Capítulo 3 - A Mandala Astrológica - Amostragem



Seu Livro de Vida

Quase tudo o que você quer saber
 sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward



Capítulo 3

A Mandala Astrológica

Simultaneidade e Sincronicidade, Inconsciente e Consciente,
 Arquétipo, Linguagem, Mitos e Símbolos

Primórdios da Compreensão
Sobre a Grande Peça Teatral da Vida
O Risco do Bordado - O Mapa Astral
As Casas Astrológicas
Os Signos do Zodíaco

Luminares, Planetas, Planetóides, Asteróides e Pontos

Janine Milward


Editora Estrela do Belém




SEU LIVRO DE VIDA

AMOSTRAGEM DO CAPÍTULO 3

A Mandala Astrológica

Trazendo a descrição completa dos Temas a serem abordados
E alguns trechos dos vários textos apresentados



Temas a serem abordados no Capítulo 3 original


Dois Dedos de Prosa, caro Amigo das Estrelas!

Apresentação da Obra
Seu Livro de Vida
Sobre Seu Livro de Vida
e sobre O Risco do Bordado,
o mapa astral natal,
e sobre os demais mapas coadjuvantes
Sobre o Encadeamento dos Temas
ao longo dos 22 Capítulos/Volumes de Seu Livro de Vida
Síntese dos 22 Capítulos


PRIMEIRA PARTE

Retorno às Raízes

Simultaneidade e Sincronicidade, Inconsciente e Consciente
Arquétipo, Linguagem, Mitos e Símbolos

Sol, Lua, Terra/Homem e Mandala Astrológica
Nosso Sistema Solar:
parada de um caminho a Caminho do Céu


SEGUNDA PARTE

A Mandala Astrológica

As Mandalas do Grande Ano e do Pequeno Ano
O Grande Ano e a Precessão dos Equinócios -  O Pequeno Ano e o Mapa Astral -  Defasagem entre as efemérides astrológicas e as efemérides astronômicas Os Três movimentos da Terra - O Grande Ano: A Precessão dos Equinócios - A Estrela Polar - A Era de Aquário
O Mapa Astral e a Mandala do Tai Chi

Iniciando a Composição da Mandala Astrológica
A Terra representada através do círculo - Áreas diurna e noturna da fotografia do céu no momento do evento representada sobre a Mandala astrológica, o gráfico, para a formação do mapa astral - Linhas do horizonte e do meio do céu e do fundo da terra - Ascendente, Descendente, Meio do Céu, Fundo do Céu - A Mandala Astrológica e suas realizações dentro do Sublime Yang e seu Sublime Yin

Dando Continuidade à Composição da Mandala Astrológica
A linha vertical cruzando o centro da Mandala e do Sublime Yang e do Sublime Yin, formando a Grande Cruz da Encarnação, em suas Quatro Estações: O Ascendente, o Descendente, o Fundo do Céu e o Meio do Céu - nosso Eu Sou, nosso Nós Somos ou Você É, nosso Eu Enraízo e nosso Nós Concretizamos a Sociedade.
O crescimento da Pessoalidade e da Individualidade no sentido do Eu Sou e do Nós Somos, Sublime Yin e Sublime Yang.
Os Quatro Gomos da Mandala: Pessoal, Individual, Social e Planetário
O Eterno Retorno
As Quatro Estações: Primavera, Verão, Outono, Inverno.
Signos, Símbolos e Arquétipos fundamentais acompanhando as Quatro Estações: Áries, Câncer, Libra e Capricórnio.

Concluindo a Composição da Mandala Astrológica

Constelações e Signos

As Casas Astrológicas
Signos e Casas em Elementos de Fogo, Terra, Ar e Água
Qualidades de Signos e Casas Cardinais, Fixos e Mutáveis

Formando a Mandala Astrológica... dentro de seus Quatro Aspectos/suas Quatro Estações:
Pessoal, Individual, Social e Planetário

Estação Pessoal: Ascendente e Casa Um, Casa Dois e Casa Três

Estação Individual: FC e Casa Quatro, Casa Cinco e Casa Seis
Estação Social: Desc e Casa Sete, Casa Oito e Casa Nove
Estação Planetária ou Cósmica: MC e Casa Dez, Casa Onze e Casa Doze


TERCEIRA PARTE

Primórdios da Compreensão
Sobre a Grande Peça Teatral da Vida

O Risco do Bordado
O Grande Teatro da Vida
Os Quatro Atos da Vida
O Grande Teatro da Vida inserido em nosso Risco do Bordado

Os Doze Cenários do Grande Palco da Vida:
As Casas Astrológicas
Os Doze Signos do Zodíaco: Aonde a Cobra Morde a Cauda
Os Doze Símbolos Primordiais da Vida que nos revelam todos os contextos de ação
         A Trama – dentro do Grande Teatro da Vida

Atores e Atrizes principais e coadjuvantes e seus textos próprios:

Luminares, Planetas, Planetóides, Asteróides e Pontos




A Mandala Astrológica


Algumas Palavras sobre o Capítulo 3:

Bem, caro amigo das estrelas, como você já deve ter tido a oportunidade de perceber, o Capítulo 1 apresentou meu ponto de vista acerca o trabalho na Astrologia e a exposição literal de um Seu Livro de Vida por mim escrito para um Caminhante estudioso de Astronomia e de Astrologia.  Já no Capítulo 2, eu optei por introduzir você a uma compreensão sintetizada sobre os céus estrelados da Astronomia e da Astrologia, apontando para suas semelhanças e suas diferenças mais proeminentes e importantes para o estudo dessas ciências das estrelas objetivas e subjetivas. 

A minha intenção, através a realização do Capítulo 3, A Mandala Astrológica, ora sendo estudado, é a de trazer a você  a explanação acerca o Gráfico Astrológico contendo a fotografia do céu no momento do evento e de acordo com a Latitude e a Longitude do Planeta Terra onde se evento é determinado... e ainda a síntese das Casas Astrológicas e dos Signos e seus Regentes..., para então, no Capítulo 4 discorrer profundamente sobre estes... , e somente então, já no Capítulo 5, realizar o aprofundamento dos comentários e dos aprendizados por nós realizados nos Capítulos 3 e 4! 

A complementação de seus estudos estruturadores da Mandala Astrológica, caro amigo das estrelas - com a conclusão do Primeiro Tomo, Fundamentando Seu Livro de Vida -, acontecerá através os Capítulos 5 e 6, trazendo as informações fundamentais acerca a importância dos fatores dos Elementos, Qualidades e Gêneros e sobre os Aspectos resultantes dos posicionamentos de Signos e seus Regentes dentro das Casas Astrológicas.

A partir do Capítulo 7 - e dando início ao Segundo Tomo, Desenvolvendo Seu Livro de Vida -, o amigo das estrelas estará bem fundamentado, a meu ver, acerca a Mandala Astrológica e portanto, estará pronto para adentrar outros conhecimentos que deverão trazer mutações ao Risco do Bordado original, começando a tecer os mapas coadjuvantes.  O Terceiro Tomo, Concluindo Seu Livro de Vida, a partir do Capítulo 18, estará trazendo as conclusões e algumas questões adicionais que podem ainda ajudar o amigo das estrelas no aprofundamento de sua compreensão sobre a ilimitação de temas que o ajudam a melhor apreender a ciência das estrelas subjetivas dos céus estrelados, a Astrologia.

Bons estudos!


ALGUNS TRECHOS EXTRAÍDOS DO CAPÍTULO/VOLUME 3:


Sol, Lua, Terra/Homem e Mandala Astrológica

Sol: Espírito, o Sublime Yang, a Luz
Lua: Alma, o Sublime Yin, a Não-Luz
Terra e Homem: Trabalho e Iluminação plenamente materializados
Ascendente: a Mandala Astrológica, nosso Risco do Bordado, nosso mapa astral natal, vem nos apresentar o entrecruzamento entre tempo e espaço delineados, tecidos como melhor momento e como melhor lugar para que nossa Alma e nosso Espírito possam se expressar através nosso Ego encarnado: é formada nossa Personalidade, nossa Persona, nossa Máscara e nosso corpo físico, nosso envoltório, digamos assim, no Planeta Terra.

A Criação acontece a partir da Suprema Consciência, Paramapurusa, Tao, inteiramente interiorizado e somente pode vir a ser expresso através de o Tao da Criação.  A Suprema Consciência está para ainda além do Mundo da Não-Manifestação e o Tao da Criação já se encontra no Portal entre os Mundos da Não-Manifestação e da Manifestação, e o elo de ligação realizado através a Mente.  A Mente da Criação,  por sua vez, faz nascer de si o ciclo de Brahma (Deus Supremo), ou seja, do sutil ao denso e seu retorno ao sutil, do mundo da não-manifestação ao mundo da manifestação e seu retorno ao mundo da não-manifestação.  O Ciclo de Brahma pode acontecer somente através da inter-ação entre a Não-Luz e a Luz (Sublime Yin e Sublime Yang) que são operadas através da mente construtora - aquilo que denominamos de Prakrti, o princípio operativo que realiza a possibilidade da Criação dentro do Mundo da Manifestação - e a mente projetora da possibilidade da Criação - aquilo que denominamos de Maya, a Criação projetada (assim como se fosse um filme sendo projetado em sala escura, contra a tela branca).

O Espírito é nossa parte da energia fusionada com o Tao da Criação.  Portanto, é eterno e pode ser expresso dentro do tempo e do espaço através a Alma.  A Alma é nossa parte da energia do Espírito e sua função é a de expressar a energia do Espírito, que é eterno, dentro do tempo e do espaço e por isso mesmo, possui duração, começo meio e fim... que é o Ourobouros que vai religando a vida e a não-vida - assim como a cobra morde a cauda, formando o Oito do processo de interação entre vida e morte, entre as encarnações propriamente ditas e os tempos in-between, entre uma encarnação e outra (no Planeta Terra ou em outros Planetas de plenitude de materialização e dentro do nível da escalada espiritual da Alma e do Espírito).

Essa longa escalada espiritual e encarnada da Alma e do Espírito tem como única premissa nosso fusionamento pleno ao Tao da Criação - assim nos dizem os grandes Mestres espirituais.  Para que esse fusionamento possa vir a acontecer em sua plenitude e em sua consciência, existe um longo processo de evolução da Alma e do Espírito dentro da matéria e através os reinos mineral, vegetal, animal e humano.  Segundo Srii Srii Anandamurti, a meta da vida humana é se fusionar a Paramapurusa, ao Tao.

Dentro do processo de evolução da Alma e do Espírito - rumo ao seu fusionamento com o Tao da Criação -, nosso Sistema Solar atua como um lugar onde existe a vida em sua plenitude de materialização, assim como a conhecemos.  Sendo assim, tudo aquilo que faz parte de nosso Sistema Solar possui sua Alma própria que contém em si mesmo, em seu bojo, seu Espírito - que, por sua vez, é parte constante da grande multiplicidade que advém da Unicidade Absoluta do Tao da Criação.

Estamos nós encarnados aqui, no Planeta Terra - lugar de plenitude de materialização, Estação de Trabalho e de Iluminação.  O Trabalho é algo que deve ser realizado a partir da capacidade de cada um de nós, e da fusão entre nosso Dharma, nosso índole essencial, e de nossos Karmas e Samskaras - ações e reações em potencial - que deverão ser resgatados em nossa vida. 

O Planeta Terra permite que toda a natureza - assim como nós a conhecemos - vá realizando seu processo de transmutação dentro do Eterno Retorno da Luz e da Não-Luz, do entrelaçamento entre o Sublime Yang e o Sublime Yin.  São necessárias bilhões e bilhões de reencarnações - de vivências sucessivas - para que possamos evoluir juntamente com o Planeta e nos tornarmos seres humanos: aqueles que estão a caminho de se tornarem co-criadores da Criação, ao se fusionarem ao Tao da Criação, através os Caminhos do Trabalho, da Iluminação e da Liberação.

A plenitude da materialização no Planeta Terra nos possibilita realizarmos todas essas nossas intenções de evolução pois Luz é Matéria: é somente dentro de um Planeta que acolha a encarnação assim como a conhecemos é que existe a possibilidade de podermos realizar nosso Trabalho e fundamentalmente e em igual tempo, nossos Caminhos da Iluminação e, posteriormente, da Liberação.

No momento em que o homem assume seu desenvolvimento de mente e alcança sua consciência, ele se torna Homem e se aglutina à própria Terra.

Portanto, podemos dizer que toda a natureza da Terra é igual à própria Terra em si.  Podemos dizer que toda a natureza pode ser sintetizada dentro da palavra Homem. Podemos, portanto, inferir que Terra = Homem.

Sendo assim, ao nos posicionarmos por sobre o Planeta Terra, estamos ao mesmo tempo, nos posicionando entre o Bailado do Sublime Yang e do Sublime Yin, do Sol e da Lua - ambos em relação a nós, como um todo, toda a natureza que povoa o Planeta Terra e o próprio planeta em si.

E por isso mesmo, o homem estará fazendo parte constante do Bailado do Sol e da Lua nos céus.  E certamente, estará fazendo parte constante do Bailado da Lua e da Terra.  E o Bailado realizado entre a Lua e a Terra - acolhendo o homem, sempre - estará também realizando o integração do Homem com a Terra e da Terra/Homem com a Lua e com o Sol).Bailado Lua/Terra e Sol, ao longo dos nossos movimentos de rotação e de translação e de precessão de equinócios, sem dúvida alguma!

Nossa Mandala Astrológica, nosso Risco do Bordado, nosso mapa astral natal, vem expressar não somente essa Trilogia Terra/Homem, Lua e Sol como também o inter-relacionamento dessa Trilogia fundamental com nossa família instaurada em nosso Sistema Solar, apresentando nossos irmãos-Planetas demais familiares nossos (Asteróides e Planetóides) e os Pontos.

Sabemos que dentro do Mundo da Manifestação existe a inter-relação entre o Sublime Yang e o Sublime Yin - a Luz e a Não-Luz - sendo realizada através o Tempo e o Espaço.  Essa inter-relação tanto acontece de forma macro quanto acontece de forma micro, ou seja, é expressada através a formatação original de nosso Risco do Bordado, ou seja, nossa encarnação no Planeta Terra sendo realizada em um determinado momento cósmico, reunindo Espaço (Planeta Terra) e Tempo dentro do Mundo da Manifestação.

Esse tempo acontece, então, através nosso momento de primeira inspiração e de primeira expiração, já no Planeta Terra, nosso espaço que nos acolhe nessa encarnação que traz em seu bojo nossa Alma aliada ao nosso Espírito e tudo isso acontecendo através nosso corpo físico.

Portanto, nosso mapa astral natal vem nos apresentar o entrecruzamento entre tempo e espaço delineados, tecidos como melhor momento e como melhor lugar para que nossa Alma e nosso Espírito possam se expressar através nosso Ego encarnado: é formada nossa Personalidade, nossa Persona, nossa Máscara e nosso corpo físico, nosso envoltório, digamos assim, no Planeta Terra.

E tudo isso é formalizado a partir do Ascendente - o lugar apontando para o leste dos céus e da terra no momento de nossa encarnação propriamente dita.  A partir do Ascendente, todo o Risco do Bordado vai sendo tecido, acolhendo nosso Sol e nossa Lua e nossos irmãos e demais parentes e pontos, formando nossa fotografia do céu em relação à latitude e à longitude na Terra, onde estamos nascendo!


As Mandalas
do Grande Ano e do Pequeno Ano

O Grande Ano e a Precessão dos Equinócios -  O Pequeno Ano e o Mapa Astral -  Defasagem entre as efemérides astrológicas e as efemérides astronômicas
Os Três movimentos da Terra - O Grande Ano: A Precessão dos Equinócios - A Estrela Polar - A Era de Aquário
O Mapa Astral e a Mandala do Tai Chi
Ascendente, Descendente, Fundo do Céu e Meio do Céu
Signos e Zodíaco - As doze casas astrológicas
O Mapa Astral: manifestação do desejo da Alma


O que é uma Mandala? A meu ver, uma mandala seria a forma mais próxima de representação do simbolismo do universo que se encontra em torno a nós. Certamente essa forma pode ser simbolizada através de suas variações, todas, no entanto, advindas das imagens do inconsciente reveladas através do consciente. O inconsciente é aquele que sabe - a biblioteca do conhecimento do universo reside dentro do inconsciente pessoal e coletivo e nossa missão é sempre trazer esse conhecimento à tona de nossa consciência pessoal e coletiva, em nossas vidas neste Planeta.

De uma maneira geral, as Mandalas são circulares, podendo, por vezes, encontrarmos mandalas contidas em quadrados.  Antigamente, o quadrado representava a Terra enquanto o círculo representava o Céu. Ainda na Idade Média, os mapas astrais eram configurados sob forma quadrada, representando a Terra que acolhia em si as Estrelas Fixas, os Pontos Médios, e os signos do Zodíaco  com seus Luminares, o Sol e a Lua, e os Planetas.

Penso que a mandala circular é uma representação da visão que temos do mundo que nos rodeia.... que sempre nos parece redondo porém com achatamentos tanto na direção mais ao norte quanto na direção mais ao sul. Isso acontece a partir do fato de nossa Terra possui sua forma arredondada porém achatada em seus pólos...

Assim, existe a mandala correspondentes à nossa Terra - que no caso da Astrologia é revelada graficamente através do Mapa Astral e as mandalas correspondentes ao Céu - que no caso da Astronomia são as Cartas Celestes desenhando o céu que vemos em torno a nós...

Essas  mandalas são as Mandalas do Pequeno Ano e as Mandalas do Grande Ano. O Pequeno Ano eu denomino o Mapa Astral - ou seja, a fotografia do céu no momento do evento, contendo as Estrelas Fixas e os Signos do Zodíaco contendo os Luminares e os Planetas. O Grande Ano é o chamado Ano das Eras ou Precessão dos Equinócios, ou seja, cerca de 26 mil anos pertencentes ao relógio cujo ponteiro vai passeando por cada um dos signos do Zodíaco num período de dois mil e poucos anos.

Certamente, ambas essas mandalas são relativas à civilização da  Terra - de acordo com seu posicionamento dentro do nosso Sistema Solar. No entanto, vale lembrar que a Mandala do Grande Ano ou da Precessão dos Equinócios é estabelecida através dos cálculos astronômicos em suas efemérides baseadas no céu real e objetivo. No caso da Mandala do Pequeno Ano - o Mapa Astral - seus cálculos continuam sendo realizados astronomicamente porém não levando em conta a própria Precessão dos Equinócios ou Mandala do Grande Ano. As efemérides astrológicas são baseadas no céu subjetivo, ou seja, o céu que se inicia a 00 de Áries, o signo do Começo.

Essa é, na verdade, uma - ou a maior - das grandes questões levantadas principalmente pelos astrônomos em relação à autenticidade da leitura astrológica do céu: o fato de haver uma imensa defasagem entre as efemérides astrológicas e o posicionamento astronômico dos astros e estrelas no céu....

As efemérides astrológicas - como hoje a conhecemos -  advindas da antigüidade dos povos do médio oriente que habitavam a antiga Caldéia e a antiga Suméria - ao longo dos rios Tigre e Eufrates, foram estabelecidas, formalizadas tomando o signo de Áries como  O Começo e assim por diante, dando continuidade aos outros signos - que nem sempre foram os 12 signos hoje conhecidos.

Houve um momento – ainda durante a Era de Áries - quando o céu astrológico e o céu astronômico eram idênticos  – ou seja, as posições dos luminares, sol e lua, e dos planetas visíveis – era bem as mesmas....  Dessa forma, o ponto do equinócio marcado por Áries,  a primavera, era o 00 grau, equilibrado pelo ponto oposto de equinócio do outono marcado por Libra (ou pelas Garras do Escorpião), marcando os 180 graus. A meio caminho, encontrava-se o ponto que marcava naquela  época o solstício do verão, no signo de Câncer, ou os 90 graus, e, em seu lado oposto, o ponto do solstício do inverno, no signo de Capricórnio, ou os 240 graus.... finalizando no signo de Peixes até novamente se encontrar com o signo de Áries, perfazendo a totalidade dos 360 graus do céu astrológico.

Porém com a precessão dos equinócios o céu astronômico, obviamente, acompanhou as mudanças e o céu astrológico não. Hoje em dia existe uma defasagem de cerca de menos 24 graus em relação às efemérides astrológicas e o posicionamento dos astros do céu astronômico.

 Também o céu astronômico – que é o real – não conta o Zodíaco com apenas doze signos e sim treze (inclui Ofiúco) e mostra os planetas passeando por outros signos dos arredores.... bem como não leva em consideração a divisão em 360 graus como na astrologia.

Dessa forma, a astrologia dimensiona o Zodíaco em 360 graus, com 30 graus para cada um dos doze signos.... Astronomicamente, Virgem é uma constelação enorme enquanto Câncer, por exemplo, é pequenininha.... Essa é, com certeza, uma grande dicotomia entre a Astrologia e a Astronomia.....

A astronomia ciência objetiva e a astrologia é uma ciência subjetiva  A astronomia trata do céu como ele realmente se apresenta: uma manifestação da materialização da natureza.  A astrologia trata do céu como ele realmente se apresenta: uma manifestação  da sincronicidade e arquetipologia da natureza e em se tratando de arquétipos, a sincronicidade universal existe e permanece.
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Eu me lembro com muito carinho do meu tempo de criança quando ficávamos meus irmãos e eu deitados sobre a enorme caixa d’água no terraço em minha saudosa casa na Friburgo de outrora, com noites verdadeiramente escuras de céu transparente.... Ficávamos horas e horas olhando, extasiados, as estrelas, adivinhando nossas próprias constelações, nomeando nossas próprias estrelas, nos deixando envolver pelo manto de renda delicada e branca da Via Láctea nas noites geladas de inverno das montanhas do passado......

E quando, bem mais tarde, eu já havia apreendido as efemérides astrológicas, foi muito simples para mim voltar a olhar para o céu e rapidamente relacionar estas efemérides com aquelas da astronomia.  Na verdade, eu passei a estudar a astronomia depois de ter me aprofundado na astrologia..... Também assim acontecia em tempos mais antigos: astrônomos e astrólogos poderiam ser a mesma pessoa, não havia dicotomia de ideais entre ambas as ciências e sim uma forma mais holística de ser - e menos preconceituosa, certamente.

Os Três (principais) Movimentos da Terra

A Terra realiza três movimentos, sempre: inicialmente, o movimento de rotação em torno de seu próprio eixo, o que faz o homem contar o tempo a partir desse evento: surgem as 24 horas do dia.... A Terra, como todos os outros corpos do sistema solar, gira, em elipse, em torno do Sol, o que faz o homem também contar o tempo a partir desse evento: surgem os 365 dias e mais um tanto de tempo, do ano..... A precessão dos Equinócios é o terceiro movimento e aglutina ambos os movimentos anteriores: o de rotação e o de translação. 


A Mandala do Grande Ano

Não podemos nos esquecer que a Terra gira em torno de seu eixo sim, porém com uma inclinação de 23 graus.... Ao longo do período de 26 mil anos, esse eixo imantando os direcionamentos norte e sul vai se deslocando, apontando então para diferentes pontos dessa região da esfera celeste! Esse grande círculo imaginário que se forma é a Mandala do Grande Ano das Eras! Uma maneira simples de entender esse movimento é soltarmos um pião e o deixarmos girar, girar, girar.....é bem assim.

Nesse caso, a estrela que denominamos de Estrela Polar, a Polaris, atua como imantação norte apenas por um determinado tempo, longo tempo de mais de dois mil anos

Lao Tsé, que teria vivido seis séculos antes da Era de Peixes, já cita a Estrela Polar, ou melhor, o direcionamento da mesma:
Meu corpo não tem expressão
Como uma criança antes de nascer
Como a estrela Kuei que não tem onde se apoiar 

A estrela Kuei representa o Espírito Primordial dos seres. É a alpha da constelação da Ursa Maior, hoje em dia chamada, ocidentalmente, por Dubhe e junto com sua companheira visual, Merak – a beta,  formam  uma seta diretamente indicando a imantação norte, a Estrela Polar

 Astronomicamente a Era de Aquário tem seu início lá por volta de 2150!  O que acontece é que o Grande Ano, ou seja, a conclusão de todo o movimento de Precessão dos Equinócios realizado pela Terra, leva 26 mil anos.  Sendo doze signos,  teremos então dois mil e tantos anos para cada Era.

 Socialmente, se consideram as Eras tendo apenas dois mil anos..... E também temos que levar em consideração que uma Era sempre é precedida de fatos no Planeta que já sugiram sua vinda.... No caso da Era de Aquário, certamente ela começa a se manifestar a partir do Renascimento, dos descobrimentos de novas terras,  arrefecendo durante a revolução francesa com seus ideais de igualdade, fraternidade e liberdade, e mais ainda durante o tempo da revolução industrial, firmando-se inteiramente durante o século que passou, o século vinte, e reafirmando-se plenamente durante o século vinte e um.....

Quando se iniciar verdadeiramente a Era de Aquário, nosso Planeta estará tendo que solucionar questões realmente fundamentais, como a energia e seu combustível. É previsto que, em cerca de duzentos a trezentos anos, a energia - da forma como a conhecemos hoje - terá que ser extraída a partir do próprio Sol, dando finalização à energia do petróleo, na Terra e abrindo com isso, uma verdadeira nova era e novo modus vivendi para nosso Planeta.

Em cerca de quinhentos a seiscentos anos à frente, a continuar com essa progressão geométrica de evolução de nascimentos, a Terra não terá mais lugar para acolher seus filhos juntamente com sua natureza. A partir de então, se ainda o homem não tiver buscado outros planetas ou luas adequadas para receberem nossa sobrevivência em nosso sistema solar, precisaremos ir buscar outras estrelas com outros planetas para serem por nós habitados....  Todos esses acontecimentos estão fadados a acontecer dentro dos próximos mil anos.


A Mandala do Pequeno Ano

O Gráfico Astrológico - O Mapa Astral - O Risco do Bordado

A Mandala do Pequeno Ano vai retratar algum momento da relação Céu e Terra, ou seja, a esfera celeste que envolve nosso Planeta como um todo.

Num primeiro momento, porém, nossa atenção se dará apenas em relação ao aparente caminho que o Sol e a Lua e mais os Planetas realizam através do Zodíaco, o anel de signos-constelações que envolve nossa Terra, cortando o equador, um tanto ao norte e um tanto ao sul..

A mandala do mapa astral, no entanto, não necessariamente vai mostrar essa inclinação de 23 graus ao norte ou ao sul do equador refletido ao equador celeste, por onde passeiam os luminares e os planetas contra o pano de fundo das constelações do Zodíaco.

O mapa astral é uma fotografia do céu no momento do acontecimento. É preciso compreendermos que esta fotografia do céu no momento do evento ou nascimento reflete a posição dos luminares, planetas e asteróides em relação ao ponto de vista da latitude e longitude do planeta Terra onde o evento acontece.  Isso já nos traz os momentos da Luz e da Não-Luz, do dia e da noite, que podem ser percebidos através da Mandala do Tai Chi acompanhando o posicionamento do mapa do Mundo da Manifestação, ou seja, a esquerda, temos o leste, as seis horas da manhã, que é o ponto do Ascendente.  Do outro lado, temos o oeste, as seis horas da tarde, que é o ponto do Descendente.  Acima temos o sul, o meio-dia, que é o ponto do Meio do Céu e abaixo temos o norte, a meia-noite, que é o ponto do Fundo do Céu.  

Como a Terra leva 24 horas para realizar seu movimento de rotação, esse círculo vai acompanhando esse movimento, ou seja, a cada 4 minutos, existe também uma movimentação dos 360 graus fazendo com que o grau específico do Ascendente vá também avançando e ao mesmo tempo os luminares, planetas e asteróides também vão se deslocando, dia adentro, noite adentro.

O Ascendente é o ponto que dá inicio à Casa Um, é o marco zero do mapa – porque é o signo, ou constelação, que está se levantando no leste no momento exato do evento.  A partir do grau do ascendente, todo o mapa astral se constrói. A Casa Um é relativa a Áries, o Começo, O Despertar, A Primavera.... e daí em diante.

Assim, sendo a Mandala Astrológica a representação da Terra refletindo os doze signos, essa reflexão é realizada nas chamadas “Casas Astrológicas”.  São doze Casas e cada Casa toma as características do seu signo arquetípico.


Nosso Sistema Solar:
parada de um caminho a Caminho do Céu

O Processo de Evolução da Alma e do Espírito dentro da Vida plenamente manifestada e materializada no Planeta Terra
Planetas Pessoais, Planetas Sociais, a Ponte, Planetas Transpessoais ou Universais


O Processo de Evolução da Alma e do Espírito dentro da Vida plenamente manifestada e materializada no Planeta Terra

Dentro do processo de evolução da Alma e do Espírito - rumo ao seu fusionamento com o Tao da Criação -, nosso Sistema Solar atua como um lugar onde existe a vida em sua plenitude de materialização, assim como a conhecemos.

Estamos nós encarnados aqui, no Planeta Terra - lugar de plenitude de materialização, Estação de Trabalho e de Iluminação.  O Trabalho é algo que deve ser realizado a partir da capacidade de cada um de nós, e da fusão entre nosso Dharma, nosso índole essencial, e de nossos Karmas e Samskaras - ações e reações em potencial - que deverão ser resgatados em nossa vida. 

Nosso Risco do Bordado, nosso mapa astral natal, vem expressar a história que viemos sintetizando de vidas passadas para serem revivenciadas nessa vida de hoje, porém contando uma nova vida, uma nova história e tecendo também uma nova história para novas vidas futuras.

O Planeta Terra permite que toda a natureza - assim como nós a conhecemos - vá realizando seu processo de transmutação dentro do Eterno Retorno da Luz e da Não-Luz, do entrelaçamento entre o Sublime Yang e o Sublime Yin.  São necessárias bilhões e bilhões de reencarnações - de vivências sucessivas - para que possamos evoluir juntamente com o Planeta e nos tornarmos seres humanos: aqueles que estão a caminho de se tornarem co-criadores da Criação, ao se fusionarem ao Tao da Criação, através os Caminhos do Trabalho, da Iluminação e da Liberação.

A plenitude da materialização no Planeta Terra nos possibilita realizarmos todas essas nossas intenções de evolução pois Luz é Matéria: é somente dentro de um Planeta que acolha a encarnação assim como a conhecemos é que existe a possibilidade de podermos realizar nosso Trabalho e fundamentalmente e em igual tempo, nossos Caminhos da Iluminação e, posteriormente, da Liberação.

Sendo assim, tudo aquilo que faz parte de nosso Sistema Solar possui sua Alma própria que contém em si mesmo, em seu bojo, seu Espírito - que, por sua vez, é parte constante da grande multiplicidade que advém da Unicidade Absoluta do Tao da Criação.

Para que a natureza possa realizar sua evolução dentro do Planeta Terra, vemos que existe uma longa caminhada.  Aliás, Lao Tse, o Mestre do Tao, nos diz sempre que uma longa jornada começa com o primeiro passo.

Essa longa jornada é realizada através os arquétipos de Pai e Mãe e Filho: veremos, portanto, que Filho é o Planeta Terra propriamente dito; a Mãe é a Lua e o Pai é o Sol!
A Lua, antes de mais nada, vem imajar nossa Alma que traz em seu bojo, nosso Espírito - que por sua vez será imajado por nosso Sol. A Lua, ou melhor, a Alma, vem encarnando e se materializando ao longo da vida do nosso Universo.  Esse sentido de histórico de encarnação e de enraizamento da Alma nos é imajado através da Lua.

O Sol é a imagem mais semelhante ao nosso Espírito - que se aloja dentro da Alma que se encarna no Planeta Terra.  Nosso Espírito é ligado ao Tao da Criação e se materializa através nossa Alma nesse Planeta Terra, lugar de Trabalho e de Iluminação.  Nosso Espírito é um pedacinho do Absoluto do Tao da Criação.

A Lua é o arquétipo da mãe - tanto em seu sentido divino como principalmente, em seu sentido materializado.  Portanto, é através da Lua que nos enraizamos no Planeta Terra, que fundamentamos nossas raízes planetárias, que encontramos nossa família, nosso lar, nosso abrigo.

A família composta de pai e mãe nos levará à nossa adoção de nosso nome pessoal e de nosso sobrenome familiar, formando assim, nossa identidade por completo.  É aqui que encontramos com o Sol, o arquétipo do grande pai, fundamentalmente dentro do seu sentido mais divino... porque o arquétipo do pai encarnado será visto através de Saturno. 

Dentro da longa jornada de Evolução da Mente no Planeta Terra, existem, primeiramente, Os Luminares: Sublime Yang e Sublime Yin: Aqueles que nos apresentam nossos Processos de Individuação dentro do Planeta Terra.

Para a natureza em si, dentro do mundo mineral e dentro do mundo vegetal, a evolução é bem lenta, ainda extremamente atada à Alma e ao Espírito do Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia.

Para a natureza em si, já desenvolvida através o mundo animal, a evolução também é bem lenta porém já apresentando uma fusão entre as energias do Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia, aliadas às energias de ação primordial em busca da saciação dos desejos e das necessidades também primordiais - já cabendo um desenvolvimento de mente, sem dúvida alguma.  Sendo assim, existe o auxílio dos irmãos-Planetas denominados de Pessoais, ou seja, correspondem às necessidades básicas de vida já em maior tom de evolução: Marte, Vênus e Mercúrio (e certamente, Vulcano).

Para a natureza em si, já plenamente desenvolvida através o mundo humano, a evolução, mesmo que ainda lenta, já nos parece menos vagarosa - porque a mente já alcançou um bom nível de seu desenvolvimento!  Existe uma compreensão ampla acerca da encarnação e da submissão às energias do Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia, sim, porém, ao mesmo tempo, existe a capacidade dessa mesma mente de ir se relacionando com o Planeta de forma a se tornar um co-criador e um transformador desse mesmo lugar que acolhe a encarnação do homem. 

Então, a fusão do Planeta Terra com os Planetas Pessoais é óbvia e absolutamente necessária mas não se coloca como completa, ou seja, a partir do momento em que o ser em evolução desenvolve sua mente, existe a capacidade de começar uma história propriamente dita, reconhecendo pai e mãe - os Luminares -, e agindo conscientemente através suas ações e desejos e mentes primordiais - os Planetas Pessoais - , e certamente suas ações e reações em potencial, ao longo de  sua evolução em outras tantas e tantas encarnações, estarão lhe trazendo, dentro de sua história evolutiva, os resgates de mais ações e de mais reações e as vivências que criam mais ações e mais reações.  E é certo se pensar que esse ser possua uma índole essencial que carrega consigo ao longo de toda essa longa jornada. Nesses casos, a fusão do Planeta Terra com os Planetas Sociais (Júpiter e Saturno) se faz extremamente importante!

Os Planetas chamados sociais já apresentam a realidade de o homem não mais se sentir tão sozinho em sua vida no Planeta.  Não, agora o homem tem a consciência de que tudo o que lhe acontece pessoalmente também acontece ao seu Outro... e aos vários Outros com quem vai deparando ao longo de suas vivências sucessivas.

Ao longo do processo de desenvolvimento da mente - é preciso que não nos esqueçamos que a única coisa que levamos de uma encarnação à outra é nossa mente -, o homem vai ampliando a mesma, desenvolvendo sua consciência acerca de si mesmo, acerca do seu Outro e acerca de sua relação pessoal e social na vida, como um todo.  O homem vai ampliando sua consciência no sentido de se conhecer mais e mais profundamente, seu Eu Interior, e de poder fusionar esse seu Eu Interior ao seu Eu Exterior: assim o homem trabalha, serve à si mesmo e ao seu Outro.

O desenvolvimento da mente através o Trabalho leva o homem a desenvolver também mais e mais sua compreensão sobre sua inter-relação entre si mesmo, pessoalmente e socialmente, e entre si mesmo e todos e o Céu e a Terra.  Sendo assim, o homem começa a trilhar seu Caminho da Iluminação, ou seja, mais e mais o homem desenvolve sua mente, amplia sua consciência, a retira da escuridão da ignorância e se coloca em seu rumo de fusionar sua mente ao Tao da Criação.

A partir dessa aspiração do homem, entra a Ponte entre os Luminares e os Planetas Pessoais e os Planetas Sociais e o que de mais iremos encontrar entre o céu e a terra que a vã mente humana sequer consegue supor... mas que supõe sim, e volta-se para poder cumprir com sua jornada por sobre essa Ponte entre os limites do conhecido e os limites do não-conhecido; entre a existência e a não-existência.  Veremos que o corpo celeste dentro do nosso Sistema Solar, de nossos irmãos-Planetas e Planetóides e Asteróides, que mais se assemelha à compreensão do homem sobre si mesmo enquanto ser finito e sua aspiração a se tornar, em sua mente, infinito e iluminado, é Quíron.

Uma Ponte pressupõe a união entre um lado e outro lado.  Quíron, o Centauro,  nos apresenta sua parte animal e humana (e podendo ser ferida e tendo que vivenciar sua vida dentro das vicissitudes e dos conhecimentos do Planeta Terra) - seu lado humano imajado através do seu lado cavalo -, e nos apresenta seu lado divino (pois que era um semideus, filho de Saturno e da ninfa Filira) - seu lado divino imajado através do seu lado homem.

Ao trazer em si mesmo a fusão entre seu lado homem e seu lado divino, Quíron é a Ponte que une os Luminares e os Planetas Pessoais e os Planetas Sociais aos chamados Planetas Transpessoais ou Universais: Urano, Netuno e Plutão.

Os Planetas Transpessoais vão nos falar, primeiramente, de questões que pressupõem a compreensão da Ponte fusionadora do mundo da manifestação com o mundo da não-manifestação, dos limites conhecidos e dos limites não-conhecidos, da existência e da não-existência.

Para que todas essas questões possam vir a ser bem absorvidas e compreendidas, Urano adentra seu fusionamento com o Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia, no sentido de atuar como o despertador da consciência mais elevada e ao mesmo tempo realizar os cortes guilhotinais com tudo aquilo que apenas se atinha aos limites do conhecido.

Para que aquilo a mais que existe entre o céu e a terra possa realmente ser absorvido e compreendido, Netuno adentra seu fusionamento com o Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia, no sentido de atuar como o inefável, o transcendente, o sutil, a subjetividade que existe para poder melhor imajar a objetividade da Criação do mundo da manifestação advinda do mundo da não-manifestação, da existência que advém da não-existência.  Porém, por ser tão inefável e sutil... para todos aqueles que não conseguem apreender sobre a energia de Urano, Netuno pode trazer confusão, enganos, escapismos, perdas.

Para a grande metamorfose e a grande regeneração do homem em sua nova forma de atuar sua mente - a partir do despertar da mesma e sua expansão de consciência até que se torne infinita e iluminada através a inefabilidade e a sutileza dos caminhos da espiritualidade -, Plutão adentra seu fusionamento com o Planeta Terra, nossa Mãe-Gaia.

Após Plutão, o homem está pronto para cada vez mais estar consciente acerca do seu Trabalho e do cumprimento de suas missões de encarnação e está pronto para se colocar em seus Caminhos da Iluminação e posterior Liberação.

Então, encontraremos o Transplutoniano - que eu denomino de Ísis, aquela que retorna da morte, aquela que é a guardiã dos segredos do conhecimento que podem vir a ser assimilados somente após o cumprimento das energias dos Planetas-irmãos por nós conhecidos dentro do nosso Sistema Solar.





Em seguimento, encontre os Títulos/Temas constantes em seus 22 Capítulos/Volumes
de Seu Livro de Vida :


SEU LIVRO DE VIDA
Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Obra em 22 Capítulos apresentados em 22 Volumes


Primeiro Tomo
Fundamentando Seu Livro de Vida
Capítulos de 1 a 6

Capítulo 1
O RISCO DO BORDADO
Apresentação da Obra Seu Livro de Vida, em 22 Capítulos
Alguns Conceitos Fundamentais acerca a Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Sobre o Trabalho dentro da Consultoria Astrológica e sobre as Ferramentas de Trabalho
Exemplo Prático de Escrita de SEU LIVRO DE VIDA, em sua íntegra


Capítulo 2
O CÉU ESTRELADO
Astronomia e Astrologia
suas Semelhanças e suas Diferenças
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Arquétipo, Linguagem, Inconscientes Pessoal e Coletivo,
Conscientes Pessoal e Coletivo, Imagens, Mitos e Símbolos
ESCLARECENDO ALGUMAS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS:
Uma conversa entre Caminhantes Estudiosos de Astronomia e de Astrologia e Janine,
em Zigurate moderno, o Sítio das Estrelas
Textos  vários sobre Cosmologia, Astronomia e Mecânica Celeste

Capítulo 3
A MANDALA ASTROLÓGICA
A representação da Terra - através o momento do evento em suas Latitude e Longitude - acolhendo todo o Risco do Bordado: Casas Astrológicas, Signos, Luminares, Planetas, Planetóides e Pontos
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Inconscientes Coletivo e Pessoal e Consciente: Arquétipo, Linguagem, Mitos e Símbolos
Os Primórdios da Compreensão sobre o Risco do Bordado acolhendo seu Baile dos Arquétipos

Capítulo 4
CASAS ASTROLÓGICAS, SIGNOS, LUMINARES, PLANETAS, PLANETÓIDES
No Grande Teatro da Vida, Cenários, Textos, Atores e Atrizes

Capítulo 5
ELEMENTOS, QUALIDADES E GÊNEROS
Fogo, Terra, Ar e Água - Começo, Meio e Fim - Yang e Yin

Capítulo 6
OS ASPECTOS
O Grande Baile dos Arquétipos em suas interações mais harmoniosas ou menos harmoniosas


Segundo Tomo
Desenvolvendo Seu Livro de Vida
Capítulos de 7 a 17

Capítulo 7
OS TRÂNSITOS
Redesenhamentos sendo acrescentados ao desenho primordial
de nosso Risco do Bordado e seu Baile de Arquétipos, em nossa vida

Capítulo 8
REVOLUÇÕES SOLARES E LUNARES
Redesenhamentos sendo acrescentados à nossa Vida
Em Ciclos Anuais e Mensais

Capítulo 9
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte I
 As Fases da Lua e as Meditações de Lua Nova e de Lua Cheia
OS OITO TIPOS DE PERSONALIDADE
Luas da Alma, Ninhadas da Alma, Intenções da Alma
A PARTE DA FORTUNA, O PONTO DE ILUMINAÇÃO E A PARTE DO ESPÍRITO
 Os Eclipses Solares e Lunares

Capítulo 10
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte II
O TREM DA VIDA
O DRAGÃO DOS CÉUS, CABEÇA E CAUDA - OS NÓDULOS LUNARES
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 11
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte III
O TREM DA VIDA
DRAGÃO DOS CÉUS -  NÓDULOS LUNARES
E SEUS CICLOS
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 12
URANO E SEUS CICLOS
O Despertador da Consciência mais Ampliada que redesenha nossa vida a partir de cortes guilhotinais e inesperados.  A Revelação do Desejo de Encarnação, da Alma.

Capítulo 13
SATURNO E SEUS CICLOS
O Senhor do Tempo, do Umbral e do Karma

Capítulo 14
QUÍRON E SEUS CICLOS
O Curador Ferido e Mestre dos mestres

Capítulo 15
JÚPITER E SEUS CICLOS
O Dharma, o Deus dos Deuses e dos Homens, Benfeitor e Justiceiro

Capítulo 16
NETUNO E PLUTÃO E SEUS CICLOS
A Transcendência
 e a Metamorfose e Regeneração

Capítulo 17
A PROGRESSÃO
A eterna mutação acontecendo no Risco do Bordado,
trazendo os redesenhamentos em nosso Grande Teatro da Vida


Terceiro Tomo
Concluindo Seu Livro de Vida
Capítulos de 18 a 21

Capítulo 18
SINASTRIA E MAPA COMPOSTO
Compreensão mais Aprofundada acerca os Inter-Relacionamentos entre os Seres

Capítulo 19
ESTRELAS E CONSTELAÇÕES (FIXAS)  PROTETORAS
A Interação entre Astronomia e Astrologia
 através a Efetiva Vivência dos Mitos e Símbolos apreendidos através as luzes do céu noturno,
ao longo dos 360 graus da Mandala Astrológica

Capítulo 20
SÍMBOLOS SABIANOS
360 graus da Mandala Astrológica traduzidos em Verdades Universais

Capítulo 21
ARQUEOLOGIA DA ALMA
O Processo de Auto-Cura e de Aprofundamento do Auto-Conhecimento
 através a Expansão da Mente


Epílogo
Capítulo 22
A ESTRELA DE BELÉM
Minha contribuição pessoal para este Tema tão polêmico
Viajantes das Estrelas - fusão entre espiritualidade, astronomia e astrologia
Descrição Detalhada dos 22 Capítulos/Temas/Volumes constantes em Seu Livro de Vida



Quem Escreve SEU LIVRO DE VIDA:


Janine Milward nasceu em Nova Friburgo, RJ, num vale rodeado por belas e altas montanhas, no inverno do hemisfério sul, em 1950.

Já no Rio de Janeiro, enveredou através a Psicologia (infelizmente não concluída) e fundamentalmente, através a Psicanálise como trampolim para melhor entender a psiquê dos homens... quando conheceu mais de perto a Astrologia, estudando autodidatamente e tornando-se então, conselheira astrológica e professora dessa ciência.

Nesse meio tempo, também enveredou pela espiritualidade do Tao primordial, através a espiritualidade e os ensinamentos de Lao Tsé, o Mestre, transcrevendo as aulas gravadas por Wu Jyh Cherng.

Mais tarde, já em Petrópolis e depois, em Sapucaia, passou a intensificar seus estudos de astronomia, mecânica celeste e cosmologia bem como do Tao Primordial, escrevendo sobre o I Ching, o Livro das Mutações, e o Tao Te Ching, o Livro do Caminho e da Virtude.

Em 1998, Janine construiu suas raízes no Sitio das Estrelas. Nesse lugar, encontrou-se com o Tantra primordial através a espiritualidade e os ensinamentos de Srii Srii Anandamurti, O Mestre.

O Sítio das Estrelas é um Ashram, com Janine como Guardiã, e onde mora e trabalha e abre a porteira para receber os Caminhantes que desejam usufruir dos Retiros Espirituais e Encontros sobre os Temas acima mencionados e dos Trabalhos e Vivências em Espiritualidade e Prática na Meditação e em Imersão no Auto-Conhecimento.

Namaskar! Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!


Saiba mais sobre os Trabalhos de Janine Milward 
acessando sua Página Principal:

http://paginadajanine.blogspot.com.br/





Com um abraço estrelado,
Janine Milward
Seu Livro de Vida
Quase tudo o que você quer saber
 sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento,
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward


Namaskar!
Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!