novo e a Semente Queimada - O Mundo da Manifestação e sua implementação - A Intenção e a Realização na Matéria - O Fogo da Intenção Subjetiva e a Terra da Realização Objetiva - A Ação e o Desejo - A Intuição e a Prática - A Ação Intuitiva e a Manifestação do Desejo na Terra - O re-Começo e a Continuidade - Intenção e Ação - A Encarnação na Terra - As Seis Direções - A Estrela de Seis Pontas

Touro e Gêmeos: A árvore, seus galhos, suas flores, seus frutos e suas sementes –
A alimentação, o assentamento da encarnação e sua manutenção, a troca, a comercialização, a inter-ação entre os seres, a linguagem, a compreensão da vida como um todo, o desenvolvimento da mente, a consciência, a conscientização, a expansão da consciência que traz consigo a realização do inconsciente (aquele que verdadeiramente sabe), enraizamento e locomoção, o bairro, a cidade, o estado, os meios de comunicação

Gêmeos e Câncer: onde a Árvore é Plantada –
A Mente, o Desenvolvimento da Mente Racional, a Linguagem e o Conhecimento, a Comunicação, a Inter-relação entre as pessoas através das Trocas e da Linguagem, a Família, irmãos, primos, tios e parentes mais próximos, a vizinhança, a Casa, o Lar (Proteção, Aninhamento, Alimentação), Emoção e Intuição.

Câncer e Leão: As Flores e Frutos estão amadurecidos e prontos para serem colhidos –
Família e Identidade - O Nome e o Sobrenome - Filiação, Paternidade e Maternidade - Os Filhos - Os Bens Familiares - A Herança Familiar - A pro-Criação - A Criação - A Educação - A Compreensão do Eu e sua assunção - O Amor

Leão e Virgem: A Colheita dos Frutos, sua triagem e armazenagem –
Identidade e Trabalho - Eu Sou: Eu Farei... Eu Faço... Eu Fiz... Orgulho e Humildade - O desenvolvimento da mente e sua dedicação ao trabalho - Trabalho de Encarnação e Trabalho de Espiritualidade - O Cuidado com o Corpo e a Saúde - A triagem, a discriminação, a minuciosidade, cada coisa em seu lugar próprio

Virgem e Libra: O compartilhamento dos Frutos –
Trabalho e Sociedade - Disciplina e Harmonia - Direitos e Deveres - o Eu e o Outro - Eis quem Eu Sou, Eis quem Você É, Eis quem Somos Nós – a beleza, a arte, a harmonia

Libra e Escorpião: As Flores morrem bem como os Frutos e todos restam numa semente - Os Segredos contidos na Semente que resta –
Sociedade e Poder - O meu bem, o seu bem, nosso bem fusionado e compartilhado: os bens em comum, a riqueza em comum, as heranças compartilhadas - A riqueza do Outro - A partir do compartilhamento das vidas, a ampliação da consciência e do conhecimento - O Poder advindo da riqueza material e da riqueza do conhecimento - A percepção das entrelinhas - A compreensão da vida e da morte, em eterna mutação – a sexualidade e a reprodução da espécie.

Escorpião e Sagitário: Os Segredos da Semente que resta são revelados –
Poder e Conhecimento - Expansão Geográfica, da Linguagem e da Comunicação, da Troca e do Comércio - Expansão da Mente e da Consciência - A Literatura, o Pensamento - A Religião - As Leis e os Comandos - Os Povos e suas Culturas

Sagitário e Capricórnio: Conhecimento e Estruturação –
O Conhecimento e as Leis - A Estruturação - A Sociedade e o Estado - A Administração da Família e do Estado - A ordem - O Tempo e sua Estrutura - A infinitude do Tempo e a duração do Espaço

Capricórnio e Aquário: Estruturação e Modernidade – Hierarquia e Fraternidade
Tempo Khronos e Tempo Kairós - O Limite e o além-do-limite - A Ordem e a Transgressão da Ordem - As Leis regulamentadoras e o Anarquismo - O Estado e as Comunidades - Formalismo e Liberalismo – o tradicionalismo e a inovação – convencionalismo e anti-convencionalismo - o inusitado, a excentricidade e o classicismo - O Conhecimento objetivo e concreto e o Conhecimento subjetivo e simbólico - O Pensamento compartimentado e o Pensamento da síntese - O Pensamento estratificado e o Insight

Aquário e Peixes: Modernidade e Totalidade –
Conhecimento Holístico e Conhecimento Espiritual - O Tempo Kairós e o Não-Tempo – igualdade liberdade e fraternidade – o Humanitarismo - O Inconsciente - O útero do universo - O Oceano abissal - O Arquétipo, o Símbolo, os Mitos - O Caminho da Iluminação e o Caminho da Imortalidade - o Todo e o Tudo e o Nada - O antes do fim e o fim

Peixes e Áries : O fruto que cai e dorme e a Semente que renasce e brota –
O Tudo e O Nada e o Todo
O Eterno Retorno - Mutação e Não-Mutação - O Fim e O Começo - O Mundo da Não-Manifestação e o Mundo da Manifestação - Totalidade e Unidade - Conhecimento Espiritual e Conhecimento Intuitivo - O Não-Tempo e o Começo do Tempo - O Tudo e o Nada e o reinicio do Todo - O fim e o Começo - O fruto que cai e dorme e a Semente que renasce e brota


Os Doze Cenários do Grande Palco da Vida

Em seus Quatro Gomos/Estações
Apresentando nosso Eu Pessoal, nosso Eu Individual, nosso Eu Social e nosso Eu Planetário

A Primeira Estação - Pessoal - vem nos falar sobre os Cenários Primeiro, Eu Sou; Segundo, Eu Construo aquilo que Eu Tenho; Terceiro, Eu Penso.
A Segunda Estação - Individual - vem nos falar sobre os Cenários Quarto, Eu Enraízo; Quinto, Eu Crio e Procrio; Sexto, Eu Trabalho e Sirvo.
A Terceira Estação - Social -vem nos falar sobre os Cenários Sétimo, Eu Realizo meu Encontro com meu Outro; Oitavo, Nós Compartilhamos daquilo que Construímos socialmente; Nono, Nós Pensamos e Trocamos e Movimentamos.
A Quarta Estação - Planetária - vem nos falar sobre os Cenários Décimo, Nós Concretizamos; Undécimo, Nós Atuamos Socialmente e Planetariamente; Duodécimo, Nós Concluímos os Ciclos e Transcendemos.

Sobre os Doze Cenários do Grande Teatro da Vida:

As Casas Astrológicas

A Primeira Estação - Pessoal -
vem nos falar sobre os Cenários Primeiro, Eu Sou;
Segundo, Eu Construo aquilo que Eu Tenho;
Terceiro, Eu Penso, Eu Troco, Eu Movimento, Eu Expresso minha Comunicação, Eu Interajo vicinalmente e com meus familiares mais próximos.

Seu Primeiro Cenário de Vida
Ascendente e Casa Um
A Casa Um nos fala de nosso Eu Sou - nossa materialização plena na encarnação, nossa Persona apresentada ao mundo.  Nossa Casa Um é  a Casa Sete do nosso Outro.  A verdade é, Caminhante, que seu mapa estará seguindo a fórmula original e natural, digamos assim, dos Doze Cenários de Casa surgindo através seus Signos correlatos.
Seu Segundo Cenário de Vida
Casa Dois 
A Casa Dois nos fala de nosso Eu Construo aquilo que Eu Tenho - nossos dons naturais para garantirmos nossa sobrevivência pessoal no Planeta Terra.
Nossa Casa Dois é a Casa Oito do nosso Outro, o lugar onde nosso Outro constrói aquilo que tem e compartilha, ou não, conosco.
Seu Terceiro Cenário de Vida
Casa Três
A Casa Três nos fala de nossos Eu Penso, Eu Comunico, Eu Troco, Eu Movimento, Eu Exerço minha Mente, em todos os sentidos de seu uso possível e disponível para plena expansão, em nossa encarnação.  A Terceira Casa também fala de nossa inter-relação pessoal com nossa família mais próxima, irmãos, primos, tios, e com nossa vizinhança.
Nossa Casa Três é a Casa Nove do nosso Outro, o lugar plural de todas as questões acima mencionadas.


A Segunda Estação - Individual -
vem nos falar sobre os Cenários
Quarto, Eu Enraízo;
Quinto, Eu Crio e Procrio;
Sexto, Eu Trabalho e Sirvo.

Seu Quarto Cenário de Vida
Fundo do Céu e Casa Quatro
A Casa Quatro nos fala de nosso Eu Enraízo - nossas raízes essenciais e naturais no Planeta: nossa família pessoal natal e a família por nós criada a partir de nossa maturidade; nossa casa e nossos pertences pessoais em nossas raízes de vida. 
Nossa Casa Quatro é a Casa Dez do nosso Outro, o lugar onde nosso Outro busca concretizar suas metas de vida.
Seu Quinto Cenário de Vida
Casa Cinco
             A Casa Cinco nos fala  dos nossos Eu Crio e Procrio, Eu Amo, Eu Empreendo, Eu Assumo minha Identidade Pessoal, Eu realizo minhas heranças pessoais e familiares. 
Nossa Casa Cinco é a Casa Onze do nosso Outro, o lugar onde nosso Outro assume seus filhos, suas criações e seus empreendimentos.
Seu Sexto Cenário de Vida
Casa Seis
A Casa Seis nos fala de nossos Eu Trabalho, Eu Sirvo, Eu Purifico, Eu Faço a Boa Manutenção da Encarnação, como um todo, Eu Vivencio Meu Cotidiano de Vida.   Das Casas Um à Seis, vivenciamos nossos Primeiro e Segundo Atos de Vida. 
Nossa Casa Seis é a Casa Doze do nosso Outro, o lugar onde nosso Outro encontra suas conclusões de vida, sua transcendência, e os cuidados finais com sua saúde.


A Terceira Estação - Social -
vem nos falar sobre os Cenários
Sétimo, Eu Realizo meu Encontro com meu Outro;
Oitavo, Nós Compartilhamos daquilo que Construímos socialmente;
Nono, Nós Pensamos e Trocamos e Movimentamos.

Seu Sétimo Cenário de Vida
Descendente e Casa Sete
A Casa Sete nos fala de nosso Nós Somos - é nosso lugar de Encontro com nosso Outro; é o lugar onde nosso Outro diz seu Eu Sou.  A partir da Casa Sete e até a Casa Dez, vivenciamos a maturidade de nosso Segundo Ato de Vida e nos preparamos para nossos Terceiro e Quarto Atos de Vida.
Nosso Descendente e nossa Casa Sete é o lugar onde nosso Outro diz Eu Sou e vem ao nosso encontro.
Seu Oitavo Cenário de Vida
Casa Oito
A Oitava Casa fala de tudo aquilo que é o bem do Outro, a riqueza do Outro.  Esse bem e essa riqueza podem ou não ser compartilhados com você ou podem apenas servir ao Outro e à nação como um todo, ao mundo. Também a Casa Oito nos fala sobre o poder, seja advindo da riqueza do Outro ou seja advindo do conhecimento do Outro que ainda não veio à tona mas já atua como poder, o poder encoberto porém atuante.

A Oitava Casa  estará nos revelando as questões a serem vivenciadas no sentido de nos conscientizamos de que o outro também possui seus dons intrínsecos e sua maneira pessoal de ganhar seu dinheiro de sustentação de sua vida, de sua materialização. A partir do fusionamento com o outro, na casa anterior, existe também o fusionamento com os bens do outro, com os bens do social. Também a oitava casa é aonde acontece o revirão da vida, a fusão dos elementos Yin com os elementos Yang para formarem uma nova vida que deverá ter seu nascimento na quarta casa, a das raízes. Finalmente, é na oitava casa e a partir desse poder de novamente fazer a vida acontecer a partir da morte do óvulo e do espermatozóide, surge o poder. O poder do conhecimento intrínseco. Nós Temos. Aquilo que o Outro possui e que eu posso – ou não – compartilhar. As heranças. As pensões.

A Casa Oito nos fala de tudo aquilo que nosso Outro possui em seu Eu Tenho e que conosco pode vir a compartilhar, ou não: esse é o lugar da riqueza do Outro, da riqueza planetária.  Também fala de nosso revirão entre vida e não-vida.

Seu Nono Cenário de Vida
Casa Nove
A Casa Nove nos fala de nosso Nós Pensamos, Nós Comunicamos, Nós Trocamos, Nós Movimentos - é lugar de amplitude de nossa visão de vida, como um todo. 
A Casa Nove também é vista como a Casa Três do nosso Outro, o lugar onde nosso Outro possui seu pensamento, sua linguagem, sua filosofia, suas leis, sua movimentação.  Também aqui encontraremos alguns parentes, já mais distanciados.


A Quarta Estação - Planetária -
vem nos falar sobre os Cenários
Décimo, Nós Concretizamos;
Undécimo, Nós Atuamos Socialmente e Planetariamente;
Duodécimo, Nós Concluímos os Ciclos e Transcendemos.

Seu Décimo Cenário de Vida
Casa Dez e Meio do Céu
A Casa Dez nos fala de nosso Eu Concretizo ou Nós Concretizamos e Realizamos - é o lugar onde a Sociedade se instala e administra a si mesma.  Esse é o lugar em que nos colocamos a partir da segunda metade de nosso Segundo Ato de Vida. 
A Casa Dez também é vista como a Casa Quatro do nosso Outro, o lugar das raízes do nosso Outro.
Seu Undécimo Cenário de Vida
Casa Onze
 A Casa Onze nos fala de nosso Eu Atuo amplamente e Socialmente - é nosso lugar de plenitude de atuação social juntamente com nosso grupo, com nossa comunidade, com nossa fatia; é lugar onde encontramos nossos amigos; é lugar de esperanças; é lugar de nossa vida dentro dos Terceiro e Quarto Atos de Vida.  A Casa Onze também é vista como a Casa Cinco do nosso Outro, o lugar onde nosso Outro tem seus filhos - são os filhos do mundo ou adotados, para nós.  E também o lugar onde nosso Outro possui sua criação e seus empreendimentos.
Seu Duodécimo Cenário de Vida
Casa Doze
Você nunca está sozinho ou abandonado
A força que guia as estrelas, guia você também
Srii Srii Anandamurti

Paramahansa Yogananda stated that "seclusion is the price of greatness".
Someone said: "some pain is inevitable; suffering is optional".
"That which we do not face in the unconscious, we will live as fate"  Jung said.

A Casa Doze nos fala de nosso Eu Concluo, Eu Ilumino, Eu Transcendo, Eu Gesto meus Novos Começos.  A Casa Doze, em sendo o último Cenário da Mandala Astrológica, não somente nos traz as conclusões dos ciclos anteriores e a gestação dos novos ciclos, como também nos distancia da Sociedade, como um todo.  A forma como a Alma aliada ao Ego vivencia esse distanciamento, sempre vai estar calcada em seus Karmas e Samskaras vivenciados através seu Risco do Bordado.  Portanto, alguns Caminhantes finalizam suas vidas em camas de casa ou de hospital; outros vão viver vidas mais monásticas bem como viver suas vidas mais afastadas do burburinho das cidades, no campo, na selva; outros são aprisionados pelas leis da Sociedade; outros não conseguem bem vivenciar seus inconscientes que teimam em transpassar o pré-consciente e jorrarem seus temas complexos para o consciente; e outros, trabalham com tudo isso, exercem suas funções de amor compassivo e de transcendência de espírito e arte e espiritualidade e conhecimento das leis da vida.

Ao mesmo tempo, também a Casa Doze atua como a Casa Seis do nosso Outro, ou seja, é o lugar onde nosso Outro trabalha, serve, cuida de sua manutenção de encarnação e vivencia seu cotidiano de vida.

É aqui seu ponto onde a Cobra morde sua Cauda, seu Ourobouros:
aqui você termina e aqui você recomeça, sempre, em todo e qualquer ciclo de sua vida, sempre.


Em seguimento, encontre os Títulos/Temas constantes em seus 22 Capítulos/Volumes
de Seu Livro de Vida :


SEU LIVRO DE VIDA
Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Obra em 22 Capítulos apresentados em 22 Volumes


Primeiro Tomo
Fundamentando Seu Livro de Vida
Capítulos de 1 a 6

Capítulo 1
O RISCO DO BORDADO
Apresentação da Obra Seu Livro de Vida, em 22 Capítulos
Alguns Conceitos Fundamentais acerca a Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Sobre o Trabalho dentro da Consultoria Astrológica e sobre as Ferramentas de Trabalho
Exemplo Prático de Escrita de SEU LIVRO DE VIDA, em sua íntegra


Capítulo 2
O CÉU ESTRELADO
Astronomia e Astrologia
suas Semelhanças e suas Diferenças
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Arquétipo, Linguagem, Inconscientes Pessoal e Coletivo,
Conscientes Pessoal e Coletivo, Imagens, Mitos e Símbolos
ESCLARECENDO ALGUMAS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS:
Uma conversa entre Caminhantes Estudiosos de Astronomia e de Astrologia e Janine,
em Zigurate moderno, o Sítio das Estrelas
Textos  vários sobre Cosmologia, Astronomia e Mecânica Celeste

Capítulo 3
A MANDALA ASTROLÓGICA
A representação da Terra - através o momento do evento em suas Latitude e Longitude - acolhendo todo o Risco do Bordado: Casas Astrológicas, Signos, Luminares, Planetas, Planetóides e Pontos
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Inconscientes Coletivo e Pessoal e Consciente: Arquétipo, Linguagem, Mitos e Símbolos
Os Primórdios da Compreensão sobre o Risco do Bordado acolhendo seu Baile dos Arquétipos

Capítulo 4
CASAS ASTROLÓGICAS, SIGNOS, LUMINARES, PLANETAS, PLANETÓIDES
No Grande Teatro da Vida, Cenários, Textos, Atores e Atrizes

Capítulo 5
ELEMENTOS, QUALIDADES E GÊNEROS
Fogo, Terra, Ar e Água - Começo, Meio e Fim - Yang e Yin

Capítulo 6
OS ASPECTOS
O Grande Baile dos Arquétipos em suas interações mais harmoniosas ou menos harmoniosas


Segundo Tomo
Desenvolvendo Seu Livro de Vida
Capítulos de 7 a 17

Capítulo 7
OS TRÂNSITOS
Redesenhamentos sendo acrescentados ao desenho primordial
de nosso Risco do Bordado e seu Baile de Arquétipos, em nossa vida

Capítulo 8
REVOLUÇÕES SOLARES E LUNARES
Redesenhamentos sendo acrescentados à nossa Vida
Em Ciclos Anuais e Mensais

Capítulo 9
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte I
 As Fases da Lua e as Meditações de Lua Nova e de Lua Cheia
OS OITO TIPOS DE PERSONALIDADE
Luas da Alma, Ninhadas da Alma, Intenções da Alma
A PARTE DA FORTUNA, O PONTO DE ILUMINAÇÃO E A PARTE DO ESPÍRITO
 Os Eclipses Solares e Lunares

Capítulo 10
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte II
O TREM DA VIDA
O DRAGÃO DOS CÉUS, CABEÇA E CAUDA - OS NÓDULOS LUNARES
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 11
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte III
O TREM DA VIDA
DRAGÃO DOS CÉUS -  NÓDULOS LUNARES
E SEUS CICLOS
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 12
URANO E SEUS CICLOS
O Despertador da Consciência mais Ampliada que redesenha nossa vida a partir de cortes guilhotinais e inesperados.  A Revelação do Desejo de Encarnação, da Alma.

Capítulo 13
SATURNO E SEUS CICLOS
O Senhor do Tempo, do Umbral e do Karma

Capítulo 14
QUÍRON E SEUS CICLOS
O Curador Ferido e Mestre dos mestres

Capítulo 15
JÚPITER E SEUS CICLOS
O Dharma, o Deus dos Deuses e dos Homens, Benfeitor e Justiceiro

Capítulo 16
NETUNO E PLUTÃO E SEUS CICLOS
A Transcendência
 e a Metamorfose e Regeneração

Capítulo 17
A PROGRESSÃO
A eterna mutação acontecendo no Risco do Bordado,
trazendo os redesenhamentos em nosso Grande Teatro da Vida


Terceiro Tomo
Concluindo Seu Livro de Vida
Capítulos de 18 a 21

Capítulo 18
SINASTRIA E MAPA COMPOSTO
Compreensão mais Aprofundada acerca os Inter-Relacionamentos entre os Seres

Capítulo 19
ESTRELAS E CONSTELAÇÕES (FIXAS)  PROTETORAS
A Interação entre Astronomia e Astrologia
 através a Efetiva Vivência dos Mitos e Símbolos apreendidos através as luzes do céu noturno,
ao longo dos 360 graus da Mandala Astrológica

Capítulo 20
SÍMBOLOS SABIANOS
360 graus da Mandala Astrológica traduzidos em Verdades Universais

Capítulo 21
ARQUEOLOGIA DA ALMA
O Processo de Auto-Cura e de Aprofundamento do Auto-Conhecimento
 através a Expansão da Mente


Epílogo
Capítulo 22
A ESTRELA DE BELÉM
Minha contribuição pessoal para este Tema tão polêmico
Viajantes das Estrelas - fusão entre espiritualidade, astronomia e astrologia
Descrição Detalhada dos 22 Capítulos/Temas/Volumes constantes em Seu Livro de Vida



Quem Escreve SEU LIVRO DE VIDA:


Janine Milward nasceu em Nova Friburgo, RJ, num vale rodeado por belas e altas montanhas, no inverno do hemisfério sul, em 1950.

Já no Rio de Janeiro, enveredou através a Psicologia (infelizmente não concluída) e fundamentalmente, através a Psicanálise como trampolim para melhor entender a psiquê dos homens... quando conheceu mais de perto a Astrologia, estudando autodidatamente e tornando-se então, conselheira astrológica e professora dessa ciência.

Nesse meio tempo, também enveredou pela espiritualidade do Tao primordial, através a espiritualidade e os ensinamentos de Lao Tsé, o Mestre, transcrevendo as aulas gravadas por Wu Jyh Cherng.

Mais tarde, já em Petrópolis e depois, em Sapucaia, passou a intensificar seus estudos de astronomia, mecânica celeste e cosmologia bem como do Tao Primordial, escrevendo sobre o I Ching, o Livro das Mutações, e o Tao Te Ching, o Livro do Caminho e da Virtude.

Em 1998, Janine construiu suas raízes no Sitio das Estrelas. Nesse lugar, encontrou-se com o Tantra primordial através a espiritualidade e os ensinamentos de Srii Srii Anandamurti, O Mestre.

O Sítio das Estrelas é um Ashram, com Janine como Guardiã, e onde mora e trabalha e abre a porteira para receber os Caminhantes que desejam usufruir dos Retiros Espirituais e Encontros sobre os Temas acima mencionados e dos Trabalhos e Vivências em Espiritualidade e Prática na Meditação e em Imersão no Auto-Conhecimento.

Namaskar! Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!

Saiba mais sobre os Trabalhos de Janine Milward 
acessando sua Página Principal:

http://paginadajanine.blogspot.com.br/




Com um abraço estrelado,
Janine Milward
Seu Livro de Vida
Compêndio sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento,
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward


Namaskar!
Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!