Capítulo 21 - Arqueologia da Alma - amostragem




Seu Livro de Vida

Quase tudo o que você quer saber
sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward




Capítulo  21

Arqueologia da Alma


Mergulho da Alma em suas profundezas,
para um maior processo de revelação do desejo da Alma

Janine Milward


Editora Estrela do Belém




SEU LIVRO DE VIDA

AMOSTRAGEM DO CAPÍTULO 21
Arqueologia da Alma

Trazendo a descrição completa dos Temas a serem abordados
E alguns trechos dos vários textos apresentados

Em
 http://seulivrodevida.blogspot.com
você encontrará
a Amostragem de cada um dos 22 Capítulos/Volumes
e também
Como Adquirir os Capítulos/Volumes de Seu Livro de Vida!


Temas a serem abordados no Capítulo 21 ORIGINAL
 (159 páginas):


Dois Dedos de Prosa, caro Amigo das Estrelas!

Apresentação da Obra
Seu Livro de Vida
Sobre Seu Livro de Vida
e sobre O Risco do Bordado,
o mapa astral natal,
e sobre os demais mapas coadjuvantes
Sobre o Encadeamento dos Temas
ao longo dos 22 Capítulos/Volumes de Seu Livro de Vida
Síntese dos 22 Capítulos


Sobre a Arqueologia da Alma

O desejo de Cura e de Aprofundamento do Conhecimento de si mesmo:
Conhece a Ti Mesmo e Torna-te Quem És - através a expansão da mente.

VISÃO SUBJETIVA

PRIMEIRA PARTE

A Criação
através as Visões da Cosmologia Física,  do Tao, do Tantra Ancestral
e da Cosmogonia, no Pensamento Greco/Romano

Cosmologia Física

O Tao da Criação:
O (Re) Nascimento do Universo
Sublime Yang e Sublime Yin
O Céu, a Terra e o Homem
O Tantra da Criação:
A Semente do Desejo da Criação
Os Mundos da Não-Manifestação e da Manifestação
Consciência Suprema, Consciência Cósmica, Energia Cósmica
O Ciclo de Brahma, Ciclo da Criação
Cosmogonia,
A Criação através o Pensamento Greco/Romano
Do Caos ao Cosmos
Algumas Considerações sobre Júpiter, Plutão, Netuno e Saturno


SEGUNDA PARTE

Alguns Conceitos sobre Astrologia da Alma
e do Auto-Conhecimento
Fusão entre Tao e Tantra Ancestrais
Mente e Luz e Não-Luz
O Universo e sua Forjaria de Estrelas e de Vida
Simultaneidade do Universo: ... Somos Poeira de Estrelas ...
Vivências Sucessivas (Re-Encarnações)
Planeta Terra: Estação de Trabalho e de Iluminação – e de Liberação
Nossa Família Cósmica:
O Sistema Solar onde vivemos dentro da visão dos Arquétipos
fusionadores entre o Tao e o Tantra Ancestrais
e o Pensamento Greco/Romano
O Zodíaco: Anel de Estrelas, Luminares e Planetas
Os Doze Signos
A Mandala Astrológica e As Quatro Estações da Vida
Os Doze Cenários de Vida, as Casas Astrológicas


TERCEIRA PARTE

O Processo de Auto-Cura e o Aprofundamento do Auto-Conhecimento
através a Expansão da Mente:
A Arqueologia da Alma

Tudo é Mente
(Manifestada através da Luz e Não-Luz - A Criação)
Karma e Samskara
Dharma
Livre-Arbítrio
Desejo dentro do Não-Desejo
A Semente Queimada e Voto do Bodhisattva
Terra: Estação de Trabalho e de Iluminação
Urdimento e Trama do Tear do Criação
Tempo e Espaço
Espírito e Alma
Eu Sou a Consciência Cósmica, a Consciência Cósmica Sou Eu
Sementes Queimadas e Sementes que Nascem de Novo
Portanto...
                                              Os Fundamentos da Astrologia da Alma                                             
Espírito e Alma fusionados ao Ego, dentro do corpo físico
A Encarnação propriamente dita no Planeta Terra
A Descida à Encarnação
Mapa Astral, nosso Risco do Bordado de nossa vida

QUARTA PARTE

O Risco do Bordado

O Grande Teatro da Vida

Sobre os Atos de Vida
Intenções e Realizações da Alma quando da elaboração de seu Mapa Astral
Eu Sou: Eu Farei, Eu Faço, Eu Fiz

Auto-Cura e Auto-Conhecimento advindos da Expansão da Mente
Sol, Lua, Terra/Homem e Mandala Astrológica



VISÃO OBJETIVA
sobre o Processo da Arqueologia da Alma

QUINTA PARTE

Inter-Ação entre o Risco do Bordado, o mapa astral natal,
e os mapas da arqueologia da Alma

Reorientação das Casas Astrológicas:
Como Compor uma Mandala Redesenhada
 Casas Derivadas e Casas Pressupostas
Símbolos e Estrelas Protetoras
O Trem da Vida
Aspectos e Trânsitos

Fusão da Visão Objetiva com o Trabalho Prático de Redesenhamento
do Risco do Bordado através as Mandalas com os Temas dos Luminares e dos Planetas,
dentro do Processo da Arqueologia da Alma

Exemplos Práticos
Seu Livro de Vida Personalizado
Leitura de cada um dos Arquétipos
(Luminares e Planetas)
formando as Mandalas Astrológicas redesenhadas
 da Arqueologia da Alma de Caminhante
(com a devida permissão do mesmo)

Mergulho da Alma em suas profundezas,
para um maior processo de revelação do desejo da Alma


Os Luminares -  Sol e Lua
Sol e Lua: Nosso Sublime Yang e nosso Sublime Yin, Espírito e Alma encarnados, revelam nosso interior e nosso exterior sob os aspectos dos arquétipos Pai e Mãe e como devemos introjetar ambos esses aspectos em nossa identidade de Trabalho e de Espiritualidade e na vida como um todo.
Os Planetas Pessoais - Vulcano, Mercúrio, Vênus e Marte
Mercúrio, Vênus e Marte: revelam nossa forma de nos comunicar com o mundo, nossos desejos de vida e de atração, nossa ação e nossa vontade de ser e de viver.
Os Planetas Sociais - Júpiter e Saturno
Júpiter e Saturno: Dharma - a maneira essencial do Caminhante ser -  e Karmas e Samskaras - ações e reações em potencial - dentro do cumprimento das missões de vida em termos pessoais e fundamentalmente, em termos sociais e públicos e planetários.
A Ponte e os Planetas Transpessoais - Quíron, Urano, Netuno, Plutão e Transplutoniano
Quíron: ponte entre o mundo da manifestação e o mundo da não-manifestação, entre os arquétipos pessoais e sociais e os arquétipos planetários.
Urano, Netuno e Plutão: revelam as grandes mudanças a serem realizadas em nossa vida. Esses Mapas deverão ser lidos de forma a orientar o Caminhante em suas transformações de vida, na percepção de seu Trem da Vida, na compreensão do passado, do presente e do futuro e total fusão da Alma com o Ego.
Transplutoniano (que eu denomino de Ísis) : revela o potencial do desbravamento dos segredos dos conhecimentos não-revelados e que são somente revelados após a metamorfose e a regeneração plutonianas.



Arqueologia da Alma


ALGUNS TRECHOS EXTRAÍDOS DO CAPÍTULO 21:


Sobre a Arqueologia da Alma

O desejo de Cura
e de Aprofundamento do Conhecimento de si mesmo:
Conhece a Ti Mesmo e Torna-te Quem És
- através a expansão da mente.


O Tema desta nossa Aula é O Processo de Auto-Cura e de Aprofundamento do Auto-Conhecimento através a Expansão da Mente: A Arqueologia da Alma.

Devo dizer inicialmente que essa expressão ‘Arqueologia da Alma’ não é criação minha: ela advém desse trabalho astrológico sendo realizado por um consultor astrológico, Antonio Scavoni, que pratica a Astrologia da Alma e com quem aprendi alguns primeiros passos, nesse Tema.

Eu me permito continuar a usar essa expressão ‘Arqueologia da Alma’ pois a considero absolutamente perfeita! - assim como eu sei que muitas das expressões que eu venho criando dentro da Astrologia vêm passando a serem usadas por outros astrólogos, o que muito me deixa feliz, como um exemplo: O Trem da Vida, para designar o Nódulo Sul ou Cauda do Dragão enquanto Vagões e o Nódulo Norte ou Cabeça do Dragão enquanto Locomotiva.

A Arqueologia da Alma pressupõe um Mergulho da Alma em suas profundezas, para um maior processo de revelação do desejo da Alma.

Esse mergulho da Alma não somente lhe proporciona uma maior consciência sobre seu desejo de encarnação - questão sempre por nós sendo vista através nosso Risco do Bordado - como também lhe proporciona seus constantes processos de Auto-Cura e Auto-Conhecimento advindos da Expansão da Mente.

É certo que viemos, ao longo de nossas tantas e tantas Aulas de nosso Curso Online Amigos das Estrelas, aprendendo a desvendar mais e mais sobre o mapa astral natal - que eu gosto de denominar de Risco do Bordado - e seus tantos e tantos demais mapas coadjuvantes, todos extraídos de nossa Mandala Astrológica original.

No entanto, dentro do trabalho de Arqueologia da Alma, existe uma intenção absolutamente clara sobre as questões de Auto-Cura e de Auto-Conhecimento, ambos advindos de uma maior expansão da mente.

Sabemos que nossa mente é um pedacinho consciente da Mente Cósmica, por sua vez advinda da Suprema Consciência.  Esse pedacinho, porém, precisa estar sempre sendo ampliado, ao longo de nossas tantas e tantas vivências sucessivas, de forma que possamos cada vez mais retirar de nosso inconsciente pessoal e coletivo tudo aquilo que faz parte da Mente Cósmica... até podermos nos fusionar plenamente com a Suprema Consciência.

Portanto, a Arqueologia da Alma é um processo de conscientização acerca a mente e suas potencialidades de expansão.  E uma das formas de isso acontecer é através o desejo de Cura e de Aprofundamento do Conhecimento de si mesmo: Conhece a Ti Mesmo e Torna-te Quem És - através a expansão conscientizada da mente.

Sabemos todos que existe uma boa fusão entre os processos de atuação da Astrologia e da Psicologia.  E sabemos todos que a condição mais importante para um processo de cura ser bem-sucedido é o desejo dessa mesma cura realmente acontecer.  Sem desejo de cura, a cura pode não vir a acontecer.

Da mesma forma, é o desejo de um maior aprofundamento no auto-conhecimento que faz a mente trabalhar mais e mais no sentido de se expansionar e perceber suas próprias verdades acerca de si mesmo, Caminhante!

Sendo assim, dentro da Arqueologia da Alma, estaremos redesenhando Mandalas Astrológicas a partir dos Temas de cada um dos mais importantes Arquétipos constantes em nosso Risco do Bordado, em nosso mapa astral natal - Luminares e Planetas.

Cada uma dessas Mandalas redesenhadas estarão compondo um degrau, digamos assim, de mergulho da Alma em busca de sua verdadeira essência dentro daquele Tema arquetípico sendo composto e estudado.

Estaremos começando nosso trabalho de Arqueologia da Alma, através a composição das Mandalas redesenhadas trazendo os Temas do Sol e da Lua, nosso Tempo e nosso Espaço, nosso Sublime Yang e nosso Sublime Yin, nosso Espírito maior ligado ao Tao da Criação e nossa Alma encarnada trazendo em seu bojo o Espírito subjetivado, tudo isso sendo aliado ao Ego, da encarnação propriamente dita.

Depois, em duas Aulas subseqüentes, estaremos enveredando nosso mergulho de Alma através os Planetas Pessoais e Sociais e Transpessoais.

A verdade é que, ao finalizarmos esse mergulho profundo de nossa Alma em busca de sua auto-cura e de aprofundamento de seu auto-conhecimento, tudo de forma bem mais conscientizada por nós e portanto, podendo ser vivenciada por nós - sempre a partir do desejo de expansão de nossa consciência, é certo -, estaremos prontos a desvendarmos os mistérios do Oráculo de Delfos: Conhece a Ti Mesmo e Torna-te Quem És.

Cada um de nós temos uma missão específica a ser realizada em cada uma de nossas tantas e tantas vivências sucessivas - seja aqui no Planeta Terra ou em outro Planeta que permita a materialização plena da vida assim como a conhecemos.  Aliás, eu diria que temos duas missões: a primeira é conhecermos a nós mesmos e nos tornamos quem somos; a segunda é bem sabermos vivenciar aquilo que nossa Alma para nós teceu em nosso Risco do Bordado - a partir de nossa conscientização plena a respeito de nós mesmos e de nossa cura plena de forma a não nos deixar desviar de nosso longo Caminho trilhado ao longo de zilhões de encarnações: os Caminhos da Iluminação e da Liberação ou Imortalidade.

Lao Tse nos diz, em seu Capítulo 64 do Tao Te Ching, o Livro do Caminho e da Virtude:

Uma longa jornada inicia-se debaixo dos pés.

Tao é o Caminho.

O Caminho é o Tao e a Virtude, Te, é a nossa conduta a ser bem realizada em nosso Caminho da Iluminação e posterior Caminho da Imortalidade.
Tantra é a liberação das ataduras da ignorância para que possamos bem praticar a Virtude, Te, e nos conscientizarmos de nosso Caminho, Tao.

Tantra também significa a força, a coragem que devemos ter para nos libertarmos da escuridão da ignorância de forma a bem caminharmos nosso Caminho através a boa elaboração de nossas ações, Karma, da expansão de nossa mente através o Conhecimento, Jinana, e da abertura de nosso coração e mente à Devoção, Bhakti, realizando, assim, nossa essência fundamental, nossa maneira primordial de ser, Dharma.

Os conhecimentos sobre o Tao ancestral são advindos de Lao Tse, o Mestre.  Os Conhecimentos sobre o Tantra Ancestral são advindos de Srii Srii Anandamurti, o  Mestre.



O Universo e sua Forjaria de Estrelas e de Vida

Dentro do universo que denominamos de Vida, aparentemente tudo teria começado – e esse começo seria a sintetização de um final  anterior... - a partir de energias Yang e Yin concentradas dentro de um pequeno ôvo, digamos assim.  Shakespeare denominou Universo dentro de uma casca de noz.  De tal forma essa energia se concentrou... que explodiu naquilo que chamamos de Big Bang... e todo nosso universo se formou a partir de então e foi se ampliando e de desenvolvendo, concentrando essa energia espraiada em estrelas compactas e imensas que explodiram ainda bastante jovens, deixando seus restos continuarem sua viagem e sua expansão desse mesmo universo em tempo e espaço, formando novas estrelas e novas vidas.  E certamente, sempre formando novos universos: o Pluriverso ou Multiverso

Nosso Sol faz parte dessa sucessão de vidas estelares, já em seu terceiro ou quarto tempo, ou seja, faz parte dessa re-encarnação de estrelas – e nós também!  Toda a Criação assim como a conhecemos é Poeira de Estrelas.  Sendo assim, você e eu, toda a Criação, pertencemos enquanto Espírito e Alma – energias Yang e Yin - desde esse potencial universo existente dentro de uma casca de noz, em seu Big-Bang, em seu espraiamento formando o tempo e o espaço, ontem, hoje e amanhã.  Somos tudo isso, tudo isso existe dentro de cada um de nós, dentro de cada pequeno grão de areia nesse imenso universo que nos rodeia.

E sempre temos que levar em consideração que toda a Criação existe a partir de Deus, a Mente da Criação, que advém da Mente Cósmica – um Deus ainda mais poderoso e que faz parte do Umbral entre o Mundo da Manifestação e o Mundo da Não-Manifestação – tudo isso advindo da real única existência: a Suprema Consciência, Deus da Suprema Consciência, algo que está muito além da compreensão simples ou mesmo de qualquer linguagem de manifestação.

Em nosso Espírito e em nossa Alma – energias primordiais de manifestação da mente em Luz e Não-Luz, Yang e Yin -, trazemos nossa parte desse Deus da Criação, Deus da Mente Cósmica, Deus da Suprema Consciência – a Sagrada Trilogia, sendo sempre apenas um único Deus, sem dúvida alguma manifestado através de si enquanto Pai, Filho e Espírito que encarna e que traz a Criação e que faz a Criação poder acontecer.  Nós nos encaixamos dentro do Filho.  E por isso mesmo, vamos encarnando ao longo das re-encarnações das estrelas do universo, em Espírito e Alma, sempre, até que retornemos à Casa do Pai.

Como nos diz Srii Srii Anandamurti, a meta da vida humana – onde a mente já se encontra em maior estágio de possibilidade de expansão infinita e iluminada – é alcançar a Iluminação e posterior Liberação – ou seja, nos fusionarmos com a Mente da Criação, e depois com a Mente Cósmica e finalmente, voltarmos a pertencermos à Suprema Consciência, sempre dentro do ciclo de eterna mutação entre o Mundo da Não-Manifestação e o Mundo da Manifestação, dentro do ciclo de Eu Farei, Eu Faço, Eu Fiz, o chamado Ciclo de Brahma, Ciclo de Deus e sua Criação.



Simultaneidade do Universo: ... Somos Poeira de Estrelas ...

Sincronicidade, Arquétipo, Linguagem, Inconsciente Coletivo, Consciente e Inconsciente
 Mitos e Símbolos

Dentro da Criação, tudo sempre se encontra em constante estado de mutação.  Apenas o Tao é imutável.  A constante mutação do universo é a imortalidade do universo. Essa é a simultaneidade do universo. Essa simultaneidade é a base estrutural do conceito fundamental da relação céu e terra: a sincronicidade, ou seja, assim é na Terra como no Céu.

A verdade é que todas as luzes e não-luzes do universo são como letrinhas colocadas contra o quadro-negro do tempo e do espaço.... Essas letrinhas conjugadas em palavras estruturadas como linguagem, nos contam a história de todo o universo, de si para si mesmo, em todos os tempos e espaços....

Sendo parte integrante da constante mutação desse universo, tendo dentro de nós, em nosso corpo, em toda a natureza, toda a alquimia realizada pelo tempo e espaço....temos então toda a história do universo já contida dentro de nós, passado, presente e futuro... ao mesmo tempo que podemos ter a confirmação dessa história através das luzes e não-luzes das estrelas....

Assim, o conceito inicial da sincronicidade nos remete ao conceito do arquétipo: o universo é simultâneo e habita dentro de cada um de nós. Todo o universo está contido dentro de nós - a perfeita interiorização ao mesmo tempo que todo o universo está contido fora de nós, a perfeita exteriorização. A fusão desses dois elementos, a interiorização e a exteriorização, nos traz o arquétipo.

Quando olho para o nosso sol, em nosso humilde sistema solar, essa nossa pequena e modesta família dentro da Via Láctea, nossa galáxia, - eu estou vendo no sol a idéia original do Criador, ou seja, aquele que dá a vida e a sustenta. E na lua, tão próxima, eu vejo a idéia original daquilo que permite a criação acontecer.... Vejo então no Sol o pai e na Lua, a mãe.  Esses são os arquétipos fundamentais vistos a partir do ponto de vista do planeta Terra, que é um planeta de encarnação, de materialização da natureza em seres, em mentes e corações.

O Sol é o arquétipo do Pai e a Lua, o arquétipo da Mãe.... Então, sendo nosso sistema solar uma família dentro da Via Láctea...., podemos chegar à conclusão de que os planetas são nossos irmãos, irmãos do Planeta Terra, onde vivemos!

A linguagem entre o céu e a terra saiu do inconsciente e veio à consciência: estavam criadas a espiritualidade, as religiões, as crenças, as filosofias, as ciências, as artes, a comunicação, a troca, a cultura, a sociedade, a família, a manutenção da vida, a história da vida no Planeta Terra .  Em tudo, na Criação, se espelha a Mente Cósmica em sua energia de Luz e Não-Luz expressa através do Sublime Yang e do Sublime Yin.  Em tudo, na Criação, existe Espírito e Alma, não duvide disso, jamais.

O homem, aquele que usa a sua mente, é, portanto, o integrador da relação céu e terra. E sendo o integrador, o fiel da balança, é o homem também aquele que dá sentido ao céu e a terra da mesma forma que o céu e a terra lhe dão seu sentido. Sem a mente pensante e a possibilidade de expansão da consciência para fusionar céu e terra, o universo não faz sentido.

O universo faz sentido ao homem porque o homem dele extrai seu sentido. Daí a necessidade primordial do homem sempre ter venerado e respeitado, inicialmente, a própria natureza como seu grande Pai e sua Grande Mãe, através as realidades do Céu e da Terra e as forças do Sol e da Lua. E ainda além, muito mais além das forças do Sol e da Lua, encontra-se a própria natureza em si mesma impondo sua veneração e seu respeito. De tal forma que o homem precisou se espelhar na Criação através a força do Criador....

..... Mas ...., quem escreve através das estrelas?

"A força que guia as estrelas guia você também" 

.........................  palavras de Srii Srii Anandamurti, o Mestre




Vivências Sucessivas (Re-Encarnações)

Sendo poeira de estrelas, temos em nosso corpo e conseqüentemente em nossa mente, guardados toda a herança deixada pelas estrelas nossas antecedentes, como uma árvore genealógica da galáxia, do universo em que vivemos. Assim, existe dentro de nós e em nós o passado, o presente e o futuro, tudo dentro de nossa vida, numa mesma simultaneidade do universo.

Podemos, então, compreender que existe vida em toda a Criação.  E podemos também compreender melhor sobre essa vida a partir de nossa própria expansão de mente.  Dessa maneira, o homem possui esse imenso privilégio de expansionar sua mente e dessa forma, poder compreender melhor o universo que o rodeia e também a si mesmo.

Ao longo da vida do universo em que vivemos – ou mesmo, quem sabe, de outros universos existentes na Criação como um todo -, nosso Espírito e nossa Alma – energias de manifestação da mente em Luz e Não-Luz, Yang e Yin -, vão amealhando sua expansão de mente, vida após vida, em vivências sucessivas – as chamadas re-encarnações.



Planeta Terra: Estação de Trabalho e de Iluminação – e de Liberação


A Terra é um Planeta absolutamente privilegiado para acolher as encarnações de Espírito e Alma através de sua prodigiosa materialização.  Sendo assim, devemos sempre abençoar o fato de estarmos encarnados nesse Planeta e aqui podermos desenvolver nossa mente de forma absolutamente infinita e iluminada – luz é matéria.  Por isso mesmo, a Terra é um Planeta de Trabalho e de Iluminação, ou seja, aqui trabalhamos todos uns para os outros e trabalhamos cada um de nós para desenvolver nossa mente e nos iluminarmos.  Nosso ciclo de vivências sucessivas dentro do Planeta Terra não termina apenas em nossa Iluminação e no bom desenvolvimento de nosso Trabalho.  Existe ainda a necessidade – dentro de um Planeta de total materialização, como nossa Mãe-Gaia, de alcançarmos nossa Liberação, ou seja, nossa liberação da Roda da Vida, a Samsara, que nos inclui dentro desse mesmo Planeta para bem desenvolvermos ilimitadamente nossa mente.

A partir da plenitude do Caminho da Liberação, poderemos nos tornar Mestres, novamente encarnados, se assim optarmos, ou mesmo Mestres Ascensionados e Protetores da Mente Planetária e Solar ou mesmo, quem sabe, abrirmos outros universos a partir de nossa energia concentrada de vida através do Espírito e da Alma da Mente da Criação



Eu Sou a Consciência Cósmica, a Consciência Cósmica Sou Eu

 Sinto, portanto, que o espírito – A Luz – nasce junto com o universo e com ele caminha até o final desse mesmo universo... tornando-se Não-Luz... como a escuridão da semente que apenas aguarda o momento adequado para voltar a ser Luz, ou o momento da explosão e da criação de um novo universo, criando novo tempo e espaço. A verdade é que o espírito e a matéria que o contém significam o próprio universo, eles são a fusão do universo.

Assim, mesmo que um universo morra e se decomponha por completo... não estará se tornando o húmus que tonifica a semente que se abrirá em novo universo? Essa é a alma da Criação.

E não é verdade que são o espírito, a alma e a matéria em Luz e Não-Luz contenedores da vida e da mente condensadas a partir da Mente Cósmica que por sua vez é criada pela Consciência Cósmica, a Suprema Consciência?

           Sendo assim, nosso espírito, nossa alma e nossa mente são a própria Consciência Cósmica.

Eu sou a Consciência Cósmica; a Consciência Cósmica sou eu

Baba Nam Kevalam
A Consciência Suprema a tudo permeia



A Descida à Encarnação

É você, Caro Amigo das Estrelas, quem escolhe o momento adequado para sua descida na Terra, sempre estruturado pelo Tao da Criação, o momento em que - a partir da latitude e longitude deste Planeta onde você estará nascendo do pai e da mãe que também você escolherá (serão eles que transmitirão a você todo o dna de conhecimento deste sistema Solar e do nosso planeta)... porque este instante cósmico escolhido por você expressa, num primeiro momento, aquilo que sua Alma deseja vivenciar nesse aqui e agora de seu Trem da Vida, nesta Estação.

O Mapa Astral, então, se faz a partir de seu nascimento, como uma fotografia do céu em nível de 360 graus, captando, num primeiro momento, o Sol e a Lua (os arquétipos do Pai e da Mãe) e os nossos irmãos Planetas (cada irmão tem uma forma própria de ser) e mais alguns outros pontos matemáticos ou mesmo pontos de luz, todos contra o pano de fundo, em seu aparente andar, das constelações ou signos do Zodíaco, o anel da vida.

Temos, como você mesmo pode ver, os atores, os coadjuvantes e o cenário. O Texto é o próprio Mapa Astral que vamos chamar de O Risco do Bordado. Esse Risco do Bordado é realizado por sua Alma - que é a Diretora desta peça cósmica - inspirado naquilo que seu Espírito primordial - o Autor -, atado ao cordão umbilical da Suprema Consciência do Tao da Criação, lhe sopra no coração e na mente.

Dessa maneira, Caro Amigo das Estrelas, você pode perceber que sempre, sempre, você é a primeira e última pessoa responsável pelo seu Risco do Bordado, por sua vinda a esta Estação Terra - sem nunca deixar de ser sempre estruturado pelo Tao da Criação, certamente.

Também este pensamento pode lhe deixar sentir um pouco Solitário.... é assim mesmo. Somos todos Solitários dentro do universo - que é absolutamente impessoal - e, no entanto, somos todos partes adjuntas e conjuntas que formam o universo - o que lhe incute alguma pessoalidade.

Srii Srii Anandamurti nos diz:

“Você nunca está só ou desamparado.
A força que guia as estrelas guia você também”

E mais ainda, é bem possível que esta vida nossa do aqui e agora seja apenas uma entre tantas outras nossas vidas que nos acontecem em universos paralelos... por que não? Existindo a simultaneidade do passado, presente e futuro, também somos nós existentes dentro dessa simultaneidade e nosso Espírito, certamente, sempre atado ao cordão umbilical do nosso universo, pode se manifestar pluralmente.

O diferencial do planeta Terra, onde privilegiadamente estamos encarnados, é que, sendo luz matéria, é aqui que temos a possibilidade de bem realizarmos nossos Caminhos da Iluminação e da Liberação.

É uma oportunidade imperdível.... que, infelizmente, a maioria perde.



Mapa Astral, nosso Risco do Bordado de nossa vida

O Mapa Astral, a meu ver, é nossa carteira de identidade cósmica, é a fotografia do céu no momento do nosso nascimento (dentro do escopo das efemérides astrológicas estruturadas em 00 de Áries)que nos revela quem somos nós neste aqui e agora de nossa encarnação no planeta Terra.

Esta fotografia vai conter, numa primeira revelação, o posicionamento do Sol e da Lua e dos Planetas e Asteróides, bem como de alguns Pontos, contra o pano de fundo das constelações/signos do Zodíaco, o anel da vida. É de uma simplicidade aparentemente extrema e, no entanto, nos revela uma riqueza infinita.

Ao longo de nossa vida, mesmo antes de nosso nascimento e depois de nossa morte, outros mapas vão surgindo, transformando bastante a qualidade de inter-relação primordial dos atores da peça, o cenário, a compreensão da direção e, por vezes, o próprio texto.... Isto acontece a partir da possibilidade de irmos, você e eu, atualizando, sempre e sempre, nosso Risco do Bordado a partir da expansão de nossa consciência e do nosso auto-conhecimento - o que alguns chamam de expressão do livre-arbítrio.

Então, se alguém disser a você que assim parece que sua vida já fica cristalizada desde sempre, no antes e no durante e no depois, ou que o Karma é eterno e isso e aquilo e aquilo outro..... Fique calmo, Caro Amigo das Estrelas, respire fundo e lembre-se: é nossa Alma que cria o Risco do Bordado que é a fotografia do céu no momento do nosso nascimento, nossa carteira de identidade cósmica. Porém, ao longo de nossa vida, com a inter-relação entre consciente e consciente, entre alma e ego, podemos ir bordando nosso Risco da maneira conveniente e possível para cada momento: uma linha mais rica aqui, outra menos rica ali (a humildade é a maior das virtudes), um ponto mais frouxo aqui, outro mais apertado ali, fazer e refazer uma eternidade de vezes.... até alcançarmos nossa Iluminação.



Inter-Ação entre o Risco do Bordado, o mapa astral natal,
e os mapas da arqueologia da Alma:
Reorientação das Casas Astrológicas

Como Compor uma Mandala Redesenhada

Tendo em mente as questões acima comentadas, tomaremos sempre como ponto de partida dos Mapas Redesenhados a partir de cada um dos Arquétipos formadores das Mandalas da Arqueologia da Alma, o ponto do Ascendente.

Trocando em miúdos: se quisermos formular a Mandala redesenhada para realização da Arqueologia da Alma para nosso Sol, teremos que fundamentar esse mapa tomando o grau (em minutos e segundos) desse mesmo Sol enquanto Ascendente e depois irmos confeccionando as restantes onze Casas Astrológicas a partir desse mesmo grau, porém sempre em continuidade de signos.  Por exemplo: um Sol Canceriano (como no exemplo prático que veremos mais abaixo) em grau 11Cancer35 (poderemos sempre arredondar os segundos), estará trazendo a Casa  Dois em 11Leão35, a CasaTrês em 11Virgem35, o Fundo do Céu em 11Libra35... e assim em diante.  Ao terminarmos de confeccionar as entradas dos Doze Cenários da Mandala Astrologica redesenhada a partir da Arqueologia da Alma para o Sol, teremos que ir incluindo, com perfeição de graus e de signos, todos os demais Arquétipos que se apresentam em nosso Risco do Bordado, nosso mapa astral natal!

Existem alguns bons Programas Astrológicos de Computador que nos trazem essas Mandalas redesenhadas a um simples toque de dedo (meu Programa SolarFire 3.5, mesmo já antiquado, me traz essa informação, graças aos céus!).  No entanto, eu sempre recomendo que façamos esses desenhos à mão, numa folha de papel em branco: é uma boa forma de sempre irmos memorizando nosso Risco do Bordado e seus Arquétipos incluídos, com graus corretos dentro dos signos!  E mais: ao fazermos esses desenhos estamos, sem dúvida alguma, enviando essa informação para nosso pré-consciente que, por sua vez, possui uma boa dinâmica com nosso inconsciente.  Ou seja, sempre que precisarmos, estaremos podendo compreender mais e mais acerca nosso Risco do Bordado, com as informações que volta e meia nosso inconsciente nos brinda ao nosso consciente!



Reorientação das Casas Astrológicas

Casas Derivadas e Casas Pressupostas

Ao compormos as Mandalas redesenhadas, dentro de cada um dos Temas dos Arquétipos constantes do Risco do Bordado - Luminares e Planetas -, nos depararemos, então, com a Reorientação das Casas Astrológicas originais, perfazendo, portanto, praticamente um processo de Casas Derivadas, ou seja, uma imensa ampliação de leitura e de interpretação podendo acontecer dentro do mapa astral natal!

Dentro do processo de leitura de Casas Derivadas, encontraremos novas formas de expandirmos nossa interpretação. 

Por exemplo:  nossa Casa Três original é a Casa Um de nossos irmãos; e em seguimento, nossa Casa Quatro, seria a Casa Dois deles; nossa Casa Cinco seria a Casa Três deles; nossa Casa Seis seria a Casa Quatro deles... e daí em diante.

Nossa Casa Cinco original é a Casa Um de nossos  filhos; em seguimento, nossa Casa Seis é a Casa Dois de nosso filhos; nossa Casa Sete é a Casa Três dos nossos filhos, nossa Casa Oito é a Casa Quatro de nossos filhos... e daí em diante.

Nossa Casa Onze original é a Casa Um de nossos amigos e dos filhos do nosso Outro, filhos do mundo; em seguimento, nossa Casa Doze é a Casa Dois de nossos amigos; nossa Casa Um é a Casa Três de nossos amigos; nossa Casa Dois é a Casa Quatro de nossos Amigos... e daí em diante.

Já estamos bem acostumados em relação às questões voltadas ao Descendente sendo atuado enquanto Casa Um do nosso Outro; nossa Casa Oito sendo atuada enquanto Casa Dois do nosso Outro; nossa Casa Nove sendo atuada enquanto Casa Três do nosso Outro... e daí em diante.

E certamente, estamos sempre comentado o fato de que sempre poderemos ler e interpretar nossa Casa Doze enquanto a Casa Seis do nosso Outro; nossa Casa Quatro enquanto a Casa Dez de nosso Outro; nossa Casa Dez enquanto Casa Quatro do nosso Outro...

No entanto, em termos das Mandalas redesenhadas dentro do conceito da Arqueologia da Alma, tendo como Tema fundamental nossos Arquétipos principais de nosso Risco do Bordado - Luminares e Planetas - ocupando o lugar do Ascendente e abrindo um mapa de Casas Iguais, veremos que é bem mais fácil conceituarmos as Casas Pressupostas (essa é uma expressão  minha) a partir de cada um desses mesmos Arquétipos!

Por exemplo, no Risco do Bordado que veremos mais abaixo, encontraremos o Sol canceriano ainda em Casa Três mas já bem querendo adentrar o Fundo do Céu e se instalar em Casa Quatro. 

A partir dessa premissa, poderemos então perceber que trinta graus exatos antes do grau do Sol (ou seja de Câncer para Gêmeos), esse Caminhante convive com alguns Arquétipos ali inseridos como se fossem parte constante de sua Casa Doze Pressuposta.

Em continuidade, trinta graus antes do grau exato de Gêmeos até Touro, estaremos encontrando alguns outros Arquétipos que atuarão enquanto Casa Onze Pressuposta.  E daí em diante...

Portanto, ao darmos conformidade à Mandala redesenhada a partir do Tema  do Sol, seguindo ainda o exemplo acima, teremos um maior conforto de leitura, digamos assim, para bem podermos redesenhar o Risco do Bordado original!  Mais abaixo, o Amigo das Estrelas poderá ter uma idéia mais clara a respeito desse assunto, através a Mandala redesenhada do Sol, para nossos estudos práticos.

..............................................................................  (a continuidade deste Texto aparece no original do Capítulo 21)



Fusão da Visão Objetiva com o Trabalho Prático
de Redesenhamento do Risco do Bordado
através as Mandalas com os Temas dos Luminares e dos Planetas,
dentro do Processo da Arqueologia da Alma

Mergulho da Alma em suas profundezas,
para um maior processo de revelação do desejo da Alma:


Sol e Lua

Nosso Sublime Yang e nosso Sublime Yin, Espírito e Alma encarnados, revelam nosso interior e nosso exterior sob os aspectos dos arquétipos Pai e Mãe e como devemos introjetar ambos esses aspectos em nossa identidade de Trabalho e de Espiritualidade e na vida como um todo.

Quando saudamos uns aos outros, podemos dizer: Namaskar, eu saúdo você com minha mente e com meu coração!
Ou podemos dizer: Namastê, o Deus que existe em mim saúda o Deus que existe em você!

Em Namaskar, estamos aliando, fusionando, aliançando, nossa mente e nossa vida (o bater do coração) infinitizadas e oferecendo tudo isso ao nosso Outro.  A mente é aquela que contém em si mesma um pedacinho conscientizado da Mente Cósmica, que por sua vez advém da Suprema Consciência.  E a vida, através o bater do coração, é aquela que é ligada ao Tao da Criação.

Em Namastê, estamos literalmente falando do nosso Sol saudando o Sol do nosso Outro!

O Sol é a imagem do Mundo da Manifestação mais representativa, digamos assim, do Espírito maior que mora em cada um de nós.  Esse Espírito é diretamente ligado ao Tao da Criação, é a vida infinitizada que existe em todos nós.

Sendo assim, quando eu saúdo você, meu Amigo das Estrelas, em Namastê, é meu Sol dentro do meu signo solar que está saudando você em seu Sol e dentro do seu signo solar.

Sendo a vida, o Espírito, algo infinitizado, infinito, é certo se dizer que, através nossa Lua estaremos saudando a Lua do nosso Outro e de forma plenamente infinitizada sim, porém sempre passando por sua eterna mutação, em vivências sucessivas!

Portanto, ao saudar você, caro Amigo das Estrelas, em Namastê - ou mesmo em Namaskar -, estarei vivenciando meu Sol dentro do meu signo solar e minha Lua dentro do lunar signo lunar, dessa encarnação.

O Sol é a imagem representativa do Tao da Criação.  A Lua é a imagem representativa da eterna mutação que esse Sol vai vivenciando através suas inúmeras vivências sucessivas.

É por isso que dizemos que o Sol é a imagem concretizada da subjetividade que existe no Espírito diretamente ligado ao Sol.  E é por isso que dizemos que a Lua é a imagem concretizada da objetividade da encarnação desse mesmo Espírito traduzido pelos tantos Sóis que viemos vivenciando em nossas encarnações anteriores.

O Sol é o Espírito e a Lua é a Alma.  O Espírito não encarna objetivamente, apenas é representado por sua imagem maior, o Sol.  A Alma materializa-se na encarnação do corpo físico, trazendo em seu bojo, a imagem do Espírito subjetivo.  E tudo isso acaba sendo aliado ao Ego, dentro da materialização plena da vida - assim como a conhecemos no Planeta Terra.

Portanto, meu Espírito será representado por meu Sol em seu signo solar e em seu lugar de moradia dentro de uma das Doze Casas Astrológicas de meu Risco do Bordado.  E minha alma será representada por minha Lua em seu signo lunar e em seu lugar de moradia dentro de uma das Doze Casas do meu Risco do Bordado.

Mesmo que meu Espírito seja imajado dentro de sua subjetividade de ligação ao Tao da Criação, é certo se dizer que meu signo solar representa meu Espírito de forma inteiramente objetivada!

Quanto à Lua, é preciso que saibamos que ela traz em si as memórias, digamos assim, em sua mente acerca muitas de suas vivências sucessivas e anteriores de suas vivências com seu Sol em vários signos - e possivelmente nessa encarnação e através o signo e a Casa astrológica que apresenta essa Lua em nosso Risco do Bordado, esteja fazendo um fusionamento de tantas expressões do Espírito solar e fundamentalmente de um texto - signo - que mais lhe seja conveniente expressar-se nessa encarnação, como se fosse um museu de atuações de sóis de vidas anteriores.

Se virmos as questões do Sol e da Lua dentro das expressões de Luz e de Não-Luz compreendidas dentro da Mandala do Tai Chi - no fusionamento do Sublime Yang com o Sublime Yin -, nos encontraremos diante da composição mínima e máxima da eterna mutação dentro do Mundo da Manifestação e de sua concretização através o Tempo e o Espaço, através a Linha Contínua e Yang _______  e a Linha Vazada e Yin  ___  ___ - na filosofia e apreensão das verdades da vida, dentro do pensamento chinês, no I Ching, o Livro das Mutações. 

E também encontraremos a Constância do Sublime Yang, da Vida Primordial advinda do Tao da Criação e que é infinitizada e imutável em sua essência; e encontraremos a Duração do Sublime Yin, do fazimento da vida encarnada e materializada e que finitizada e mutável em sua essência.

Concluindo:

O Sol é a imagem mais representativa do Sublime Yang, da infinitização da Vida advinda do Tao da Criação, da Constância, do Tempo, do Espírito ligado à Mente Cósmica.  E certamente esse Sol é trazido até nós através o elemento masculino que propicia nossa encarnação, nosso pai encarnado.

A Lua é a imagem mais representativa do Sublime Yin, da finitização da vida através suas zilhões de reencarnações em materializações que proporcionam a vida e a mente infinitizadas sendo conduzidas através a Alma que traz em seu bojo a infinitização da vida em si, do Espírito maior ligado ao Sol.  E também através a imagem da Lua encontraremos a Duração dessas vivências sucessivas da matéria sempre em transmutação, em eterna mutação, no Espaço.  E certamente essa Lua é trazida até nós através o elemento masculino que propicia nossa encarnação, nossa mãe encarnada.

A verdade é, caro Amigo das Estrelas, que eu o aconselharia a retomar muitos dos Temas que foram comentados ao longo desse Trabalho, de forma que você venha a ter uma noção mais ampla a respeito do Sol e da Lua, a Luz e a Não-Luz.

MAPA ASTRAL NATAL - O RISCO DO BORDADO

Vamos tomar como exemplo, o mapa astral natal abaixo, que será desmembrado em seus Arquétipos mais importantes de Luminares e de Planetas.


O MAPA DO SOL

Primeiramente, caro Amigo das Estrelas, por que não conduzirmos nossa atenção sobre seus Símbolos e suas Estrelas Protetoras?

Um palhaço imita, de modo caricatural, personalidades conhecidas.
O Grau 11 de Câncer nos revela uma pessoa ou situação que, ao longo de sua existência, coloca bem claro o valor do humor no desenvolvimento da objetividade e da independência do pensamento. Para tanto, sua palavra-chave é "Descondicionamento".

Uma chinesa cuidando de um bebê, cuja aura revela ser ele a reencarnação de um grande mestre.
O grau 12 de Câncer nos revela uma pessoa ou situação que, ao longo de sua existência, vai aprendendo a perceber as partes mais características do todo, ou seja, o âmago, o umbigo, da situação dada, percebendo a mensagem, o significado essenciais do todo. Então, procura estabelecer esta condição junto ao seu conhecimento tanto intuitivo pessoal quanto ao conhecimento adquirido ao longo de sua vida, revelando ao mundo aquilo que considera suas verdades. Sua palavra-chave é "Revelação".

SIRIUS - 13:44 CANCER - The Dog Star - Alpha Canis Major
The mundane becoming sacred. O mundano que se torna sagrado.  A estrela mais brilhante do céu que      vemos sobre nós, denominada de A Tocha, Aquela que Brilha.  Sabe transmutar o ordinário em carismático, o comum em diferenciado.  Esta estrela tem a habilidade de transformar o mundano em sagrado, fazer daquilo que é comum algo sofisticado e carismático.  . O ideal pessoal deve ser sacrificado em função do ideal coletivo.
CANOPUS - 14:37 CANCER - The rudder of the Argo - Alpha Carina
The Path Finder – Aquele que aponta os caminhos.  Canopus é o grande navegador da nave Argo, dos argonautas, o Piloto do navio, também aquele que guia o barco dos mortos, no Egito.  É simbolizada como a estrela que aponta o caminho e até hoje é usada por todos para o propósito da boa navegação.


Eu diria que esses Símbolos Solares - Descondicionamento e Revelação - apontam para a necessidade de ser ligado a um Caminhante que possa conduzir sua vida dentro de suas próprias premissas de realizações que seu Eu Sou intuitivamente e essencialmente lhe apresentem - e nesse caso, se virmos o Mapa Natal Astral, o Risco do Bordado, encontraremos não somente o Ascendente dentro do signo de Áries como também sua Locomotiva do seu Trem da Vida.  que bom.

E também eu diria que nada como um Sol em Casa Três, lugar de expressão de comunicação e trocas, para esse Caminhante poder vir a se expressar e comunicar de forma adequada a corresponder a esses Símbolos, dentro do uso de sua mente.

Quanto às suas Estrelas Protetoras, céus, não poderiam ser melhores!  A verdade é que o céu estrelado nessa parte da abóbada celeste é realmente maravilhoso, coalhado de estrelas e mais estrelas, com um rasgar de fumaça branca advinda da Via Láctea que por ali passa, inclusive acolhendo nossa estrela mais bela e mais luminosa (pelo fato de estar muito próxima a nós, a apenas 8 mil anos-luz) Sírius, a Alfa do Cão Maior!  E Canopus é uma estrela que fica bem ao sul, é a Alfa do Navio, aquela que guia, que aponta para os caminhos.  Sírius e Canopus são consideradas as estrelas primeiríssimas, em termos de maior brilho, nos céus estrelados.

O lugar onde o Sol se encontrava naquele momento de evento de nascimento - seu passo de Eclíptica -, é bem ainda dentro dos pés já voltados para as pernas dos Gêmeos Castor e Pollux, um gêmeo voltado para as coisas da Terra e o outro, voltado para as coisas do Céu.

O Sol marcando o Ascendente da Mandala Redesenhada para a Arqueologia da Alma faz com que o Eu Sou desse Caminhante assinale, de maneira inteiramente definitiva, sua vida de aqui-e-agora voltada para sua expressão de comunicação e de troca, realmente, já dentro do signo de Câncer, marcando a fusão entre a racionalidade do signo de Gêmeos que vemos introduzindo a Casa Três no Risco do Bordado, no mapa natal astral original, e a sensitividade emotiva do signo de Câncer que vemos dando continuidade ao Terceiro Cenário e marcando presença no Fundo do Céu e na Casa Quatro, lugares fundamentalmente naturais a esse signo!

A verdade é que veremos, dentro da Mandala Redesenhada, ainda em Casa Um sua fusão com o finalzinho de Casa Três canceriana do Risco do Bordado do Caminhante e encontraremos seu Fundo do Céu e ainda estaremos passeando por toda sua Casa Quatro em Câncer e em continuidade desse Cenário, estaremos encontrando o signo de Leão, acolhendo Ísis, a guardiã dos segredos dos conhecimentos que são revelados para aqueles que passaram pela metamorfose e pela regeneração de Plutão, somente.

Portanto, podemos compreender que o Eu Sou desse Caminhante, com seu Sol Canceriano, enfatiza o signo de Câncer e todas as questões voltadas para sua Casa Três em diante e também traz uma imensa ênfase às suas questões de raízes planetárias e familiares bem como a grande luz que tudo isso pode vir a significar em sua vida e que pode chegar até ao mundo através sua possibilidade de ir desvendando, véu após véus, os mistérios do conhecimento - questões já comentadas através seus Símbolos, certamente.

E onde encontra-se o bom regente do signo de Câncer, que marca esse Sol no Ascendente na Mandala Redesenhada?  Sempre grudada a Lua se encontra ao Júpiter e no signo de Peixes - dessa vez em Casa Oito porém já anunciando ambos suas entradas em Casa Nove pisciana.  Sabemos que essa Conjunção estreitíssima entre Lua e Júpiter piscianos acontece em Casa Onze do Risco do Bordado do Caminhante, já bem próximos à Casa Doze.  Portanto, essa fusão entre Cenários Oito/Nove e Onze/Doze podem ser traduzidos pelo compartilhamento das questões acima citadas referenciadas pelos Símbolos e pelo Sol canceriano no Ascendente e residente em Casa Três, quase Quatro, no mapa astral natal; como também podem ser traduzidos pelo tapete voador, digamos assim, que se prepara para bem voar através os conhecimentos avançados e tudo isso podendo ser levado aos amigos e aos grupos sociais, dentro da atuação planetária agida de forma mais distanciada da Sociedade e mergulhada em seu próprio mundo abissal.

E veremos que tudo isso pode ser sempre vivenciado de maneira harmoniosa entre o Caminhante e seu Outro através seu trabalho e seu cotidiano de vida e suas inter-relações pessoais e sociais e planetárias (Casas Seis e Sete do mapa astral natal) com a presença do regente do signo de Peixes que acolhe Lua e Júpiter, o arquétipo de Netuno libriano vivendo em Casa Quatro da Mandala Redesenhada.

Esse Netuno libriano (que no Risco do Bordado mora exatamente na linha divisória entre final de Casa Seis, do trabalho, com o Descendente, o lugar do Encontro com o Outro), morador em Casa Quatro na Mandala Redesenhada, nos traz a regência de Vênus, também para o FC, que mora em Gêmeos e ao final da Casa Onze e já querendo adentrar a Casa Doze - enquanto que no Risco do Bordado mora em Casa Dois, já em signo de Casa Três.  Portanto, poderíamos dizer que esse Caminhante possui seus talentos plurais de ganhos plurais através trabalhos plurais para angariar seus sustentos pessoais de vida, através também seu trabalho diretamente voltado para seu Outro e suas associações ao seu Outro em termos de raízes compartilhadas harmoniosamente e em termos de ações plurais e grupais, sempre lidando com as questões de expressão de comunicação e troca, de forma bem pessoalizada, mesmo que atuando de forma social e planetária.

Seria também interessante que olhássemos para Júpiter, tão grudado à Lua pisciana, boa regente do Sol Canceriano:  o deus dos deuses e dos homens rege grande parte da Casa Cinco, acolhendo Ceres e a Parte da Fortuna,  e dá entrada à Casa Seis onde ainda acolhe Quíron sagitariano - tudo isso trazendo  criações e educatividade e empreendimentos em termos de ampliação de visão de vida e de mundo e de avanço dos conhecimentos, dentro da Mandala Redesenhada.  No Risco do Bordado, essas questões representam parte da Casa Oito, dos bens compartilhados, e a entrada e o avanço da Casa Nove, da ampliação da visão da vida e do mundo.  Portanto, em termos jupiterianos, o Sol canceriano da Mandala Redesenhada ainda pode auferir de fusionamentos entre Casas Cinco/Seis e Oito/Nove.

Se olharmos o Risco do Bordado, veremos que o Sol canceriano é antecedido por Mercúrio, Vulcano e Urano também cancerianos e de Casa Três!  Mercúrio se sente imensamente bem nessa área, sendo o bom regente do signo de Gêmeos que a introduz.  Vulcano gosta de sempre estar aliado a Mercúrio para ir seguindo e cumprindo, de forma objetivada realizada pelas mãos e pelo resto das ações de movimentação, como um todo, as ordens mentais do uso de mente mercuriano.  E Urano também se sente muitíssimo bem em área de ação mental, a Casa Três, e fazendo essa ponte entre a racionalidade mercuriana com a conscientização mais elevada dos conhecimentos e tudo isso sendo iluminado pelo Sol canceriano, ao finalzinho da Casa Três, já querendo adentrar o Fundo do Céu e a Casa Quatro, também no signo de Câncer.

Existe uma ação um tanto dicotômica, eu diria, em relação ao Mercúrio e ao Urano cancerianos.  Mesmo que se sintam bem em área de uso de mente, a Casa Três, dentro do signo de Câncer haverão de encontrar algumas questões interessantes - já mencionamos aquelas voltadas para Mercúrio e Gêmeos e Câncer e Casa Três - e estaremos agora mencionando aquelas voltadas para Urano em Casa Três e em Câncer:  Urano rege Aquário, que o mapa astral natal do Caminhante dá entrada à Casa Onze, lugar natural desse signo.  Aquário e Urano e Casa Onze são sinônimos de ação mental, sim, porém elevada a progressões geométricas infindáveis pois que são sociais e planetárias, contendo zilhões de mentes humanas pensantes e inter-agindo, no universo!  Urano e Aquário e Casa Onze são sociais  e planetárias, o lugar dos filhos do mundo e de suas raízes, da modernidade e do exotismo invadindo o lugar do tradicionalismo e da preservação intocada - questões que são vistas em Câncer e mais ainda: nesse signo encontramos as raízes familiares e a moradia pessoal. Urano e Aquário e Casa Onze são extremamente mentais e usam o verbo Eu Sei.... enquanto em Câncer, usa-se o verbo Eu Sinto, e em Casa Três, usa-se o verbo Eu Penso.  A Casa Três é um lugar de pensamento pessoal enquanto Urano é um arquétipo de pensamento que já traz em si a sintetização dos pensamentos pessoal, social e coletivo e planetário!

Se virmos o posicionamento de Mercúrio e Vulcano e Urano cancerianos dentro da Mandala Redesenhada, iremos encontrá-los em Casa Doze, porém todos já dentro do signo do Ascendente marcado pelo Tema do Sol Canceriano.  Em verdade, toda a Casa Doze irá conter partes dos signos de Gêmeos e de Câncer, com sua entrada ainda em Gêmeos representativo de dois dedos de graus de Casa Dois advindo do Risco do Bordado original e o restante, de Casa Três.

Portanto, aqui encontraremos uma fusão entre Casas Dois/Três e Doze, com os signos de Gêmeos, racional, e de Câncer, sensitivo, e este último acolhendo Mercúrio, Vulcano e Urano.   Podemos então pensar que grande parte da expressão de comunicação do Caminhante é voltada para as questões de conclusões de ciclos e de vida e de gestação dos novos ciclos e de vida e de espiritualidade e de pensamentos voltados para a arte e para o espírito - e possíveis ações dentro de uma maior compassividade - e tudo isso sendo vivenciado dentro das questões mais racionais e do pensamento pessoal de Gêmeos e da sensitividade e imaginação e do estar enraizado em sua concha, de Câncer.  E novamente aqui iremos encontrar, aliada à regência de Gêmeos por Mercúrio, a regência de Câncer pela Lua grudada ao Júpiter, em Peixes, trazendo ambos todas as questões fusionadoras dos dois mapas - o Risco do Bordado e a Mandala Redesenhada, comentadas mais acima.

Voltando ao Tema do Sol Canceriano fazendo as vezes de Ascendente, veremos que este rege o Leão que se encontra ainda em parte de Casa Um - já comentado mais acima - e que dá entrada à Casa Dois, acolhendo Plutão leonino.  Depois, adentra o signo de Virgem, até dar entrada à Casa Três.

Veremos então, que segundo este Tema solar, o ganho de vida acontece a partir desse tom canceriano intenso e de todas as questões a esse signo envolvidas e já comentadas todas, mais acima!  No entanto, a presença de Plutão leonino um tanto que modifica os talentos naturais e dons essenciais para ganhar a sobrevivência de vida, na Casa Dois ora descrita: é que sempre onde encontramos o Planeta metamorfoseador e regenerador, nossas questões de vida encontram suas mais intensas transformações!  É certo, portanto, se dizer que esse Caminhante vem, ao longo de sua vida, transformando intensamente sua forma de buscar o ganho do seu dinheiro pessoal de sobrevivência - porém sempre calcado em sua própria luz e na força intensa e poderosa dessa mesma luz, sem dúvida alguma.

Esse Plutão leonino traz um tom de maior extroversão e luminosidade ao Sol Canceriano e fundamentalmente lhe confere muita criatividade e muitos empreendimentos - bem como auferimento de heranças dos bens familiares de Casa Quatro - através seu posicionamento em Casa Cinco do Risco do Bordado do Caminhante.  Na Mandala Redesenhada, Plutão rege parte da Casa Quatro, acolhendo Pallas Athenas, libertária e justiceira, e dá entrada à Casa Cinco.  Em relação ao Risco do Bordado do Caminhante, Pallas Athenas se encontra ainda em Casa Sete porém já em signo de Casa Oito que é adentrada pelo signo do Escorpião.  Novamente, as questões familiares e de heranças fazem suas presenças acontecerem de forma bem marcante na vida desse Caminhante, tanto em seu Risco do Bordado quanto em sua Mandala Redesenhada através o Tema do Sol Canceriano no Ascendente.

A questão das grandes transformações de vida sempre prometidas por Plutão e por Escorpião e pela Casa Oito, lugar de Revirão de Vida, serão um mote intenso na vida desse Caminhante e a forma como este vier a realizar essas transformações deverá trazer impacto direto em relação à oportunidade - ou não - de bem usar essas questões acima comentados nos dois parágrafos anteriores para concretizar suas missões de vida.

E assim, caro Amigo das Estrelas, poderemos passar tardes e mais tardes de domingo - como esse domingo de começo do mês de março meio chuvoso meio cheio de sol... - discorrendo acerca os mapas acima, tanto sobre o Risco do Bordado quanto sobre a Mandala Redesenhada do Tema do Sol. 

O bom da Astrologia é que sempre temos coelhos e mais coelhos na cartola, sempre prontos a saírem da cartola e serem felizes, no mundo: sempre temos assunto!

Em termos do Trem da Vida, fusionando ambos os mapas, já comentamos algo num dos Itens da Terceira Parte desse Trabalho:

...........  Para a Mandala Redesenhada no Tema do Sol, encontraremos o Trem da Vida vindo de Casa Três libriana, bem próxima ao FC,  e se dirigindo para a Casa Nove ariana, bem próxima ao MC.  ......................
Portanto, para o Tema do Sol, veremos que as questões de expressão ampla e coletiva de comunicação é algo absolutamente fundamental e a ser realmente concretizado, enquanto bagagens, de forma que se busquem novas questões de atuação para essas mesmas expressões de comunicação porém de forma bem pessoalizada e voltada para suas raízes natais e de maturidade de vida. 

Para o Risco do Bordado, veremos que o Trem da Vida em seus Vagões librianos acolhendo Marte e Netuno advêm de Casa Seis, lugar de Trabalho e de ação no cotidiano de vida, e segue em direção à Casa Doze, lugar de conclusões dos ciclos e de gestação dos novos começos e de busca da espiritualidade.

É interessante percebermos que o Motorneiro, o regente da Locomotiva, encontra-se adentrado nos Vagões, e em Exílio, Marte em Libra nos dizendo que sempre busca encontrar em suas bagagens trazidas por sua mente suas questões de vida a serem bem harmonizadas em seu trabalho junto ao seu Outro e ao mesmo tempo sempre buscando por uma nova forma de ser e de se conduzir mais autonomamente e pessoalmente e intuitivamente e até bem solitariamente, eu diria.  Ao mesmo tempo, sempre esse Marte está pronto a ir e vir de Vagões à Locomotiva e vice-versa, sempre buscando se harmonizar ao seu Outro diante de seus novos valores e sempre levando seu Outro a também buscar por seus (do seu Outro) novos valores de vida.

Todas essas questões serão então, trazidas para serem vivenciadas dentro de áreas de uso de mente pessoal/social e de expressão de comunicação e troca pessoal/social, dentro das Casas Três e Nove que encontramos o Trem da Vida dentro da Mandala Redesenhada.

Em termos dos Trânsitos dos Planetas mais Lentos e Enfáticos, veremos que, nesse momento em que vos falo, março de 2008,

Saturno virginiano está prestes a realizar seu Segundo Retorno, que bom!  E esse Encontro se dará em Casa Três, lugar ocupado pelo Saturno virginiano natal, morador de comecinho de Casa Seis em Risco do Bordado e realizando uma fusão de uso de mente e de expressão de comunicação e de troca com o trabalho e o cotidiano de vida do Caminhante.

Quíron e Netuno em Aquário encontram-se ambos em Casa Oito na Mandala Redesenhada enquanto que no Risco do Bordado, encontram-se em Casa Onze.  Existe, portanto, essa fusão entre Casas Sete/Oito e Casas Dez/Onze, aliançando associações de vida com as metas a serem concretizadas dentro das missões de vida e compartilhamento de bens, como um todo, com o trabalho de atuação grupal e comunitária e social e planetária.

Júpiter encontra-se em Capricórnio e já dentro da Casa Sete, abrindo o Caminhante para seu Outro e para o mundo social e planetário, e no próximo ano estará adentrando o signo de Aquário e encontrando-se com Quíron e com Netuno em Casa Oito, a dos bens compartilhados com seu Outro.

Urano em Peixes vem passeando pela Casa Nove da Mandala Redesenhada já por alguns poucos anos somente e já se apronta para dar conta do miolo em diante desse signo até poder adentrar o signo de Áries, nos primeiríssimos anos de 2012, ao mesmo tempo em que Quíron e Netuno estarão adentrando o signo de Peixes.

Sabemos que Peixes é signo de conclusões de ciclos e de gestação dos novos começos e sabemos que Áries é signo de novos começos sendo realizados.  Portanto, para todos nós e para o Planeta inclusive, Urano e Netuno e Quíron estarão concluindo questões e ao mesmo tempo, levando-as a novos começos - enquanto Plutão já estará concretizando suas metas pessoais e sociais e transpessoais e planetárias desde o final dessa década que ora vivemos.  Sendo assim, no Risco do Bordado de todos nós e nos mapas coadjuvantes e nas Mandalas Redesenhadas, esses Planetas mais Lentos e Enfáticos estarão nos guiando em nossas conclusões de temas e em nossas novos caminhos, sem dúvida alguma.  É preciso que nos preparemos para tanto, principalmente em relação aos Planetas que eu denomino de Os Nitroglicerinados: Plutão, metamorfoseador e regenerador; e Urano, o despertar da consciência mais elevada através cortes guilhotinais intensos que nos trazem redesenhamentos de nossa vida!

Urano em Peixes e em Casa Nove vem levando o Caminhante a viajar em seu tapete voador - fusionando parte desse lugar de Casa Nove com a Casa Onze e outra parte, com a Casa Doze do Risco do Bordado ora comentado.  É certamente, um bom tempo, tempo de expansão de visão de vida e do mundo, podendo toda essa visão ser contida dentro de uma vida mais monástica e distanciada do mundo porém sempre expressada ao mundo através a ampla possibilidade de expressão de comunicação.

Quando Urano adentrar o signo de Áries, estará trazendo um novo começo, porém, à essa ampla possibilidade de expressão de comunicação e de viagem em tapete voador, eu diria, fundamentalmente ao se encontrar com a Locomotiva do Trem da Vida.  De alguma forma, haverá um redirecionamento, eu diria, na vida do Caminhante, aliando sua expressão ampla de comunicação através sua visão de tapete voador do mundo e da vida à sua vida mais voltada para sua concha - levando em conta seu Sol canceriano e sua Lua pisciana.   Marte libriano e em Exílio, que rege essa Locomotiva, encontra-se dentro dos Vagões e em Casa Três: eu diria que  poderá haver um encontro mais compartilhativo e harmonioso e vicinal entre o Caminhante e seu Outro, todos falando uma mesma linguagem em comum.

Plutão, querendo adentrar Capricórnio porém ainda apenas desejando fazê-lo porque apenas será bem-sucedido nessa empreitada a partir do ano de 2009 e lá ficará até 2023!  Plutão encontra-se em Casa Seis e fazendo uma fusão entre Casa Nove sagitariana/capricorniana do Risco do Bordado com o lugar de trabalho e de ação no cotidiano de vida, levando o Caminhante a buscar a concretização de seus trabalhos de expansão de visão do mundo e da vida e dos conhecimentos.

Plutão deverá, já em Capricórnio, ir, vagarosamente, fazendo Oposição ao Mercúrio, ao Vulcano e ao Urano cancerianos de Casa Doze dessa Mandala Redesenhada, intensificando as questões de Trabalho versus Iluminação do Caminhante; e finalmente, Plutão estará, em período a médio tempo, rasgando o Descendente ao mesmo tempo que faz Oposição ao Ascendente do Tema contendo o Sol Canceriano do Caminhante: tempos de grandes metamorfoses e regenerações, sem dúvida alguma - e tudo isso mexendo bastante com as questões de Casa Três versus Casa Nove do Risco do Bordado, do mapa astral natal ora comentado.

Ainda comentando sobre Plutão, podemos ver que vem realizando sua passagem pela Casa Seis da Mandala Redesenhada já desde o miolo para o final dos anos noventa e adentrando esse novo século que ora vivemos; e realizou seu encontro com Quíron nos primeiros anos desse novo séculos, certamente tentando extrair do curador ferido e mestre dos mestres muitos dos seus conhecimentos para serem criados e re-criados e apresentados ao mundo - porque praticamente toda a Casa Seis da Mandala Redesenhada faz seu fusionamento com a Casa Nove do Risco do Bordado.  É certo, porém, que a entrada de Plutão em Capricórnio, mas ainda em Casa Seis, terá a substituição da regência de Júpiter pisciano (já anteriormente comentado juntamente com a Lua) em relação ao Sagitário para o  Saturno virginiano de entrada de Casa Três, para o Capricórnio.  A Casa Três virginiana, acolhendo Saturno, faz sua fusão com a Casa Seis do Risco do Bordado original, enlaçando, dessa maneira, as questões de uso de mente e de expressão de comunicação com o trabalho e a ação do cotidiano.

Ísis, Planetóide  Transplutoniano por mim denominado como a guardiã dos segredos do conhecimento não-revelados, anda tão vagarosamente que mal podemos ver seu passear pelo signo do Leão.  No entanto, Ísis deverá adentrar o signo de Virgem nos primeiríssimos anos da próxima década - juntamente com Urano em Áries e com Quíron e Netuno em Peixes!  Quando Ísis adentrar o signo de Virgem, aí sim, eu penso que será descoberta e que dirá a que veio, trazendo trabalhos a respeito do desvendamento de seus vários véus.  Na Mandala Redesenhada, Ísis se encontra em Casa Dois que é fusionada à Casa Quatro do Risco do Bordado do Caminhante e também sua Casa Cinco.

O MAPA DA LUA

Primeiramente, caro Amigo das Estrelas, por que não conduzirmos nossa atenção sobre seus Símbolos e suas Estrelas Protetoras?

Iluminada por um refletor, uma enorme cruz repousa sobre rochas cercadas pela cerração marinha.
O grau 07 de Peixes nos revela uma pessoa ou situação que, ao longo de sua vida, defende sua própria verdade interior, não importando os problemas que possam advir a partir desta defesa e deste ponto de vista e desta verdade interior. Sua palavra-chave é "auto-afirmação"..

Uma garota soprando uma corneta.
O grau 08 de Peixes nos revela uma pessoa ou situação que, ao perceber qualquer crise evolutiva se aproximando, luta imensamente para abrir as mentes e os corações das pessoas envolvidas potencialmente nesta questão. Sua palavra-chave é "conclama" os homens ao renascimento.

SADALMERLIK – 03:09 PEIXES – alpha Aquarii
O afortunado do Rei – problemas com  leis
. Lua: ciências ocultas e posição importante numa sociedade secreta. Decapitação.
FOMALHAUT - 03:30 PEIXES. Alpha Pisces Australis
Success through noble ideals - sucesso através dos nobre ideais. Uma das quatro estrelas reais, é a guardiã do sul. Existe a promessa de sucesso se a pessoa evitar algumas vicissitudes, bem sabendo separar a ilusão da verdade, o joio do trigo.  É uma estrela que lida com ideais e com sonhos.  Se esses são nobres, grande alegria poderá ser alcançada.
A Cabeça do Peixe – sorte, celebridade, honras.
DENEB ADIGE - 04:59 PEIXES - In the tail of the Swan - Alpha Cygnus
Strong will, strong temper.  Temperamento forte, vigoroso. Júpiter transformando-se em Cisne para cortejar Leda. 
No entanto, nos parece que essa constelação de Peixes ainda nos apresenta uma tradição ainda mais antiga. É uma expressão shamanística do deus-sol transformando em um pássaro, assumindo a imagem de um pássaro.  Poder, clareza e determinação e vontade poderosa nos falam dessa estrela.
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Essas Estrelas Protetoras aparecem em partes diferentes do céu estrelado: Fomalhaut mora bem mais ao sul da Eclíptica enquanto Deneb Adige mora bem mais ao norte e Sadalmelik mora mais ao centro porém pouco visível, assim como as demais estrelinhas zigue-zagueantes que fazem parte da constelação do Aquário.

Os Símbolos para a Lua  (e para Júpiter também) ratificam aqueles que vimos para o Sol, novamente trazendo a esse Caminhante uma postura de expressar suas verdades pessoais e interiorizadas ao mundo e sem medo de ser feliz e chamando os homens para a abertura maior de suas consciências e para seus conseqüentes renascimentos.
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Bem, antes de comentarmos as questões todas sobre a Lua pisciana, devemos sempre estar nos lembrando que essa Lua está em Conjunção fechadíssima, com diferença de apenas poucos minutos, com o deus dos deuses, Júpiter, e ambos se encontram em final de Casa Onze, já querendo adentrar a Casa Doze, no Risco do Bordado, sendo que a Lua é a boa regente do Sol Canceriano e também de Mercúrio e Vulcano e Urano cancerianos de Casa Três e do Fundo do Céu e da Casa Quatro; e sendo que Júpiter é o bom regente de parte de Casa Oito acolhendo Ceres e a Parte da Fortuna e dá entrada à Casa Nove, acolhendo Quíron.

Nessa Mandala Redesenhada, encontraremos a Lua pisciana regendo parte da Casa Quatro que acolhe Mercúrio, Vulcano e Urano cancerianos e dá entrada à Casa Cinco onde iremos encontrar o Sol Canceriano!  E Júpiter pisciano é regente de parte da Casa Nove acolhendo Ceres a um dedinho de minutos de estar grudada ao Meio do Céu sagitariano que também estará acolhendo a Parte da Fortuna seguida de Quíron sagitariano na Casa Dez!

Portanto, veremos que essas situações realizam a fusão das Casas Dois/Três em Gêmeos e Três em Câncer e Fundo do Céu e Casa Quatro - para a regência da Lua pisciana da Mandala Redesenhada em relação ao Risco do Bordado do Caminhante. E veremos Júpiter realizando a fusão das Casas Oito e Nove e Dez entre ambos esses mapas.  Sendo assim, novamente veremos a inter-ação bem intensa que acontece no Risco do Bordado do Caminhante em relação à sua expressão de comunicação pessoal com o mundo e em relação à sua expressão de comunicação social e coletiva com o mundo - e tudo isso englobando seus ganhos pessoais e compartilhados bem como suas raízes pessoais e suas metas a serem concretizadas na vida e tudo isso ao inverso, para seu Outro!

O Trígono existente entre Lua/Júpiter piscianos mais o Ascendente da Mandala Redesenhada com Mercúrio e Vulcano e Urano cancerianos de Casa Quatro e com a Casa Cinco acolhendo o Sol Canceriano é algo realmente muito belo de se ver e constatar e vivenciar!  Esse Sol fica intensamente mais fortificado em termos de suas criações e criatividades e empreendimentos em sua expressão de comunicação e troca (que vemos em seu Risco do Bordado) e tudo isso fica bem confirmado através parte da Casa Cinco já em Leão e a Casa Seis tendo sua entrada em Leão e bem sedimentada através o Plutão metamorfoseador e regenerador que traz constantes transformações nessas mesmas criatividades e nesses mesmos empreendimentos, através suas expressões de comunicação amplamente dirigidas ao mundo, com sua regência do Escorpião que dá entrada à Casa Nove e dentro da expectativa de associações e de bens compartilhados por esse lugar estar fusionado às Casas Sete e Oito do Risco do Bordado do Caminhante.

Essa Mandala Redesenhada apresenta uma responsabilidade grande de associações de trabalho junto ao seu Outro e também junto à estruturação de um empreendimento bem concretizado grupalmente e comunitariamente, dentro da atuação social e planetária - tudo isso podendo ser visto através Saturno virginiano trazendo sua regência à Casa Onze capricorniana e sendo fusionado às Casas Seis e Nove e Meio do Céu e Dez do Risco do Bordado do Caminhante.

E existe a confirmação desse desejo de associação de trabalhos junto ao seu Outro e de bens compartilhados através os Vagões librianos ainda de Casa Sete mas já apontando para a Casa Oito libriana acolhendo Marte e Netuno que expressão a fusão de Casas Seis e Sete do mapa astral original!

Na Mandala Redesenhada encontraremos Vênus geminiana já adentrada em Casa Quatro e exatamente na Conjunção com o Fundo do Céu e em Oposição a Ceres sagitariana na Conjunção com o Meio do Céu, porém ainda em Casa Nove.  Podemos então percerber uma inter-relação entre as questões de pluralidade de raízes em prol de doação de alimentação subjetiva ou mesmo objetiva ao mundo - tudo em termos de signos de expressão de comunicação e troca pessoal, Gêmeos, e coletiva e social, Sagitário.  Tudo isso faz seu fusionamento com as Casas Dois e Três, em Gêmeos, no Risco do Bordado, e com as Casas Oito e Nove, do Caminhante, aliando questões financeiras pessoais e compartilhativas com expressões de comunicação pessoal e socializada.

Na Mandala Redesenhada para o Tema da Lua, encontraremos o Trem da Vida vindo de Casa Sete quase Oito, em Libra, e se dirigindo para Casa Um quase Dois, em Áries.  

Portanto, veremos que as questões de associações e de bens compartilhados são importantes, enquanto bagagens, de forma que se busquem novas questões em termos de singularidade e de pessoalidade e de sua ação de ganho de seu dinheiro pessoal através seus talentos essenciais.  E tudo isso acaba sendo bem confirmado, tanto em suas associações e em seus compartilhamentos quanto em suas questões de pessoalidade e singularidade, através as regências dos Vagões com Vênus geminiana ocupando a pluralidade que podemos ver em Fundo do Céu e Casa Quatro e com Marte libriano ratificando as associações e os bens compartilhados através seu posicionamento de Casa Oito.

Essas as questões do Tema da Lua deverão ser contrapostas ao Risco do Bordado natal onde o Trem da Vida se apresenta vindo em seus Vagões de Casa Seis, em Libra, e se dirigindo para sua Locomotiva de Casa Doze, em Áries - fusionando  Trabalho, enquanto bagagens trazidas pela Alma, com a busca de novas atuações das mesmas em termos de Iluminação e de conclusão dos ciclos e de gestações de novos ciclos.   E não podemos nos esquecer que Netuno libriano que segue Marte, o Motorneiro do Trem da Vida, já está na linha divisória entre Casas Seis e Sete, no Descendente - portanto trazendo seu Outro todo o tempo para o trabalho e para o fusionamento desse mesmo trabalho e suas associações.

Em termos de Trânsitos da Lua, é certo que essa Mandala Redesenhada é intensamente importante dentro de nossa visão mensal do andamento de Selene, através as Doze Casas astrológicas bem como o próprio Retorno da Lua, abrindo a Revolução Lunar que poderá ser sempre estudada através esse mapa em contraposição ao mapa astral natal do Caminhante.

Em termos de Trânsitos dos Planetas mais Lentos e Enfáticos, nessa Mandala Redesenhada, encontraremos

Saturno virginiano fazendo seu andamento de finalização de Casa Seis e já prometendo adentrar o Descendente e a Casa Sete e encontrar-se consigo mesmo, realizando seu Segundo Retorno de Saturno, ainda dentro do ano de 2008 e ratificando seu posicionamento de Encontro com seu Outro e sua regência de parte da Casa Dez das metas a serem concretizadas em relação à sua atuação de Casa Onze e de suas missões sociais e planetárias e grupais e comunitárias - tudo isso podendo ser fusionado ao trabalho e ao cotidiano de vida de Casa Seis e sua ampla visão do mundo e da vida de forma bem concretizada cumprindo suas metas de vida, em Casas Nove e Dez de seu Risco do Bordado.

Júpiter em Capricórnio acaba ratificando e expansionando toda a responsabilidade concretizadora que vemos dentro da atuação acima comentada de Saturno virginiano, ainda dentro do ano de 2008.  Para o ano de 2009, Júpiter estará passeando por Aquário ainda em Casa Onze e depois mergulhando em Casa Doze e finalmente, já em Peixes, em 2010, Júpiter estará encontrando-se consigo mesmo, no Ascendente do Tema da Lua pisciana grudada ao deus dos deuses, realizando seu Renascimento Jupiteriano, sem dúvida alguma!  Em termos de mapa astral natal, tudo isso fusiona-se com as Casas Nove e Dez e Onze e já apontando para a Casa Doze, até 2010.  Já em 2011, com Júpiter em Áries, o mapa astral natal recebe o Renascimento Jupiteriano enquanto a Mandala Redesenhada recebe o deus dos deuses, benfeitor e justiceiro, em sua expansão da singularidade do Eu Sou aliado ao Eu Tenho de Casas Um e Dois.

Também ratificando a regência de Saturno para Capricórnio, encontraremos Plutão querendo adentrar esse signo, em 2008, porém conseguindo realizar essa intenção apenas a partir de 2009 e lá ficando até   2023, concretizando os conhecimento lançados ao mundo através o trabalho saturnino virginiano de Casa Seis que vemos em mapa astral natal do Caminhante sendo fusionado ao seu Outro, em Mandala Redesenhada de Casa Sete virginiana acolhendo esse mesmo Saturno.

Na Mandala Redesenhada, Plutão em Capricórnio estará movimentando intensamente e concretizando e transformando ainda questões de Casa Dez (onde adentrou ao final dos anos noventa e se concretizou no começo desse novo século que ora vivemos, ainda em Sagitário e encontrando-se com Ceres e com a Parte da Fortuna e com Quíron e fusionando as Casas Oito e Nove do mapa astral  natal com as Casas Nove e Dez da Mandala Redesenhada).

A partir de sua entronização em Capricórnio, Plutão deverá mais e mais atuar sua intensa transformação através o trabalho virginiano que Saturno devota ao seu Outro, nessa Mandala Redesenhada, e conseguindo então, concretizar suas questões de estruturação de atuação grupal e comunitária e social e planetária ao longos desses vários anos que estará transitando por Capricórnio, e ao mesmo tempo fazendo suas Oposições ao Mercúrio e Vulcano e Urano cancerianos de Casa Quatro, transformando questões de raízes e de expressão de comunicação, e logo que adentrar a Casa Onze, estará transformando essas questões dessa área e estará fazendo a Oposiçâo à criatividade e aos empreendimentos de Casa Cinco canceriana, e mais tarde um tantinho, tudo isso também em relação ao Sol Canceriano do Caminhante!

Nessa Mandala Redesenhada, encontraremos Quíron e Netuno aquarianos trazendo suas presenças e passeios através a Casa Doze e prometendo atuarem ambos seus acenos de Renascimentos Quironiano e Netuniano nos primeiros anos da próxima década quando ambos adentrarem o signo de Peixes e então, cada um em seu próprio passo - Quíron mais rapidamente e Netuno mais vagarosamente - encontrarem-se com a Lua grudada ao Júpiter piscianos, Temas dessa Mandala Redesenhada, fazendo a fusão com as Casas Onze e Doze do Risco do Bordado do Caminhante.

Urano em Peixes encontrou-se com a Lua e com Júpiter no miolo dessa década que ora vivemos nesse novo século e nesse novo milênio e ao mesmo tempo fazendo seu Renascimento Uraniano - trazendo novas ações para suas atuações enquanto morador de Casa Quatro cancerianamente falando e apontando para a Casa Cinco dessa Mandala Redesenhada - e tudo isso sendo fusionado ao seu posicionamento natal de Casa Três canceriana e apontando para a Casa Quatro também canceriana.

Urano em final dos Peixes ainda estará transitando por Casa Um, do Eu Sou, nessa Mandala Redesenhada no Tema da Lua agregada ao Júpiter piscianos, e nos primeiríssimos anos da próxima década, com Urano adentrando o signo de Áries, vamos encontrá-lo reorientando a Locomotiva ariana do Trem da Vida, dentro ainda do Eu Sou do Caminhante e depois, adentrando e redesenhando suas questões de Eu Tenho, em Casa Dois - tudo isso sendo atrelado à Casa Doze do Risco do Bordado original.

Por tudo isso que vimos através os Trânsitos dos Planetas mais Lentos e Enfáticos dentro da Mandala Redesenhada para o Tema da Lua (agregada ao Júpiter pisciano), vemos que o Sublime Yin do Caminhante, seu Espaço e sua Alma e tudo aquilo que traz em sua memória contida dentro dos tantos e tantos outros sóis anteriores de suas vivências sucessivas - hoje sendo apresentado através a imagem do signo de Peixes, nessa encarnação de aqui-e-agora -, todo o Tema da Lua estará passando por um verdadeiro mergulho em suas verdades, podendo realmente atuar sua Arqueologia da Alma! 


......................................................  (a continuidade deste Texto aparece no original do Capítulo 21)




Em seguimento, encontre os Títulos/Temas constantes em seus 22 Capítulos/Volumes
de Seu Livro de Vida :


SEU LIVRO DE VIDA
Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Obra em 22 Capítulos apresentados em 22 Volumes


Primeiro Tomo
Fundamentando Seu Livro de Vida
Capítulos de 1 a 6

Capítulo 1
O RISCO DO BORDADO
Apresentação da Obra Seu Livro de Vida, em 22 Capítulos
Alguns Conceitos Fundamentais acerca a Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Sobre o Trabalho dentro da Consultoria Astrológica e sobre as Ferramentas de Trabalho
Exemplo Prático de Escrita de SEU LIVRO DE VIDA, em sua íntegra


Capítulo 2
O CÉU ESTRELADO
Astronomia e Astrologia
suas Semelhanças e suas Diferenças
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Arquétipo, Linguagem, Inconscientes Pessoal e Coletivo,
Conscientes Pessoal e Coletivo, Imagens, Mitos e Símbolos
ESCLARECENDO ALGUMAS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS:
Uma conversa entre Caminhantes Estudiosos de Astronomia e de Astrologia e Janine,
em Zigurate moderno, o Sítio das Estrelas
Textos  vários sobre Cosmologia, Astronomia e Mecânica Celeste

Capítulo 3
A MANDALA ASTROLÓGICA
A representação da Terra - através o momento do evento em suas Latitude e Longitude - acolhendo todo o Risco do Bordado: Casas Astrológicas, Signos, Luminares, Planetas, Planetóides e Pontos
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Inconscientes Coletivo e Pessoal e Consciente: Arquétipo, Linguagem, Mitos e Símbolos
Os Primórdios da Compreensão sobre o Risco do Bordado acolhendo seu Baile dos Arquétipos

Capítulo 4
CASAS ASTROLÓGICAS, SIGNOS, LUMINARES, PLANETAS, PLANETÓIDES
No Grande Teatro da Vida, Cenários, Textos, Atores e Atrizes

Capítulo 5
ELEMENTOS, QUALIDADES E GÊNEROS
Fogo, Terra, Ar e Água - Começo, Meio e Fim - Yang e Yin

Capítulo 6
OS ASPECTOS
O Grande Baile dos Arquétipos em suas interações mais harmoniosas ou menos harmoniosas


Segundo Tomo
Desenvolvendo Seu Livro de Vida
Capítulos de 7 a 17

Capítulo 7
OS TRÂNSITOS
Redesenhamentos sendo acrescentados ao desenho primordial
de nosso Risco do Bordado e seu Baile de Arquétipos, em nossa vida

Capítulo 8
REVOLUÇÕES SOLARES E LUNARES
Redesenhamentos sendo acrescentados à nossa Vida
Em Ciclos Anuais e Mensais

Capítulo 9
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte I
 As Fases da Lua e as Meditações de Lua Nova e de Lua Cheia
OS OITO TIPOS DE PERSONALIDADE
Luas da Alma, Ninhadas da Alma, Intenções da Alma
A PARTE DA FORTUNA, O PONTO DE ILUMINAÇÃO E A PARTE DO ESPÍRITO
 Os Eclipses Solares e Lunares

Capítulo 10
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte II
O TREM DA VIDA
O DRAGÃO DOS CÉUS, CABEÇA E CAUDA - OS NÓDULOS LUNARES
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 11
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte III
O TREM DA VIDA
DRAGÃO DOS CÉUS -  NÓDULOS LUNARES
E SEUS CICLOS
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 12
URANO E SEUS CICLOS
O Despertador da Consciência mais Ampliada que redesenha nossa vida a partir de cortes guilhotinais e inesperados.  A Revelação do Desejo de Encarnação, da Alma.

Capítulo 13
SATURNO E SEUS CICLOS
O Senhor do Tempo, do Umbral e do Karma

Capítulo 14
QUÍRON E SEUS CICLOS
O Curador Ferido e Mestre dos mestres

Capítulo 15
JÚPITER E SEUS CICLOS
O Dharma, o Deus dos Deuses e dos Homens, Benfeitor e Justiceiro

Capítulo 16
NETUNO E PLUTÃO E SEUS CICLOS
A Transcendência
 e a Metamorfose e Regeneração

Capítulo 17
A PROGRESSÃO
A eterna mutação acontecendo no Risco do Bordado,
trazendo os redesenhamentos em nosso Grande Teatro da Vida


Terceiro Tomo
Concluindo Seu Livro de Vida
Capítulos de 18 a 21

Capítulo 18
SINASTRIA E MAPA COMPOSTO
Compreensão mais Aprofundada acerca os Inter-Relacionamentos entre os Seres

Capítulo 19
ESTRELAS E CONSTELAÇÕES (FIXAS)  PROTETORAS
A Interação entre Astronomia e Astrologia
 através a Efetiva Vivência dos Mitos e Símbolos apreendidos através as luzes do céu noturno,
ao longo dos 360 graus da Mandala Astrológica

Capítulo 20
SÍMBOLOS SABIANOS
360 graus da Mandala Astrológica traduzidos em Verdades Universais

Capítulo 21
ARQUEOLOGIA DA ALMA
O Processo de Auto-Cura e de Aprofundamento do Auto-Conhecimento
 através a Expansão da Mente


Epílogo
Capítulo 22
A ESTRELA DE BELÉM
Minha contribuição pessoal para este Tema tão polêmico
Viajantes das Estrelas - fusão entre espiritualidade, astronomia e astrologia
Descrição Detalhada dos 22 Capítulos/Temas/Volumes constantes em Seu Livro de Vida


Quem Escreve SEU LIVRO DE VIDA:


Janine Milward nasceu em Nova Friburgo, RJ, num vale rodeado por belas e altas montanhas, no inverno do hemisfério sul, em 1950.

Já no Rio de Janeiro, enveredou através a Psicologia (infelizmente não concluída) e fundamentalmente, através a Psicanálise como trampolim para melhor entender a psiquê dos homens... quando conheceu mais de perto a Astrologia, estudando autodidatamente e tornando-se então, conselheira astrológica e professora dessa ciência.

Nesse meio tempo, também enveredou pela espiritualidade do Tao primordial, através a espiritualidade e os ensinamentos de Lao Tsé, o Mestre, transcrevendo as aulas gravadas por Wu Jyh Cherng.

Mais tarde, já em Petrópolis e depois, em Sapucaia, passou a intensificar seus estudos de astronomia, mecânica celeste e cosmologia bem como do Tao Primordial, escrevendo sobre o I Ching, o Livro das Mutações, e o Tao Te Ching, o Livro do Caminho e da Virtude.

Em 1998, Janine construiu suas raízes no Sitio das Estrelas. Nesse lugar, encontrou-se com o Tantra primordial através a espiritualidade e os ensinamentos de Srii Srii Anandamurti, O Mestre.

O Sítio das Estrelas é um Ashram, com Janine como Guardiã, e onde mora e trabalha e abre a porteira para receber os Caminhantes que desejam usufruir dos Retiros Espirituais e Encontros sobre os Temas acima mencionados e dos Trabalhos e Vivências em Espiritualidade e Prática na Meditação e em Imersão no Auto-Conhecimento.

Namaskar! Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!


Saiba mais sobre os Trabalhos de Janine Milward 
acessando sua Página Principal:

http://paginadajanine.blogspot.com.br/






Com um abraço estrelado,
Janine Milward
Seu Livro de Vida
Compêndio sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento,
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward


Namaskar!
Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!