Capítulo 15 - Júpiter e seus Ciclos - amostragem



Seu Livro de Vida

Quase tudo o que você quer saber
 sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward




Capítulo  15

Júpiter


Deus dos Deuses e dos Homens
e seus Ciclos

Janine Milward



Editora Estrela do Belém




SEU LIVRO DE VIDA

AMOSTRAGEM DO CAPÍTULO 15

Júpiter e seus Ciclos
Deus dos Deuses e dos Homens, Justiceiro e Benfeitor

Trazendo a descrição completa dos Temas a serem abordados
E alguns trechos dos vários textos apresentados

Em
 http://seulivrodevida.blogspot.com
você encontrará
a Amostragem de cada um dos 22 Capítulos/Volumes
e também
Como Adquirir os Capítulos/Volumes de Seu Livro de Vida!


Temas a serem abordados no Capítulo 15 ORIGINAL


Dois Dedos de Prosa, caro Amigo das Estrelas!

Apresentação da Obra
Seu Livro de Vida
Sobre Seu Livro de Vida
e sobre O Risco do Bordado,
o mapa astral natal,
e sobre os demais mapas coadjuvantes
Sobre o Encadeamento dos Temas
ao longo dos 22 Capítulos/Volumes de Seu Livro de Vida
Síntese dos 22 Capítulos


Algumas Palavras Introdutórias ao Capítulo

Júpiter e  Dharma - Saturno e Karma e Samskara
Filho e Pai atuando arquetipicamente na mente e na vida, na Criação como um todo


PRIMEIRA PARTE

O que é Dharma
Por Srii Srii Anandamurti - traduzido livremente por Janine Milward

Karma e Samskara, Ação e Reação em potencial, Dharma e Livre-Arbítrio
A Suprema Consciência – mente, consciência e Consciência – Karma e Samskara – Discernimento – Samsara, a Roda da Vida - Semente que nasce de novo e Semente Queimada – Ação, Conhecimento e Devoção, Karma, Jinana e Bhakti – Ação dentro da Não-Ação, We Wu Wei - Dharma – Livre-Arbítrio – Homem-Sagrado e Bodhisattva


SEGUNDA PARTE

Júpiter e Saturno,
o Filho que destronou o Pai e assumiu o lugar de Deus dos Deuses
Algumas Informações, dentro da Astronomia
Dois Dedos de Prosa sobre seus Mitos


TERCEIRA PARTE

Júpiter e Saturno, os Planetas Sociais

Trânsitos e Andamentos de Júpiter
Os Trânsitos de Júpiter e seus Encontros formando Aspectos com alguns dos Planetas mais enfáticos e seu Andamento de Doze Anos através os Doze Cenários da Mandala Astrológica, em nosso Risco do Bordado

Júpiter e seus vários Ciclos de Doze Anos ao longo de nossa vida
bem como o entremeamento desses ciclos com os ciclos de Saturno, Quíron, Urano, Netuno e Plutão


QUARTA PARTE

Exemplos Práticos
Extraídos de trabalhos realizados para Caminhantes/Alunos/Clientes
sobre Júpiter e seus Ciclos
Seu Livro de Vida Personalizado


Júpiter,
Deus dos Deuses e dos Homens,
e seus Ciclos


Algumas Palavras Introdutórias ao Capítulo 15

Este trabalho sobre Júpiter, deus dos deuses, benfeitor e justiceiro, vai primeiramente nos falar sobre o Dharma - nossa verdadeira essência que nos acompanha ao longo de nossas vivências sucessivas. 

A meu ver, é através do arquétipo de Júpiter que poderemos identificar não somente dentro do nosso Risco do Bordado, nosso mapa astral natal como também nos demais tantos e tantos mapas coadjuvantes, o ponto onde vivenciamos nosso Dharma de maneira mais efetiva - da mesma forma que podemos também identificar nossas vivências de Karmas e Samskaras através o ponto onde encontramos Saturno, deus do tempo, do Karma e do Umbral.

No entanto, não podemos nos esquecer que sempre devemos olhar nosso Risco do Bordado através o grande Baile dos Arquétipos que nos vem contando suas várias histórias, através das abordagens variadas que um mito pode apresentar - ao longo de nossa vida! 

É o conjunto de tudo aquilo que somos em nosso Risco do Bordado, que exemplificará sobre nossos Karmas e Samskaras a serem resgatados e vivenciados em nossa encarnação de aqui-e-agora.  Porém, é através  o lugar em termos de signo e de Casa astrológicos onde Saturno (e as demais questões relacionadas a esse arquétipo  se encontra morando é que nos proporcionará a forma mais adequada para solucionarmos essa questão em nossa vida!  Da mesma maneira, é através o lugar em termos de signo e de Casa astrológicas onde Júpiter (e as demais questões relacionadas a esse arquétipo)  se encontra é que nos proporcionará a forma mais adequada para exalarmos nosso Dharma em nossa vida!

Saturno é sinônimo de orientação mais óbvia a respeito de como e onde e como devemos resgatar e vivenciar de maneira mais intensa nossos Karmas e nossos Samskaras!  E por isso mesmo, Saturno é considerado o Senhor do Karma.

Júpiter é o sinônimo de orientação mais óbvia a respeito de como e onde e como devemos resgatar e vivenciar de maneira mais intensa nosso Dharma.  E por isso mesmo, a meu ver, Júpiter é considerado o Senhor do Dharma.

Em aulas anteriores, viemos estudando os ciclos relativos a Urano e a Saturno e a Ponte que se forma entre os Planetas Pessoais e Sociais e os Planetas Transpessoais e Planetários - Ponte essa atuada por Quíron.  Nesta aula ora comentada com você, caro Amigo das Estrelas, será a vez de Júpiter, que juntamente com Saturno, perfazem ambos o arquétipo de Planetas Sociais, ou seja, aqueles que pertencem não somente a cada um de nós em nosso próprio Risco do Bordado como também pertencem à totalidade da Criação, pertencem a todos nós dentro de nossa atuação dentro do Planeta Terra, Estação de Trabalho e de Iluminação.

É fundamental que percebamos que não somente cada um de nós possui nossa própria e essencial forma de ser - nosso Dharma - e nossos próprios Karmas e Samskaras a serem vivenciados e resgatados...  também nosso Planeta Terra e seus irmãos, os demais Planetas do nosso Sistema Solar e nosso Sol e as demais estrelas de nossa Galáxia e as demais Galáxias de nosso Universo e os demais Universos de nosso Pluriverso.... tudo sob o Céu e dentro da Criação possui sua própria Alma e portanto, possui sua forma essencial de ser - seu Dharma - e seus próprios Karmas e Samskaras a serem vivenciados e resgatados, cada qual à sua maneira, dentro de seu posicionamento na Natureza, sejam minerais, sejam vegetais, sejam animais, sejam seres humanos, sejam Poeiras de Estrelas que trazem a reencarnação de estrelas e planetas em nosso Universo!

Por tudo isso, esse trabalho sobre Júpiter e seus Ciclos tem seu início - em sua Primeira Parte - com alguns textos sobre Dharma e sobre Karma e Samskara bem como Livre-Arbítrio e uso de nossa mente em termos de Ação, Conhecimento e Devoção estruturados sobre nossa forma de atuação dentro do Discernimento.  O primeiro desses textos tem a assinatura de Srii Srii Anandamurti, o Mestre do Tantra primordial (Tantra quer dizer a libertação da escuridão da ignorância); os demais textos são de autoria de Janine.

A meu ver, tanto Júpiter quanto Saturno entrelaçados, pelo fato de atuarem arquetipicamente nos inserindo pessoalmente dentro da grande Sociedade Planetária, nos ajudam imensamente a usarmos nossa mente no sentido de sua ampliação - fator preponderantemente fundamental para nossa encarnação - e sendo assim, nos proporcionando a oportunidade de bem atuarmos nossa vida pessoal e social através o exercício de nosso Dharma enquanto vivenciamos e resgatamos nossos Karmas e Samskaras, nessa vida.

A Segunda Parte desse trabalho sobre Júpiter e seus Ciclos vai apresentar alguns conceitos astronômicos sobre Júpiter e Saturno (em traduções livres de Janine estruturadas sobre textos extraídos de revistas estrangeiras e de atlases) bem como suas atuações enquanto Planetas Pessoais - atuações estruturadas sobre dois dedos de prosa sobre seus Mitos próprios (em sínteses de textos extraídos dos fascículos de Mitologia da Abril Cultural).

Finalmente, a Terceira Parte desse Trabalho estará nos apresentando os Trânsitos de Júpiter e seus encontros formando Aspectos com alguns dos Planetas mais enfáticos e seu andamento de Doze Anos através os Doze Cenários da Mandala Astrológica, em nosso Risco do Bordado. Também estaremos recordando as questões voltadas para o Grande Teatro da Vida e seus Quatro Atos de forma a nos inserir devidamente ao tema highlight desse trabalho que nos fala sobre Júpiter e seus vários ciclos de doze anos e seus entremeamentos com os ciclos de Saturno, de Quíron, de Urano, de Netuno e de Plutão, já comentados em aulas anteriores.



ALGUNS TRECHOS EXTRAÍDOS DO CAPÍTULO 15:


Sobre os Mitos de Júpiter e de Saturno

O texto abaixo é sintetizado por Janine e extraído de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, publicada pela Abril Cultural, ainda na década de 1960.


“No começo era o Caos”, conta o poeta Hesíodo.  Era o espaço aberto, a pura extensão ilimitada, o abismo sem fundo.

De repente, surge a primeira realidade sólida: Gaia, a Terra. Ela deu ao Caos um sentido: limitou-o e instalou nele o chão, o palco da maravilho e da miséria da vida. 

Depois veio a Noite, a treva profunda.  E abaixo da Terra fez-se o Erebo, morada das sombras.

Restava ainda um espaço vazio, sobre Gaia.  Para preenche-lo, ela “criou um ser igual a si mesma, capaz de cobri-la inteira”. Criou, sozinha, Urano, o Céu Estrelado.

Na mesma solidão, originou também as Montanhas, as Ninfas e Ponto, o Mar.

Como a Terra, sem unir-se a forças alguma, a Noite engendrou o Éter - luz que iluminaria os deuses nas mais altas regiões da atmosfera - e o Dia, claridade dos mortais, que, no espaço, se alterna com sua mãe para não cansa-la.

Por esse tempo rondava no Caos o poderoso Eros, Amor Universal.  Nenhuma força poderia mais fecundar sozinha.

Lavada por Eros, Gaia uniu-se a Urano, seu primogênito e apaixonado amante, gerando com ele muitos e muitos filhos.  Uma raça violenta povoou a Terra e animou-a de nova forma de vida.

O palco do mundo está pronto.  As personagens preparam-se para viver seu drama.
.................................

O que havia “antes” do Caos, e o teria gerado, ninguém sabe.  Depois de organizado, chamar-se-á Cosmos.

Estágio primordial da realidade, anterior ao surgimento dos seres particulares, o Caos escapa à apreensão exata pela linguagem humana.  Inefável, reveste-se de mistério e só pode ser aludido através de metáforas que o aprisionam por completo, antes apenas o sugerem.  Mesmo porque - como designar perfeitamente o que existia antes das próprias coisas sobre as quais fala a linguagem dos homens?

Visto, entretanto, como matriz do universo, era necessário atribuir ao Caos os germes das oposições que o mundo manifesta: os contrates e a permanente tensão entre luz e sombra, unidade e pluralidade, vida e morte, espírito e matéria, os pares opostos, sempre.  Esse antagonismo já estaria impulsionando o universo através a relação entre Gaia, a base sólida de todas as coisas, e Eros, o Amor, tênue princípio de todo impulso gerador.

Outro aspecto da dualidade fundamental aparece na oposição entre Ordem e Desordem.  Os Titãs, forças tempestuosas da natureza, e a primeira geração olímpica governada por Zeus, Júpiter, travam uma guerra que dura dez anos, ao fim da qual os deuses vencedores estabelecem uma nova hierarquia de poder.  Sua vitória representa a afirmação da Ordem sobre a Desordem.

Sendo assim, poderemos ver as divindades olímpicas atuando como espirituais e a constituição dos Titãs e das demais divindades primordiais como basicamente material.  Assim, Urano, o Céu, e Cronos, Saturno, e Gaia, a Terra, seriam a “materialidade” destronada por Júpiter, Zeus, a “espiritualidade”.

A partir de Gaia, a mãe-Terra, considerada a primeira aparência da matéria, veremos seu encontro através sua geração de Urano, movida que Gaia se encontrava para ter seu companheiro.  Fecundada por Urano, Gaia dá à luz os Titãs, os Ciclopes e os Hecatôniquiros.  Estes são a personificação das forças da natureza material sempre opõem dificuldades e obstáculos ao surgimento definitivo das formas ordenadas e constantes da vida.

Elementos devastadores, os primeiros filhos de Gaia fazem os vulcões entrarem em erupção, e criam terremotos, tempestades e furacões.  No entanto, Urano, pai e irmão dessas forças, revolta-se contra elas e as atira no Tártaro, uma das regiões do Erebo subterrâneo.  Mas Gaia, mãe-Terra, liberta seus filhos - porque é a própria Natureza e não pode impedir que os fenômenos naturais sigam seus próprios cursos.

Entra em cena Cronos, Saturno, filho de Gaia e de Urano, que revolta-se contra seu pai que não pára de fecundar sua mãe, incessantemente.  E também Cronos, Saturno, revolta-se contra seus outros irmãos que estão sempre devastando a Terra.

Para que Urano não continue fecundando sua mãe e trazendo mais e mais filhos, Cronos, Saturno, corta os testículos de seu pai, castra-o, lhe traz o limite da criação e da procriação, usando uma foice.  É por isso que a foice é um dos símbolos da morte.  E essa foice foi afiada pela própria Gaia!  Mas Urano é imortal e não pode morrer.  O que morre, na realidade, é seu reino, que dá lugar ao reino de Cronos, Saturno, saindo portanto, a vida do Caos e abrindo-se para sua evolução.

A foice, é no entanto, também símbolo da colheita, de uma nova esperança renascendo sempre na natureza.  Nesse sentido, os órgãos de Urano podem representar a força capaz de gerar a vida ininterruptamente.  Ao cair sobre a Terra, o sangue de Urano gerou as Eríneas (símbolos da culpa de Cronos, Saturno) , os Gigantes e as Melíades, ninfas das Arvores.  Ao caírem no mar, os testículos do deus formam uma branca espuma da qual nasce Afrodite, Vênus, a deusa do amor e da beleza.

Ao privar seu pai de seus órgãos reprodutores, Cronos, Saturno, tornou-se capaz de competir com seu poderoso pai e de constituir um novo reino.  Cronos significa o Tempo: a fome devoradora da vida, o desejo insaciável de evolução.  Juntamente com Rea, Cibele, sua esposa e irmã, Saturno estabelece um reinado que se assemelha à era pré-consciente da humanidade.  Nesse período, o Tempo ainda está cego.  A vida não compreende a si mesma, e parece mais um simples fervilhar de elementos confusos do que propriamente uma evolução.

Cronos é insaciável; o Tempo devora tudo: seres, momentos, destinos, sem piedade, sem apego ao que passou.  O que importa é construir o futuro.  Porém, Cronos, Saturno, teme que lhe aconteça a mesma coisa que fez acontecer ao seu pai, o fato de ser destronado por um dos seus filhos.  Aliás, sua mãe-Terra, Gaia, já lhe havia profetizado essa verdade.  E por isso mesmo, Saturno vai devorando cada um dos seus filhos, ao nascerem.

Apenas um de seus filhos escapou-lhe à voracidade e o destronou do centro do mundo: Zeus, Júpiter, o poderoso deus dos deuses.

E como escapou Júpiter da morte atroz?  Sua mãe estava cansada e vivia infeliz.  Precisava encontrar uma solução definitiva para salvar os filhos que agora abrigava no ventre.  Procurou por Gaia, para ser aconselhada.  Rea, Cibele deu à luz seu filho Júpiter numa distante caverna e entregou-o para ser cuidado por Gaia enquanto voltava ao lar e entregava a Cronos uma pedra embrulhada por um pano, como se fosse o filho recém-nascido.  Cronos, Saturno, rapidamente engoliu a pedra.  Rea havia salvado seus filhos mas ao mesmo tempo havia selado a profecia: em dia próximo, o ultimo filho de Cronos tomaria das armas para encerrar o sombrio reinado de sangue.  E para sempre se instalaria no mundo.

Júpiter, ao crescer, aliou-se aos irmãos e aos monstros, e destronou Saturno, Cronos, venceu os Titãs e os Gigantes.  Com a tríplice vitória, firmou-se como senhor absoluto do mundo e encerrou o ciclo das divindades tenebrosas, das forças desordenadas, que como Cronos - o Tempo - tudo corrompem e destroem.  É a vitória da Ordem e da Razão sobre os instintos e as emoções desenfreadas.

É Júpiter quem abre aos homens o caminho da razão e ensina-lhes que o verdadeiro conhecimento só é obtido a partir da dor.  Mas não assiste impassível aos sofrimentos humanos; ao contrário, compadece-se e até magoa-se por eles.  Apenas não se deixa levar pelas emoções, pois é a imagem da justiça e da razão.  Sabe que não pode intervir nas descobertas pessoais: cada qual tem de viver sozinho sua própria experiência.  Limita-se a premiar os esforços honestos e punir as impiedades.  E por tudo isso, é chamado de pai dos deuses e dos homens.  O termo pai, entretanto, refere-se não a uma relação puramente afetiva, sentimental, e sim a uma relação de poder, de autoridade. 

Quando Júpiter destronou seu pai, entregou-lhe uma poção mágica que fez com que Saturno vomitasse todos os filhos que havia engolido, um a um.   A luta pelo poder mostrou-se longa e árdua.  Dez anos decorreram entre os primeiros combates e o glorioso triunfo.  Os vencedores reuniram-se e dividiram entre si o domínio do mundo: Netuno ganhou a soberania dos mares; Plutão assumiu o reino dos mortos.  E Júpiter subiu ao Olimpio, para de lá comandar, altíssimo e absoluto, a terra e o céu, os homens e todos os demais deuses. 

Os vencedores reuniram-se e dividiram entre si o domínio do mundo, cada qual com seu quinhão de honraria: Netuno ganhou a soberania dos mares; Plutão assumiu o reino dos mortos.  E Júpiter subiu ao Olimpo, para de lá comandar, altíssimo e absoluto, a terra e o céu, os homens e todos os demais deuses. 

Em termos de descendência, Júpiter gerou filhos heróis e dignos - entre eles, Marte e Vulcano, com sua mulher Juno; Mercúrio, com a ninfa Maia, Apolo e Diana, com Latona; Minerva (que nasceu de sua cabeça); Perséfone ou Prosérpina, com Ceres.  Netuno gerou monstros e bandidos.  Plutão não teve filhos.

Assim, deu-se início à era do consciente, saindo da era pré-consciente comandada por Saturno e que por sua vez, advinha da era inconsciente onde reinavam Gaia e Urano e as demais divindades primordiais.


Sobre Júpiter

Júpiter é filho de Cronos e Rea, Saturno e Cibele.  Saturno sabia que seria destronado por um dos seus filhos.  E passou a engolir um a um, logo após seus nascimentos.  Entretanto, sua mulher traçou um plano junto a Gaia, a Mãe-Terra: quando estava prestes a dar luz ao próximo rebento, ocultou-se em uma caverna e lá Júpiter veio ao mundo.  Gaia recolheu o menino em seus braços e Cibele retornou ao lar e lá apanhou uma pedra, envolveu em panos e entregou a Saturno que, imediatamente, a devorou.

Cibele salvara seu filhos mas havia, ao mesmo tempo, selado a profecia: em dia próximo, o último filho de Cronos tomaria das armas para encerrar o sombrio reinado de sangue.  E para sempre se instalaria no trono do mundo.

Ao crescer, Júpiter se aliou aos irmãos e aos monstros, destronou Saturno e venceu os Titãs e os Gigantes.  Com a tríplice vitória, firmou-se como senhor absoluto do mundo e encerrou o ciclo de divindades tenebrosas, das forças desordenadas, que, como Cronos, o Tempo, a tudo corrompem e destroem.  Sua vitória pode ser compreendida como a vitória da Ordem e da Razão sobre os instintos e as emoções desenfreadas.  É Júpiter quem abre aos homens o caminho da razão e ensina-lhes que o verdadeiro conhecimento só é obtido a partir da dor.  Mas não assiste impassível aos sofrimentos humanos, ao contrário, compadece-se... apenas não se deixa levar pelas emoções, pis é a imagem da justiça e da razão.  Sabe que não pode intervir nas descobertas pessoais: cada qual  tem de viver sozinho sua própria experiência.  Limita-se a premiar os esforços honestos e a punir as impiedades.

Por todos esses atributos, Homero chamou-o de ‘pai dos deuses e dos homens’.    Como rei, Júpiter comanda o Olimpo e os homens.  Como rei e pai, Júpiter alcançou regiões imensas pois teve vários filhos e com várias mulheres e todos estes filhos espalharam-se mundo afora, tanto na terra, quanto nos mares e até nos mundos ínferos (como é o caso de Perséfone, filha que teve com Ceres e que foi raptada por Plutão, para ser sua esposa).  As Graças, as Musas, as Horas, as Moiras, Apolo e Diana, Perseu, Hércules, Baco, Helena e Pólux... todos são seus filhos e alguns outros mais. 


O texto acima é sintetizado por Janine e extraído de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, publicada pelo Abril Cultural, ainda na década de 1960.




Algumas Considerações sobre Júpiter, Plutão, Netuno e Saturno

Júpiter deu início à era consciente, saindo da era pré-consciente comandada por Saturno e que por sua vez, advinha da era inconsciente onde reinavam Gaia e Urano e as demais divindades primordiais.

A meu ver, penso que cada um desses três filhos de Saturno assumiu para si não somente seu próprio quinhão de honraria diante da Criação... mas também sua participação dentro das três formas de ação da Consciência: a inconsciência, a pré-consciência e a própria consciência. 

Ou seja,

Júpiter assumiu a era do consciente, a razão e o conhecimento que vêm à tona da mente e que são espraiados ao mundo, como um todo, de forma inteiramente exotérica.  A verdade é que Júpiter é o grande mestre dos conhecimentos doados de forma exotérica, não escondidos, não velados, bem ao contrário, revelados e bem desvendados a todos que buscam o conhecimento.  E pelo fato de que Júpiter tenha assumido seu lugar no Olimpo, a montanha que se situa entre o Céu e a Terra, o conhecimento doado por esse deus é absolutamente ilimitado -  é bem assim como o poeta dos poetas, Shakespeare, nos diz: existe bem mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia...  

Plutão assumiu a era do pré-consciente comandada por Saturno a partir do momento em que tomou posse do reino dos mundos ínferos - para onde todas as Almas eram supostas de irem após a morte terrestre e jupiteriana, digamos assim, e de lá seguirem seus cursos, seja em direção aos Campos Elísios, seja em direção ao Tártaro.  Plutão é aquele que assumiu o posto de ter a palavra final a respeito da vida e da não-vida e do seguimento da vida ou da não-vida.  Plutão, ao assumir o mundos dos reinos ínferos, mergulhou novamente no âmago de seu pai Saturno (de maneira figurada, é claro), ou seja, nadou de volta em seu vômito de si mesmo, retornou às entranhas da Terra e ali passou a erigir o muro que separa o Consciente do Inconsciente: é o Pré-Consciente.  E mesmo que Plutão não tenha gerado nenhum filho, ele se tornou a fonte de toda a riqueza da Criação da Terra e dos homens a partir de tudo aquilo que possui, de forma objetiva e de forma subjetiva,  nos mundos subterrâneos!  E toda essa riqueza não apenas significa o ouro, o petróleo... não; também essa riqueza significam as raízes de todas as plantas alimentadoras da vida, como um todo... ;  também essa riqueza é subjetiva e significa o local onde o consciente do homem e da Criação se une ao seu inconsciente - verdadeiro poço de sabedoria, mesmo que não-revelada!  Por isso mesmo, em Plutão existe essa grande muralha de divisão entre aquilo que temos consciência e aquilo que não temos consciência: é o pré-consciente.  No entanto, sabemos que o pré-consciente nos deixa transitar entre esses dois mundos de sabedoria entre o céu e a terra - é preciso apenas sabermos como.

Finalmente, Netuno foi o filho que assumiu a era do inconsciente, a era ainda anterior a Saturno e sua ordenação do Caos ao Cosmos - esta última palavra significando Ordem.  A verdade é que Netuno assumiu uma era ainda anterior a Gaia, a Mãe-Terra, e ao seu filho e marido Urano, o Céu Estrelado.  Netuno faz parte do Portal que existe entre as eras do consciente e do pré-consciente e a era do inconsciente; entre os Mundo da Manifestação e da Não-Manifestação; entre a linguagem que a tudo pode expressar (com a boa ajuda de Plutão, dentro do pré-consciente e seu imenso cabedal de sabedoria bem guardada; e com a boa ajuda de Júpiter e dentro do consciente e seu imenso cabedal de sabedoria bem revelada todos) e a não-linguagem, tudo aquilo que não pode vir a ser expressado por linguagem alguma.  O reino de Netuno envolve tudo aquilo que reside em nosso inconsciente e que volta e meia é acionado até o consciente através a mediação do pré-consciente em sonhos, chistes, metáforas, composições da arte e do espírito e da religiosidade e da espiritualidade.  O reino de Netuno vai muito além ainda do que os mundos ínferos comandados por Plutão e o céu e a terra comandados por Júpiter...  o reino de Netuno advém do Todo que por sua vez advém do Tudo e do Nada.

Porém, sabemos que Saturno foi destronado sim, mas jamais perdeu seu poder e sua majestade, jamais, bem ao contrário: firmou pé concretizando os Mundo da Manifestação e da Não-Manifestação enquanto Senhor do Umbral, Senhor do Tempo e Senhor do Karma para toda a Criação pertencente ao céu de Urano, o céu estrelado que cobre a terra de Gaia, a Mãe-Terra!

Sempre Júpiter acaba encontrando limites para sua ilimitada ação dentro do desbravamento do conhecimento, sempre: é que se o conhecimento desbravado e alcançado não for bem concretizado - e isso é função de Saturno, enquanto Umbral -, se desvanecerá, se perderá no tempo - outra função de Saturno, enquanto Tempo -, e não cumprirá com suas missões kármicas - mais uma função saturnina, enquanto Karma!

Sempre Plutão, enquanto sua atuação como pré-consciente, acaba ficando enredado nas teias de Umbral de Saturno.  Sendo assim, ambos são Senhores do Umbral, apenas que Saturno realiza isso voltado exclusivamente para a encarnação dos homens e da Criação no Planeta Terra e o cumprimento de suas missões de encarnação como um todo, dentro do nosso Planeta.  E Plutão, a partir do momento em que as missões saturninas e terrestres estão sendo bem cumpridas, abre caminho para que a Alma possa realizar sua evolução para além-Saturno, de forma a poder adentrar e bem realizar os Planetas chamados de Transpessoais ou Trans-sociais ou Universais (com a devida orientação de ponte atuada por Quíron): Urano, o despertar da consciência mais elevada, Netuno, a transcendência, e o próprio Plutão, a metamorfose e a regeneração da vida e da não-vida.  E por essas mesmas razões, também Plutão é bastante similar a seu pai Saturno em termos de ação de Karmas e Samskaras - ações e reações em potencial - e em termos de ação do Tempo e do Não-Tempo, com a constante metamorfose e regeneração dos ciclos de vida e de morte.

Sempre Netuno, enquanto sua atuação como inconsciente, acaba ficando enredado nas teias de Tempo de Saturno.  Netuno é o próprio Portal entre o Mundo da Não-Manifestação e o Mundo da Manifestação.  No entanto, mesmo Netuno não adentra o Mundo da Não-Manifestação - pois que já pode ser formulado pela linguagem!  E por isso mesmo, por estar no Portal já de frente para o Mundo da Manifestação, é dirigido pelo Tempo e pelo Espaço - fundamentação da Criação.




Sobre Karmas e Samskaras
E Sobre Dharma
..... em Saturno e em Júpiter

Nosso Risco do Bordado é algo desenhado por nossa Alma para ser vivenciado nesta encarnação.  É certo que cada um de nós possuímos um Dharma especialmente nosso, que fala de nós mesmos e nos diferencia do resto de todos os seres... e ao mesmo tempo, cada um de nós possuímos Karmas e Samskaras - negativos ou positivos - advindos de vivências sucessivas e anteriores e que precisam ser vivenciados e resgatados, nesta vida atual, de preferência.  E sabemos que os arquétipos são como um imenso leque de infinitas possibilidades de se apresentarem em suas tantas e tantas varetas, em gradações diferenciadas!

Sendo assim, cada um de nós irá vivenciar nosso Risco do Bordado de maneira também diferenciada - tudo sempre dependendo de nossa índole, de nossa essência essencial e de como vivenciamos nosso Dharma e nossos Karmas e Samskaras.

......................

Em falando sobre Dharma e Karmas e Samskaras, novamente estaremos diante das questões que, a meu ver, são voltadas para nossos Júpiter e Saturno, em seus signos e em suas Casas Astrológicas e nos Aspectos que formam em nosso Risco do Bordado.

Uma vez mais posso lhe recordar: não exatamente Júpiter e Saturno são nosso Dharma e Karmas e Samskaras, respectivamente e literalmente.  Não é bem assim.  Eles assinalam, sinalizam os textos (signos) e os lugares (Casas) e as formas (Aspectos) através os quais iremos atuar nosso Dharma (em Júpiter) e nossos Karmas e Samskaras (em Saturno).  E essa nossa atuação sempre estará acontecendo a partir de como apresentamos nosso Dharma (nossa índole, nossa essência essencial) e nossos Karmas e Samskaras (nossas ações e reações em potencial).

É certo também percebermos que, normalmente, o lugar onde temos nosso Júpiter é sempre um lugar de maior bênçãos em nossa vida, de maior proteção, de maior justiça.  E é certo também percebermos que, normalmente, o lugar onde temos nosso Saturno é sempre um lugar de maiores impedimentos, maiores obstáculos, maiores provações que nos trazem a necessidade de em Saturno termos que perseverar, trabalhar, dizer a que viemos nessa encarnação, concretizarmos nossas metas planetárias de vida e darmos contas das vivências de Karmas e Samskaras a serem resgatados, em questões que nem sempre sabemos como e porquê nos acontecem - porque possivelmente podem vir a ser questões que teriam se apresentado através ações em vidas anteriores, em vivências sucessivas anteriores, e que agora, nesta encarnação atual, nos chegam em reações que eram potenciais mas que se tornam reais!

E é certo que também no lugar onde temos nosso Júpiter, nosso Dharma, poderemos tecer questões mais simpáticas em nossa vida de hoje orientada para nosso futuro - com muito cuidado para termos consciências sobre estas questões!  Digo isso porque muitas vezes a gente nem nota que estamos rodeados de questões simpáticas, entende, a gente tende a achar que é normal... e perde o sentido do valor das coisas. 

Se acaso nosso Júpiter estiver atuando Aspectos menos simpáticos em nosso Risco do Bordado, é certo que já teremos, naturalmente, uma consciência maior sobre questões menos simpáticas sendo atuadas através nosso Dharma.  Os Aspectos menos simpáticos são Quincúncio e Oposição e Quadrado, a meu ver.

E é certo também que no lugar onde temos nosso Saturno, poderemos estar numa encarnação onde colheremos questões bem simpáticas de Karmas e Samskaras positivos a serem vivenciados nesta atual encarnação, trazidos por Samskaras também positivos, do passado.  Por outro lado, podemos também atuar nesta encarnação questões de Karmas que sejam mais negativas - e assim, deixando que Samskaras negativos sejam ainda colhidos nesta encarnação ou mesmo, em vidas futuras, em vivências sucessivas futuras, entende?

A verdade é: em se tratando de Saturno, quanto mais ampliarmos nossa consciência - ou que tenhamos feito isso também em vivências sucessivas anteriores - mais força e perseverança teremos na atuação de vivências de resgates de Karmas e Samskaras, sejam positivos ou negativos, nesta atual encarnação.  E eu sinto que é isso mesmo que temos que tentar fazer, sempre: ampliar nossa consciência mais e mais e mais e mais.  Afinal, a única coisa que levamos de uma vida para outra é nosso mente.  Tudo é mente sob o Tao da Criação porque o próprio Tao da Criação é Mente Pura Mente!

E também, quanto menos Karmas negativos agirmos, menos Samskaras negativos teremos que colher, seja ainda nesta encarnação ou seja em encarnação futuras, entende?  É por isso que eu sempre digo: quanto mais ampliarmos nossa mente, melhor para nós vivenciarmos conscientemente nosso Dharma e também nossos Karmas e Samskaras.

Dizem os Mestres que podemos Iluminar - mente infinita e iluminada -, ainda trazendo Karmas e Samskaras negativos a serem vivenciados e resgatados... mesmo que o Dharma esteja mais e mais consciente em relação a isso!  Porém, jamais podemos Liberar, exercer a Liberação, a Imortalidade (assim como Jesus e outros Mestres o fizeram), se não tivermos vivenciados e resgatados todos, todos, todos, Karmas e Samskaras negativos, entende?  E tudo isso tem sempre que ser vivenciado dentro de um Planeta de pura Materialização, assim como nosso querido Planeta Terra!  A Iluminação tem que acontecer dentro da encarnação e a Liberação também, não tem outro jeito de ser... e dificilmente esses dois Caminhos acontecem dentro de uma mesma encarnação: leva um grande tempo - Saturno - para se alcançar a Iluminação e mais outro longo tempo para se alcançar a Liberação.

Portanto, nosso Dharma - em Júpiter - precisa todo o tempo estar bem conscientizado sobre suas questões mais harmoniosas e menos harmoniosas, de forma que nossa mente possa bem vivenciar e resgatar Karmas e Samskaras anteriores - positivos ou negativos -, e de forma que possamos não mais, se possível, cometermos Karmas negativos para não mais colhermos Samskaras negativos, em Saturno.

Porém, em se tratando de dois Planetas chamados Sociais, ambos nos levam à compreensão de que tudo isso depende de nós pessoalmente sim, mas por outro lado, também depende de nosso Outro, de nossa atuação pessoal e social diante de nosso Outro e da atuação pessoal e social de nosso Outro diante de nós!  Existe, pois, sempre em se tratando de Júpiter e de Saturno, uma fusão social ampla, sem dúvida alguma, entre os seres e é exatamente essa fusão social ampla que ditará a forma através a qual nosso Saturno e nosso Júpiter poderão exercer seus Karmas e Samskaras e seu Dharma!

E é certo que isso também acontece muitíssimo dentro de nossa história familiar pessoal, de nossa família, de nosso pai e mãe que escolhemos para nascer e de suas próprias histórias anteriores familiares!  Como um exemplo: Jesus acabou nascendo, assim nos parece, de pai e mãe já bem iluminados, já com mentes bem ampliadas e já bem conscientizados sobre seus Caminhos da Iluminação e até possivelmente, seus Caminhos de Liberação!

Dentro de nossa história familiar, existe uma conjunção de valores entre nossos pai e mãe e irmãos e parentes mais próximos e nossos antecedentes e nossos ascendentes!  Esta conjunção de valores envolvem Dharmas e Karmas e Samskaras atuados por todos estes seres e estes seres pertencem à esta mesma raíz familiar exatamente pelo fato de que esta conjunção de valores é favorável para todos, no sentido de bem realizarem seus Dharmas e seus Karmas e Samskaras, pessoalmente e familiarmente e socialmente e profissionalmente e planetariamente. 

E você sabe, Caro Caminhante, eu não exatamente penso que tenhamos literalmente vivenciado pai e mãe e irmãos e amigos e etc, ou mesmo inimigos, em encarnações anteriores propriamente ditas.  Não exatamente eu penso que isso assim acontece.  Eu penso que somos conjugados em termos de valores de Dharmas e de Karmas e Samskaras - e isso pode acontecer de forma inteiramente impessoal porque o Tao da Criação não é pessoal, bem ao contrário, o Tao é impessoal.  As religiões mais ocidentais - ou mesmo algumas orientais -, é que gostam de pessoalizar as interações entre os seres, através as vivências sucessivas anteriores ou posteriores.  Mas eu penso que tudo isso é bem impessoal, assim eu penso.

E da mesma forma que acontecem as alquimizações mais simpáticas, existem também as alquimizações menos simpáticas, entende?  Não vejo nem as mais simpáticas quanto as menos simpáticas como “um acerto de contas”.  Não, não vejo assim.  A meu ver, o universo é inteiramente impessoal - mesmo que tenha sido formalizado pelo Tao da Criação, em sua Pura Mente, enquanto Amor e amor já traz em si um toque intenso de pessoalidade.



Trânsitos de Júpiter,
deus dos deuses, benfeitor e justiceiro,
em nosso Risco do Bordado

Vimos que Júpiter realiza sua translação - seu ciclo de andamento em torno ao Sol, nossa estrela maior - em doze anos.  Sendo assim, teremos Júpiter também fazendo esse seu movimento inteiro e cíclico de 360 graus através de nossa Mandala Astrológica, nesse mesmo tempo.  Então, o benfeitor e justiceiro vai visitando cada um de nossos Cenários de Vida em um ano, de uma forma geral. 

Sabemos que cada mapa natal é levantado de acordo com o horário correto de nascimento e dentro da latitude e da longitude do evento.  Nesse caso, volta e meia, acontecem mapas contendo um signo interceptado em determinada Casa astrológica, fazendo com que a Casa oposta e complementar, também apresentará essa interceptação.  Existem casos, raros, onde não somente duas Casas apresentam signos interceptados, mas quatro Casas!  Em casos de interceptação, outras duas Casas opostas e complementares terão seus graus encurtados dentro de um mesmo signo.  Sendo assim, o tempo de passagem do deus dos deuses dentro das Casas mais amplas contendo signos interceptados e dentro das Casas mais encurtadas, haverá de variar!

Sempre que estivermos diante de um transito de Júpiter, veremos que esse Arquétipo tem a intenção de ir expansionando a área, o Cenário, a Casa por onde está passeando e ao mesmo tempo, trazendo essa mesma realidade aos demais Arquétipos - Luminares ou Planetas ou Planetóides ou Asteróides ou Pontos -, com os quais vai se encontrando!

Sendo assim, um Trânsito de Júpiter por sobre o Sol natal pode representar um tempo de expansão de consciência, expansão de luz pessoal, expansão da realidade maior da pessoa, dentro da Casa e do signo onde essa Conjunção estiver acontecendo.

Ao mesmo tempo, um Trânsito de Júpiter por sobre Plutão, por exemplo, ou por sobre Urano, ou Saturno..., pode representar um tempo de expansão de consciência, sim, porém, essa expansão de consciência é adquirida a partir das motivações arquetípicas que serão expansionadas, de acordo com cada Planeta e sua simbologia essencial e natural.

Trocando em miúdos, Plutão é metamorfoseador e regenerador...  um Trânsito de Júpiter em Conjunção a Plutão pode ampliar esse sentido de metamorfose e de regeneração na vida da pessoa, lhe trazendo profundas mudanças dentro da Casa e do signo e dos Aspectos que esse Plutão contém dentro de seu posicionamento no Risco do Bordado, dentro do mapa natal!

Também Plutão é o dono do Poder e do Conhecimento - nem sempre revelados, em ambos os sentidos.  Júpiter poderá vir ao encontro dessa Conjunção com Plutão com tal força..., que tenderá a trazer à tona, a revelar, o Poder e o Conhecimento que jaziam ocultos!

................................... (a continuidade deste Texto encontra-se no original do Capítulo 15)



Júpiter  em seu Andamento de Doze Anos
ao longo dos Doze Cenários da Mandala Astrológica

Outra questão bem importante a ser vista em relação a Júpiter, o deus dos deuses, benfeitor e justiceiro, é o cumprimento de seus ciclos - Doze Ciclos - ao longo do seu grande ciclo de Doze anos em nosso Risco do Bordado:

Júpiter, ao entrar em nossa Casa Doze, nos anuncia que é tempo de trazermos uma boa conclusão dos onze anos anteriores desse grande ciclo de passeio do deus dos deuses através do nosso Risco do Bordado.  Sempre a Casa Doze é lugar de conclusões de ciclos.

Júpiter, ao cruzar nosso Ascendente e adentrar nossa Casa Um, nos anuncia que é tempo de começarmos um novo ciclo jupiteriano de vida, com sua promessa de novos doze anos em seu passeio através nossos Doze Cenários de Vida de nosso mapa astral.  Na Casa Um, Júpiter nos traz uma imensa renovação de forças e reafirma nossa índole essencial e natural - nosso Dharma - em relação ao nosso Risco do Bordado como um todo, especialmente em função ao nosso lugar natal de posicionamento desse mesmo Júpiter!

Júpiter em Casa Dois pode significar um tempo de ampliação de nossos dons para buscarmos nossos recursos financeiros e estruturadores e pessoais de nossa vida.  Porém, é sempre bom termos olhos bem abertos em relação ao posicionamento de Planetas como Marte, Saturno, Quíron, Urano, Netuno e Plutão, ali morando - como já explicamos mais acima.

Júpiter em Casa Três vem significar um tempo de expansão de nossa comunicação e de nossa troca mais pessoal com o mundo, de nossa movimentação e de nossa locomoção e de nossa ação de inter-relação em termos de vicinitude, de família mais próxima, etc.

Ao passar pelas Casas Quatro, Cinco e Seis, certamente Júpiter vem ampliar nossa Identidade Pessoal, em termos de nossas raízes, de nossas criações e de nossas  procriações e em termos de nosso trabalho do cotidiano e da boa manutenção de nossa saúde.

Quando Júpiter termina o semiciclo de seis anos dentro das Casas Pessoais e de Identidade Pessoal, termina também, uma vez mais, toda a possível ampliação de consciência que a pessoa pôde ter adquirido dentro daquele tempo, de si mesmo, e agora a pessoa está pronta a se tornar mais socializada, com Júpiter cruzando o Descendente.

..................................................  (a continuidade deste Texto encontra-se no original do Capítulo 15)



Júpiter e seus vários Ciclos de Doze Anos
ao longo de nossa vida e dos Quatro Atos da Vida
bem como o entremeamento desses ciclos
com os ciclos de Saturno, Quíron, Urano, Netuno e Plutão


Júpiter nos revela a forma ideal de podemos nos conscientizar de nosso Dharma, nossa essência, nossa maneira de lidar com a vida como um todo, nosso Trabalho de Espiritualidade e de Iluminação.

Os Retornos de Júpiter acontecem a cada doze anos e sempre nos apontam as questões mais importante a respeito de nosso Dharma, a serem realizadas nesses períodos de 12 anos. São os nossos direitos de encarnação.

É bom que possamos levantar o(s) mapa(s) pertencentes a este momento de Retorno de Júpiter, sem dúvida alguma, para que saibamos de forma bem mais clara tudo aquilo que o deus dos deuses, benfeitor e justiceiro, vem nos apontar para não somente o ano em que este Retorno vai estar acontecendo bem como os demais onze anos à frente, até o próximo Retorno.

Ao mesmo tempo, é importante que também possamos levantar os mapas pertencentes aos momentos acionados pelos demais Aspectos mais fundamentais dentro de nossa leitura astrológica: os Semi-sextis, os Sextis, os Quadrados, os Trígonos, os Quincúncios e a Oposição.

Sempre todos os mapas deverão ser levantados à luz do grau e minutos propriamente ditos em relação ao nosso Júpiter natal e deverão ser lidos e interpretados não somente como um mapa em si, com sua vida própria, digamos assim, como também devem ser contrapostos ao nosso mapa astral natal, sem sombra de dúvida.  Dessa forma, poderemos ter as informações pertinentes ao mapa levantado mostrando o Aspecto jupiteriano formado consigo mesmo e sua história a ser vivenciada em relação à história primordial já contada em nosso Risco do Bordado, nosso mapa astral natal.  Não se esqueça, Amigo das Estrelas, a sempre levar em consideração os Aspectos existentes a partir de Júpiter como centro da questão dentro do mapa natal e os Aspectos existentes dentro dos mapas coadjuvantes a serem trabalhados ao longo dos ciclos de 12 anos.

............................... (a continuidade deste Texto encontra-se no original do Capítulo 15)





Júpiter ao longo dos Quatro Atos de Vida:

Primeiro Ato de Vida

A verdade é que o Primeiro Ato de Vida acontece realmente dentro do cumprimento do Primeiro Ciclo de Doze Anos do Planeta Júpiter, em sua totalidade.

Esse é um tempo absolutamente fundamental para todos nós, não é verdade? 

O Primeiro Quadrado acontece aos três aninhos de idade e quando acontece a Oposição entre Júpiter em trânsito com o Júpiter natal, a criança estará soprando  suas seis velinhas ao alto do bolo de aniversário e já estará praticamente completando aquilo que os psicólogos chamam de Conclusão da Primeira Infância. Saturno estará entre seus tempos de Sextil e de Quadrado; Urano estará realizando seu Semi-sextil.

Em meu caso pessoal, Quíron estava entre seu tempo de Semi-sextil, em 1953, e seu tempo de Sextil, em 1957.  Aos meus seis anos de idade, eu entrei no Colégio. Quando Saturno esteve em seu Sextil, eu já estava começando a aprender a ler através os títulos dos tantos e tantos livros que compunham as zilhões de estantes para livros que sempre aconteceram em minha casa natal...  Porém, quando Saturno já estava se aproximando de seu Quadrado, a entrada no Colégio foi algo extremamente estranho para mim e para minha vida - eu não gostei em nada.  Aconteceu que a freira percebeu que eu já sabia ler e que haveria de ser um tormento na vida dela e da classe, como um todo, e então teve a feliz idéia de já me proporcionar minha verdadeira vocação: a de professora - me colocou ensinando as crianças do curso preliminar... que ainda estavam começando o verdadeiro beabá e lá estava eu, com apenas seis/sete anos de idade, atuando como professora!  Penso que o Sextil de Quíron e o Semi-sextil de Urano muito me auxiliaram nesta tarefa!

Por volta dos 8/9 anos de idade, a criança passa pelo Quadrado que já busca o desfecho desse primeiro ciclo jupiteriano.

................................................... (a continuidade deste Texto encontra-se no original do Capítulo 15)




Exemplo Prático
Seu Livro de Vida Personalizado

Caminhante/Aluno do Curso Amigos das Estrelas/Psicólogo
(com a sua devida permissão)


Júpiter e seus Ciclos
Júpiter nos revela nosso Dharma, nossa essência, nossa maneira de lidar com a vida como um todo, nosso Trabalho de Espiritualidade e de Iluminação. Os Retornos de Júpiter acontecem a cada doze anos e sempre nos apontam as questões mais a serem realizadas em nossa vida. São os nossos direitos de encarnação.

Sobre seu Júpiter natal, em Símbolos e em Estrelas Protetoras:

Uma rede vazia estendida entre duas árvores.
O grau 18 de Áries nos revela uma pessoa ou situação que, ao longo de sua vida, procura "Viver de Maneira Ritmada" - sua palavra-chave, alternando construtivamente a atividade e o repouso, entre a vivencia do mundo exterior e o mundo interior, entre a sociedade e a individualidade.

O ‘tapete mágico’ da imagética oriental.
O grau 19 de Áries nos revela uma pessoa ou situação que, ao longo de sua vida, vai desenvolvendo "Uma perspectiva descomprometida, que transcende o esforço, com relação à realidade cotidiana". É uma pessoa que não se deixa levar pela competição febril que a sociedade moderna coloca e abre para si mesma uma imaginação bastante criativa que a leva a mundos interiores e que lhe traz imensa compreensão da vida como um todo.

ALPHERATZ - 13:57 ARIES - The common star between Andromeda and Pegasus - Alpha Andromedae
wanting freedom and movement. Desejando e buscando a liberdade e a movimentação.  A cabeça de Andromeda e parte do Cavalo Alado, Pégasus.  É uma estrela colocada na constelação de Andromeda mas que  possui seu grande simbolismo em relação ao conceito de Pégasus.  É uma estrela que luta pela liberdade e pela independência, a ação rápida.  Querer procurar e encontrar por lugares de maior espaço pessoal.  Compreensão instintiva de como usar a velocidade e a movimentação. Amor, riquezas, honras e inteligência penetrante.
Júpiter: filosofia e religião, honras, e êxito.
BATENKAITOS – 21:45 ÁRIES – Cetus – o ventre da Baleia
Mudanças de casa, falta de dinheiro, heranças que não chegam, perdas, emigração
Júpiter: vida vagabunda e aventureira. 

  
Eu diria, Caminhante, que você tem uma Alma que muito lhe deu uma bela mão em sua área de colocação de seu Júpiter natal, seu Dharma a lhe trazer algumas boas benesses nessa vida - por ele estar situado em área de Encontro com seu Outro e também em Conjunção com Vênus, a bela do desejo, regente natural da Casa Sete.

Por outro lado, eu, Janine, na posição de uma das tantas pessoas que constituem o mundo seu do seu Outro, fico feliz e contente de ter essa Vênus bela em Áries ao lado desse Júpiter belíssimo em Áries, e em Casa Um, para mim, em meu Eu Sou, entende?

Sempre os Planetas que temos em nossa Casa Sete - se tivermos Planetas ou Luminares ali instalados -, vêm nos falar sobre não somente seu Encontro com seu Outro, Caminhante, mas também de características marcantes do seu Outro em seu Eu Sou!

Portanto, Vênus em Áries é decidida, forte, com ação direta e incisiva - aliás, dizemos que ela está em Exílio, por morar em signo oposto e complementar ao signo onde é regente, em Libra.  Vênus sempre vem nos falar do nosso arquétipo feminino materializado no Planeta Terra, bem objetivado, realmente, tanto em Touro quanto em Libra.  Para Touro, Vênus vai bem, já que estamos vivendo aqui na Terra, Planeta mais voltado para ser o bom regente de Touro.  Para Libra, penso que Vênus vai melhor ainda - mesmo que a maioria dos astrólogos fiquem aguardando um Planeta outro a ser descoberto ou já descoberto - além Plutão, é claro - que tome o lugar venusiano!

Vênus, como regente de Touro, diz o que quer enquanto seu desejo de boa materialização de sua encarnação e Marte sai atrás correndo para satisfazer os desejos venusianos, nesse nível de encarnação propriamente dita.

Vênus como regente de Libra, diz o que quer em relação ao seu Outro, alquimiza seu Outro com sua sedução sedutora e alquimizando; e Marte sai correndo em sua direção para satisfazer seus desejos amorosos e afetivos e casadoiros e associativos e de inter-relação com o mundo, de forma geral.

Portanto, vemos em Vênus sempre a manifestação do desejo propriamente dito, mas essa manifestação não exatamente é acionada por essa Vênus - a não ser que esteja em signo muito direto e incisivo, como Áries, por exemplo!  De qualquer forma, sempre Vênus é Vênus, sempre mais receptiva aguardando a ação do Marte, mesmo em Áries.  Mas Vênus em Áries poderá atuar ao mesmo tempo receptivamente como diretamente em suas ações, entende, porque o signo de Áries é bem direto e incisivo.

Vemos então, Caminhante, que seu Júpiter natal acaba sempre ficando aliançado à sua Vênus e sempre que estivermos falando sobre seu Júpiter, estaremos nos    recordando que ele mora ao lado de sua Bela do Desejo e ambos, em Casa Sete, seu lugar de Encontro com seu Outro e em Áries, signo que dá entrada à Casa Oito, lugar de bens compartilhados.

Encontraremos seu Marte natal em Aquário e em Casa Seis, antecipado por seu Saturno e sucedido por seu Sol - todos aquarianos, sendo que o Sol é sucedido por Quíron pisciano, já no signo do Descendente.

Então, sempre estaremos diante do seu Júpiter aliado à sua Vênus e ambos sendo regidos por sua ação direta e incisiva e bem amadurecida e bem iluminada - por Marte estar ensanduichado entre Saturno e Sol - e todos felizes e contentes associando-se em trabalhos e em cotidiano de vida, sem dúvida alguma, acionados por sua força decisiva de Marte junto ao Sol - o que lhe traz um revigor de forças ainda maior pela Conjunção entre Marte e Sol - que força, hein? -, porém sendo um tanto contido pelas rédeas das responsabilidades saturninas... que bom, senão você sairia desembestada por aí!

Veja você que existe esse enlace entre suas Casas Seis e Sete, não é verdade, bem como a Casa Oito também, tudo isso enredado por Áries e por Marte e seus outros coadjuvantes, entende?

E é certo que muito possivelmente seu mapa teria lhe dito que você teria que amadurecer muitíssimo, Caminhante, por causa do Saturno em Casa Seis e regente dos seus Vagões tão compromissados em instituições que fazem grande parte de sua Casa Quatro, seu lugar de raízes, e que dá entrada ao seu lugar de identidade pessoal bem estruturada, com Capricórnio em Casa Cinco.  Então, eu diria que sua vida vem agora, nesse seu momento já bem mais amadurecido, lhe trazendo um casamento digno do Vênus e do Júpiter que vemos em sua Casa Sete e associações várias e interessantes a partir do Marte aquariano de Casa Seis e de Trabalho e de cotidiano de vida, entende?

E tudo isso traz um enlace grande entre você e seu Outro, em questões bem pessoais e em questões profissionais e em questões sociais e planetárias e em bens compartilhados em todos esses sentidos, pode acreditar.  E gosto muito de tudo isso - assim como gosto muito de trabalhar com você, Caminhante, e que bom que você gosta também: é bom para você e é bom para seu Outro, entende?
...............

Voltando ao seu Júpiter, veremos que ele é o bom regente de alguns arquétipos interessantes em sua Casa Três sagitariana e que depois dá entrada ao seu Fundo do Céu e à sua Casa Quatro: Parte da Fortuna (ainda estudaremos sobre esse Tema mais à frente, aguarde), Pallas, Juno e Ceres.  Pallas é libertária e justiceira, mulher independente e sem filhos (ou pelo menos, não se conhecem filhos seus).  Juno é outra coisa bem diferente de Pallas!  Juno é casadoira e mulher poderosa dentro do seu matrimônio ou dentro de suas associações.  E Ceres é sempre alimentadora e sempre ensinando os homens a se alimentarem, de forma objetiva, em primeiro lugar, e depois, de forma subjetiva, através os conhecimentos.  Ceres é a mãe de Perséfone, que foi raptada por Plutão e com ele vivendo um quarto do ano, no inverno, e o resto do tempo, com sua mãe, na Terra, trazendo a vida.  Ceres é poderosa, não duvide sobre isso.  segundo seu mapa, Caminhante, um dia você haverá de morar próxima a uma padaria, estou lhe dizendo!  Aqui em mar de hespanha tem uma padaria onde o pão é maravilhoso e se chama Ceres Mineira!  Não é bárbaro?

De qualquer forma, todo esse seu conjunto feminino está morando em signo de Conhecimentos Avançados e de estrangeirismos - Sagitário - e mesmo que estejam em Casa Três, lugar tão pessoal e próximo, acabam transformando sua vida, Caminhante, em algo que não existe nem próximo nem distante, tudo acaba sendo uma mesma coisa.  E além disso, essas moçoilas lhe trazem cada qual uma forma de você ser em seus estudos avançados, em seu uso de mente pessoal/social/coletiva, em suas movimentações no Brasil e no exterior, etc e tal.  Sua mente funciona de mil maneiras, eu diria, através esse leque feminino de deusas que tomam o corpo dos asteróides maiores entre Marte e Júpiter, ligando nossas questões mais pessoais com nossas questões mais sociais.  E eu diria que você tem um talento supimpa, Caminhante, para falar sobre essas questões do feminino manifestadas por essas três deusas: acho que você bem poderia gastar um tempo nos alfarrábios procurando saber mais e mais sobre as mesmas!

E vemos que todos esses anos, desde o miolo dos anos noventa até os dias de hoje - quando Plutão quer adentrar Capricórnio mas que ainda retornará aos graus finalizantes de Sagitário, em 2008 -, você vem sendo acionadíssima, Caminhante, por essas moçoilas e mais sua Parte da Fortuna, tudo em Casa Três, sagitarianas, e depois, mais recentemente e com você já nos States, com Plutão adentrando sua Casa Quatro, seu lugar de raízes pessoais mas que você sempre gosta de poder compartilhar com seu Outro (porque Júpiter está em Casa Sete aliado à sua Vênus) tanto de forma pessoal e casadoira quanto de forma profissional e aliançada em associações várias e também de forma mais social e coletiva - por causa do Sagitário que é um signo social e coletivo, de mente social e coletiva, entende?  No entanto, tanto Vênus quanto Júpiter estão em signo singular e singular do Eu Sou e isso faz com que você possa manter em sua vida uma série de inter-relações pessoais e profissionais e sociais e coletivas, cada qual de uma maneira bem singularizada, entende?, e sempre tendo que você se harmonizar ao seu Outro e seu Outro à você - e vi bem isso, sempre, entre mim e você, não é verdade?

Voltando ao trânsito de Plutão: eu sempre penso que este Planeta metamorfoseador e regenerador, vem nos trazendo o melhor de nós mesmos - mesmo que tenhamos que deixar um bando de coisas e pessoas e situações para trás.... e nos traz renovação, coisa que a Alma quer para poder desempenhar com rigor seu desejo de encarnação através o cumprimento de suas metas de vida.

Portanto, esse Plutão levou você, junto ao seu Outro mais agarradinho, seu marido, para a América, fazer a América, e se fez isso é porque isso é bom para você, seja pelo que for.  E agora, com Plutão adentrando o Capricórnio, ele estará podendo lhe trazer uma situação mais bem concretizada acerca as instituições nas quais você poderá trabalhar e ralar direitinho, assim como sua Alma quer e requer - e então, Plutão deixará de estar tanto acionando Júpiter para começar a cutucar e acionar Saturno, nos fazendo transformar Dharmas em Karmas... desde que a Alma saiba o que estará fazendo, tudo bem.

Sobre os Ciclos Jupiterianos, ao longo de sua vida, Caminhante:

Como você bem sabe, Júpiter tem um ciclo de doze anos - dos Planetas mais Lentos e Enfáticos, o ciclo de Júpiter é o menor, sem dúvida alguma.  Portanto, veremos que é mais ou menos de doze meses, o período que encontraremos Júpiter em um signo e em uma Casa astrológica.

Bem, em termos de Júpiter - por andar tão rapidamente, digamos assim, eu vou considerar apenas os Aspectos de Quadrados e de Oposição e de Conjunção, okey?  E veremos que o primeiro Quadrado acontece em Câncer e em Casa Dez e ao lado de sua Locomotiva de seu Trem da Vida e super mexendo com sua Lua taurina de Casa Oito.

A Oposição acontece em Libra e em Casa Um e super mexendo com você mesma, em seu Eu Sou em signo de Nós Somos.

O último Quadrado acontece em Capricórnio e em Casa Quatro e próximo aos Vagões do seu trem da Vida e super mexendo com seu Saturno aquariano grudado ao seu Marte e ao seu Sol, todos em Casa Seis!

Portanto, veja você, em signos de abertura das Estações e em Casas de aberturas das Estações, encontraremos os momentos highlights, digamos assim, de seu Júpiter, não é verdade, mesclando primavera com outono, verão com inverno - podendo, portanto, bem viver no hemisfério sul ou norte - e seu Outro também!

E certamente mesclando as questões do Eu Sou e do Nós Somos; do Eu Enraízo e do Nós Construímos - tanto para você quanto para seu Outro, que bom.

Se você abrir o dynamic events reports - como lhe ensinei a fazer para os ciclos quironianos, agora para Juptier -, você verá que nasceu na terceira passagem de Júpiter por seu grau original - a primeira foi em julho e depois em setembro de 63 para você nascer em fevereiro de 64 - portanto, aconteceram questões, possivelmente, de renovação da relação de seus pais, Caminhante, antecedendo seu nascimento.

Júpiter andou através sua Casa Sete e depois adentrou Casa Oito e em Touro e foi andando até adentrar a Casa Nove depois adentrar Gêmeos e então encontrar-se com seu Meio do Céu geminiano e finalmente, adentrar Câncer - onde encontraremos seu Quadrado primeiro acontecendo no ano de 66, com Júpiter em sua Casa Dez e próximo à sua Locomotiva do Trem da Vida e já querendo adentrar sua Casa Onze.  Ali, adentrou o signo do Leão e depois, adentrou sua Casa Doze e finalmente, adentrou Virgem e lhe trouxe um Renascimento Jupiteriano.

A Oposição primeira em sua vida jupiteriana aconteceu com este Planeta já em sua Casa Um e em Libra, no ano de 1969.

Júpiter adentrou sua casa Dois e depois, o signo do Escorpião e depois, sua Casa Três e então, seu signo próprio, Sagitário e então, adentrou seu Fundo do Céu e Casa Quatro e adentrou Capricórnio onde fez seu Quadrado final antes do seu Retorno, próximo aos seus Vagões do seu Trem da Vida e já apontando para sua Casa Cinco.   Depois, adentrou Aquário e então, a Casa Seis e então, passou pelo Descendente pisciano e finalmente, adentrou Áries, o signo onde mora, perfazendo seu Primeiro Retorno de Júpiter, aos seus doze anos de idade, Caminhante.


O que é interessante você perceber nesse mapa acima, Caminhante, é o fato de que ele é o inverso certeiro do seu mapa astral natal!  Então, de alguma maneira, entre seus doze e vinte e quatro anos, você teve que ser você mesma, sim, porém tendo que se conhecer ao seu inverso, ao seu avesso, seu contrário de você mesma!  Isso deve ter sido bom aprendizado, eu diria, para você, cara amiga das estrelas, pelo fato de que você tem júpiter natal em Áries, do Eu Sou porém em Casa Sete, do seu Outro, e isso pode levar você a deixar de lado sua singularidade, Caminhante, para estar grudada à singularidade do seu Outro, em seu Encontro com seu Outro - já comentamos sobre essa questão, em nossa primeira fase de estudos, recorda-se?

Eu penso que esse mapa já mostrava você como uma pessoa muitíssimo estudiosa e interessada nos conhecimentos e na movimentação da vida, como um todo, e muitíssimo também voltada para poder bem desenvolver suas próprias habilidades para poder ganhar seu próprio sustento de vida.

Em 78, Júpiter em Câncer e em Casa Dez fazia seu Quadrado; em  81, fazia sua Oposição, em Libra e em Casa Um; em 84, fazia seu ultimo Quadrado, em Capricórnio, e em Casa Quatro, antes de realizar seu Segundo Retorno de Júpiter, em 87:

Aqui você já estava com vinte e quatro anos de idade, já bem mais amadurecida para a vida e já ralando na vida, não é verdade?  e também esse Segundo Retorno já bem prepara o Caminhante para seu Primeiro Retorno de Saturno, aos vinte e nove anos, e ainda um tantinho antes, aos vinte e sete anos, para o Primeiro Retorno da Lua Progredida (teremos essa Aula mais adiante, aguarde). 

Enfim, são momentos importantíssimos porque são definidores de entrada no Segundo Ato de Vida de forma bem objetivada e propriamente dita.

Esse é um mapa que aponta para esse seu sempre desejo de estar alcançando o mundo com suas mãos, o conhecimento bem enraizado em sua vida e você se iluminando para tudo isso poder acontecer, não é verdade?  o Ascendente leonino revela você já buscando seu grupo iluminado de vida para poderem todos adentrarem sua Pirâmide sempre tão iluminada sobre a qual você agora, já em seus anos quarenta, Caminhante, está tomando consciência sobre a mesma, não é verdade?  capricórnio em Casa Seis com Saturno ainda em Casa Quatro mas já querendo adentrar a Casa Cinco com Urano e com Netuno me dizem que você já estava bem trabalhadora naquele tempo e que possivelmente estava abrindo mão da maternidade pessoal para enveredar seus caminhos bem estruturados dentro do seu trabalho porém com um ar grande de liberdade e de atuação de sua mente vigorosa e inteligente, pela Lua aquariana.  E Júpiter ariano de Casa Oito sugeria que você parecia que tinha algo em bens compartilhados mas que na verdade, acho que não tinha.

O Quadrado canceriano de Casa Dez aconteceu em 90 e depois, a Oposição, em Libra e em Casa Um, em 93 e novo Quadrado, já em Capricórnio e em Casa Quatro, em 96.

Seu Terceiro Retorno de Júpiter, Caminhante, aconteceu em 99, você já adentrada em seus anos trinta, já bem mais amadurecida, e já tecendo sua vida para poder enfrentar seu Tempo de Revirão de Vida, a Oposição de Urano em trânsito ao Urano natal, não é verdade?  este é o mapa que você ainda está vivenciando agora - embora já esteja olhando para os delineamentos de seu próximo retorno jupiteriano, é claro.

ah, esse mapa lhe traz questões muito interessantes a serem observadas?  Veja você, o Fundo do Céu vem em Leão, lhe trazendo grande luminosidade para suas questões de raízes pessoais, de lugar de trabalho para seu Outro; de lugar de trabalho para seu Outro junto a você: sua Pirâmide está aqui inteiramente instalada, veja você, e ainda além disso, veremos que seu Sol se encontra em Conjunção com Saturno antecipado por Pallas e em Casa Doze, seu lugar da Psicologia, por um lado, e do trabalho do seu Outro, por outro lado - além de que Saturno rege a Casa Nove, lugar de lonjuras e de instituições bem concretizadas para estudos mais avançados!

E veja que seu Júpiter ariano encontra-se literalmente querendo adentrar sua Casa Doze - que é a Casa Seis do seu Outro, o lugar inovador do trabalho do seu Outro, entende, e tudo isso faz parte de sua Casa Sete ariana com Vênus e com Júpiter, ou seja, o casamento e as associações fazendo parte das questões do trabalho inovador do seu Outro e também de sua Psicologia podendo aqui também ser vista, entende - pois que a Casa Doze, bem como a Casa Oito, adoram uma Psicologia!

Outra questão importante a ser vista nesse mapa, Caminhante, é o fato de que não somente o Sol está por sobre sua Lua taurina de Casa Oito em seu mapa astral natal como nesse mapa está antecipado por Saturno - o pai encarnado e o pai divino nesse mapa do Retorno estão fusionados à mãe - e veremos que Saturno e Sol em Touro e em Casa Doze fazem as vezes de Casa Seis para seu Outro, ou seja o lugar do trabalho do seu Outro e a responsabilidade dessa questão.  E veja que o Saturno rege sua Casa Nove, o lugar dos estudos superiores bem concretizados, em Capricórnio, e também as questões voltadas para o exterior do Brasil.  então, tudo fica um tanto fusionado com sua Lua taurina de Casa Oito, dos bens compartilhados em sua vida, Caminhante, e essa sua Lua rege sua Locomotiva do seu Trem da Vida, sua vida de hoje orientada para seu futuro.  Já conversamos bastante anteriormente sobre seu Trem da Vida, não é verdade, e ainda iremos conversar mais ainda, em aula futura, sobre os Ciclos do Trem da Vida, aguarde.  Mas veja, sua Alma traz muitos Vagões bem concretizados acerca seu trabalho de muita responsabilidade em suas vidas anteriores.... e para essa sua vida, lhe traz a benesse de você poder fazer tudo isso, sim, porém sendo mulher e bem mulher e atuando enquanto mulher, através sua Locomotiva canceriana, entende, regida por sua Lua taurina de Casa Oito.  que bom!

2002 foi o ano do Quadrado canceriano de Casa Dez; 2005 foi o ano da Oposição libriana de Casa Um; e agora, em 2008, você está usufruindo, Caminhante, do último Quadrado, capricorniano de Casa Quatro!  Portanto, é tempo de você estar bem se fusionando à instituições bem concretizadas e ao seu lugar de raízes também bem concretizado, realmente, que bom para você!

Sempre o passeio de Júpiter, por qualquer uma das Doze Casas astrológicas, é algo interessante e que nos traz expansões, isso é certo.  Porém, a gente tem que ter um olho aberto em relação a Júpiter porque ao encostar em Plutão e em Urano, por exemplo, ele pode expandir a metamorfose e a regeneração plutonianas e os cortes guilhotinais uranianos e seus despertares, em seguimento.  De qualquer forma, eu sempre bendigo a chegada de Júpiter, num signo e numa Casa, sempre ajuda, sempre é uma boa ajuda.

Júpiter adentrará então sua Casa Cinco, ainda em 2008, e depois, já em 2009, adentrará Aquário e se encontrará com seu Mercúrio aquariano e depois adentrará sua Casa Seis e se encontrará com seu Saturno e com seu Marte e com seu Sol aquarianos, e quando estiver já em Peixes, em 2010, se encontrará com seu Quíron... até adentrar o Descendente e então, adentrar o signo de Áries e novamente encontrar-se consigo mesmo, em seu Quarto Retorno de Júpiter, Caminhante, em 2011!

Portanto, existem preparações em sua vida, Caminhante, que são muito importantes em termos de suas raízes pessoais e profissionais, em termos de sua identidade pessoal estando disposta a bem concretizar seus empreendimentos e suas criatividades e sua mente tão evoluída e então, seu trabalho tão intensamente diferenciado porém sempre bem estruturado e finalmente, uma compreensão mais intensa acerca o papel de seu Quíron em sua vida - já estudado por nós neste mês - até finalmente, você estar novamente pronta para enfrentar o grande social, com Júpiter adentrando o hemisfério superior do seu mapa.

O Quarto Retorno de Júpiter é sempre uma imensa preparação - com tapete vermelho e champagne, eu diria - para o Retorno de Quíron, entende?  E também, uma preparação para o tempo pós retorno de Quíron e de introdução aos anos cinqüenta que estarão preparando com tapete vermelho, o Segundo Retorno de Saturno, mais ao final dos anos cinqüenta, retorno esse sendo ratificado pelo seguimento do Quinto Retorno de Júpiter, ao começo dos anos sessenta e ao início do Terceiro Ato de Vida!

Esse será um mapa que lhe encaixará muitíssimo, Caminhante, em suas criações e em seus empreendimentos e em seu trabalho - vemos isso através o signo de Aquário como Ascendente e que faz um miolo entre seu Mercúrio e seu Vulcano natais de Casa Cinco e depois vemos o seguimento de entrada de Casa Seis sua original, com Saturno e Marte e Sol aquarianos - todos ralando e trabalhando em seu Eu Sou desse mapa, a Casa Um, entende, e ainda ajudados por Netuno pisciano e idealizando sua ação de Eu Sou dentro de seu curador ferido e mestre dos mestres, Quíron, que busca por seu Retorno, ainda dentro do seu Eu Sou, auxiliando por Ceres que é sempre tão produtiva e tão alimentadora - todos já olhando para sua ação de ganho pessoal através seu trabalho e através suas asosciações de vida, fazendo isso alquimizando-se você ao seu Outro e ao mesmo tempo, buscando para você e para seu Outro muita singularidade e autonomia, eu diria através a ação enfática ariana que ainda encontramos em Casa Dois desse mapa porém fusionada à sua Casa Sete do mapa original seu.

A Casa Três vem em Áries, signo do Eu Sou mais singular, trazendo Mercúrio e Júpiter e Sol! - esse último regente de parte da Casa Seis, do trabalho, e do Descendente iluminado em Leão acolhendo a Lua leonina poderosamente iluminada no Encontro com seu Outro e regendo a Casa Seis canceriana, do trabalho, aliançando seu trabalho ao trabalho do seu Outro e tudo isso de forma iluminada dentro de sua ação grupal e comunitária, orientada para a entrada de sua Pirâmide, você junto ao seu Outro.  E também novamente aqui veremos como é importante o trabalho do seu Outro que é grudado à você, Caminhante.

O que me chama a atenção nesse mapa descrito até agora, é o fato de que em Casa Três   existem inovações em termos de lugares e de forma de manifestar sua mente iluminada e inovadora, Caminhante - e tudo isso junto ao seu Outro, por estar aliançado, fusionado, à sua Casa Sete de seu mapa astral natal: espere, pois, por inovações, inovações, inovações.

E encontraremos Saturno libriano ao alto desse mapa, em Casa Nove e regendo a Casa Doze antecipada por Plutão capricorniano que rege o Meio do Céu escorpiÔnico.  Tudo isso acaba fazendo uma responsabilidade do seu Eu Sou libriano, Caminhante, em termos daquilo que você está atuando no exterior e dentro de seus estudos avançados e em termos do local onde tudo isso deverá estar funcionando e bem funcionando, entende?

Ao mesmo tempo, por estar você tão fusionada ao seu marido e seu mapa astral natal permitir sempre tantas alterações no trabalho dele, tantas inovações e tantas mudanças de casa, cachorro, papagaio, passarinho, etc e tal e filhos, e etc. eu não duvidaria que ainda acontecessem algumas mudanças, talvez mais definitivas, sim, porém mudanças.

A questão é que esse mapa apresenta você dentro de uma maior autonomia, entende?  E essa autonomia lhe acontecerá em sua mente e em sua movimentação de vida.

No entanto, vemos que o Fundo do Céu nos traz um grau exatamente igual ao seu da Lua taurina original, em sua Casa Oito de seu mapa astral natal.  Esse fusionamento é bem interessante, realmente, pois que lhe traz o bom conforto taurino em suas  raízes acopladas aos seus bens compartilhados.  E veja que o mapa do Retorno aponta uma Lua leonina belíssima iluminando seu Descendente e sua Casa Sete!  Portanto, eu diria que você e seu Outro estarão iluminados em enlace, em cotidiano de vida e em raízes bem materializadas -  e isso poderá lhe acontecer em casamento e em associações profissionais, Caminhante.

Eu devo confessar, porém, que eu não entendo bem esse mapa, quero dizer, não o vejo em seguimento ao mapa seu anterior, entende?  Eu diria que você estará, em termos jupiterianos (e não se esqueça que seu Júpiter ariano natal mora em Casa Sete, lugar de seu Encontro com seu Outro), você estará abrindo inovações em sua vida, entende?

2013/14 serão anos com Júpiter fazendo Quadrado, em Câncer e em Casa Dez.  A Oposição acontecerá em 2016/7, em Libra do seu Eu Sou de Casa Um.  O ultimo Quadrado acontecerá em Capricórnio e Casa Quatro, em 2020.

Em 2023, entra em cena seu Quinto Retorno de Júpiter, você já tendo feito seu Segundo Retorno de Saturno e abrindo seu Terceiro Ato de Vida!

Esse mapa nos apresenta uma circunstância bem interessante: a partir de algumas questões em sua vida que encontram conclusões e de outras questões que se somam em associações suas em relação ao seu trabalho associativo ao seu Outro, Caminhante, você deverá passar por uma espécie de Turning Point, em sua vida!  digo isso em função de sua Casa Doze tão recheada (lugar de conclusões e lugar de Casa Seis do seu Outro, o lugar do trabalho do seu Outro), e certamente, do Urano que vira ao avesso tudo, logo na linha do Ascendente!

Seu Sol ariano aliado ao Netuno pisciano ratifica essa situação de conclusões e de novos começos e certamente você estará iluminadamente iluminando idealmente seu grupo de vida e em associações de vida e dentro de sua Pirâmide, seu lugar iluminado que você já tanto conhece de vivências suas sucessivas passadas e que nessa sua encarnação, você aponta o caminho pra seu Outro.  Esse lugar iluminado é o Leão de Casa Quatro e praticamente no grau de sua Casa Doze de seu mapa astral natal.

Você deverá estar atrelada a uma instituição bem constituída para o desenvolvimento de seu trabalho grupal e comunitário e terá grande atuação cooperativista e visionária de Era de Aquário, sem dúvida alguma!  E creio que você terá a boa chance de estar ganhando dinheiro pluralmente através sua expressão de comunicação e uso de sua mente - enfim, que bom!

Em 2025/6, novo Quadrado canceriano; em  2028/9, Oposição libriana; em 2032, Quadrado último capricorniano. 

Em 2035, você já em seus primeiros anos da década de setenta, Caminhante, estará encontrando-se com seu Sexto Retorno de Júpiter.

Eu diria que será um tempo em sua vida, Caminhante, quando você irá exercitar várias questões acerca conclusões e podemos ver essa questão acontecendo ao longo dos Doze Cenários dessa Mandala Astrológica - isso acontece a partir do fato de que os graus de entrada de cada uma das Doze Casas desse Retorno acontecem bem ao finalzinho dos signos em continuidade!  E mais: o signo que traz o Ascendente é Peixes e  ainda encontraremos Sol em Peixes e em Casa Doze - acompanhado do Ascendente pisciano que acolhe a Lua em Peixes!  Lua Nova, que bom!

Por alguma razão - que veremos senão quando você estiver já bem próxima a aquele tempo, Caminhante -, você deverá re-elaborar sua vida, como um todo, junto ao seu Outro, e estará atuando com grande desejo de bem estabelecer suas raízes plurais de vida de forma a poder exercer suas criações e seus empreendimentos pessoais junto ao seu grupo e também trazer muitíssima luz a tudo aquilo que você estiver fazendo e realizando e trabalhando fusionando sua vida de cotidiano com sua vida de espiritualidade e de ação em seus projetos de trabalho, tudo de forma idealizada e inteiramente renovada dentro desse mesmo ideal de realização.

É uma mapa que lhe traz uma virada ao avesso - já em idade de grande amadurecimento em sua vida, Caminhante.

Em 2046, seu Sétimo Retorno de Júpiter, já bem próximo ao seu Retorno de Urano e antecipando de um tanto, seu Terceiro Retorno de Saturno!

Em 2058, quem viver, verá, você estará encontrando seu Oitavo Retorno de Júpiter, Caminhante. 

Com um abraço estrelado, 
Janine




Em seguimento, encontre os Títulos/Temas constantes em seus 22 Capítulos/Volumes
de Seu Livro de Vida :


SEU LIVRO DE VIDA
Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Obra em 22 Capítulos apresentados em 22 Volumes


Primeiro Tomo
Fundamentando Seu Livro de Vida
Capítulos de 1 a 6

Capítulo 1
O RISCO DO BORDADO
Apresentação da Obra Seu Livro de Vida, em 22 Capítulos
Alguns Conceitos Fundamentais acerca a Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
Sobre o Trabalho dentro da Consultoria Astrológica e sobre as Ferramentas de Trabalho
Exemplo Prático de Escrita de SEU LIVRO DE VIDA, em sua íntegra


Capítulo 2
O CÉU ESTRELADO
Astronomia e Astrologia
suas Semelhanças e suas Diferenças
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Arquétipo, Linguagem, Inconscientes Pessoal e Coletivo,
Conscientes Pessoal e Coletivo, Imagens, Mitos e Símbolos
ESCLARECENDO ALGUMAS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS:
Uma conversa entre Caminhantes Estudiosos de Astronomia e de Astrologia e Janine,
em Zigurate moderno, o Sítio das Estrelas
Textos  vários sobre Cosmologia, Astronomia e Mecânica Celeste

Capítulo 3
A MANDALA ASTROLÓGICA
A representação da Terra - através o momento do evento em suas Latitude e Longitude - acolhendo todo o Risco do Bordado: Casas Astrológicas, Signos, Luminares, Planetas, Planetóides e Pontos
SIMULTANEIDADE E SINCRONICIDADE
Inconscientes Coletivo e Pessoal e Consciente: Arquétipo, Linguagem, Mitos e Símbolos
Os Primórdios da Compreensão sobre o Risco do Bordado acolhendo seu Baile dos Arquétipos

Capítulo 4
CASAS ASTROLÓGICAS, SIGNOS, LUMINARES, PLANETAS, PLANETÓIDES
No Grande Teatro da Vida, Cenários, Textos, Atores e Atrizes

Capítulo 5
ELEMENTOS, QUALIDADES E GÊNEROS
Fogo, Terra, Ar e Água - Começo, Meio e Fim - Yang e Yin

Capítulo 6
OS ASPECTOS
O Grande Baile dos Arquétipos em suas interações mais harmoniosas ou menos harmoniosas


Segundo Tomo
Desenvolvendo Seu Livro de Vida
Capítulos de 7 a 17

Capítulo 7
OS TRÂNSITOS
Redesenhamentos sendo acrescentados ao desenho primordial
de nosso Risco do Bordado e seu Baile de Arquétipos, em nossa vida

Capítulo 8
REVOLUÇÕES SOLARES E LUNARES
Redesenhamentos sendo acrescentados à nossa Vida
Em Ciclos Anuais e Mensais

Capítulo 9
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte I
 As Fases da Lua e as Meditações de Lua Nova e de Lua Cheia
OS OITO TIPOS DE PERSONALIDADE
Luas da Alma, Ninhadas da Alma, Intenções da Alma
A PARTE DA FORTUNA, O PONTO DE ILUMINAÇÃO E A PARTE DO ESPÍRITO
 Os Eclipses Solares e Lunares

Capítulo 10
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte II
O TREM DA VIDA
O DRAGÃO DOS CÉUS, CABEÇA E CAUDA - OS NÓDULOS LUNARES
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 11
As Interações entre Terra/Homem e Lua e Sol - Parte III
O TREM DA VIDA
DRAGÃO DOS CÉUS -  NÓDULOS LUNARES
E SEUS CICLOS
Quem somos, de onde viemos e para onde vamos
Os Conceitos Fundamentais sobre a Astrologia da Alma

Capítulo 12
URANO E SEUS CICLOS
O Despertador da Consciência mais Ampliada que redesenha nossa vida a partir de cortes guilhotinais e inesperados.  A Revelação do Desejo de Encarnação, da Alma.

Capítulo 13
SATURNO E SEUS CICLOS
O Senhor do Tempo, do Umbral e do Karma

Capítulo 14
QUÍRON E SEUS CICLOS
O Curador Ferido e Mestre dos mestres

Capítulo 15
JÚPITER E SEUS CICLOS
O Dharma, o Deus dos Deuses e dos Homens, Benfeitor e Justiceiro

Capítulo 16
NETUNO E PLUTÃO E SEUS CICLOS
A Transcendência
 e a Metamorfose e Regeneração

Capítulo 17
A PROGRESSÃO
A eterna mutação acontecendo no Risco do Bordado,
trazendo os redesenhamentos em nosso Grande Teatro da Vida


Terceiro Tomo
Concluindo Seu Livro de Vida
Capítulos de 18 a 21

Capítulo 18
SINASTRIA E MAPA COMPOSTO
Compreensão mais Aprofundada acerca os Inter-Relacionamentos entre os Seres

Capítulo 19
ESTRELAS E CONSTELAÇÕES (FIXAS)  PROTETORAS
A Interação entre Astronomia e Astrologia
 através a Efetiva Vivência dos Mitos e Símbolos apreendidos através as luzes do céu noturno,
ao longo dos 360 graus da Mandala Astrológica

Capítulo 20
SÍMBOLOS SABIANOS
360 graus da Mandala Astrológica traduzidos em Verdades Universais

Capítulo 21
ARQUEOLOGIA DA ALMA
O Processo de Auto-Cura e de Aprofundamento do Auto-Conhecimento
 através a Expansão da Mente


Epílogo
Capítulo 22
A ESTRELA DE BELÉM
Minha contribuição pessoal para este Tema tão polêmico
Viajantes das Estrelas - fusão entre espiritualidade, astronomia e astrologia
Descrição Detalhada dos 22 Capítulos/Temas/Volumes constantes em Seu Livro de Vida



Quem Escreve SEU LIVRO DE VIDA:


Janine Milward nasceu em Nova Friburgo, RJ, num vale rodeado por belas e altas montanhas, no inverno do hemisfério sul, em 1950.

Já no Rio de Janeiro, enveredou através a Psicologia (infelizmente não concluída) e fundamentalmente, através a Psicanálise como trampolim para melhor entender a psiquê dos homens... quando conheceu mais de perto a Astrologia, estudando autodidatamente e tornando-se então, conselheira astrológica e professora dessa ciência.

Nesse meio tempo, também enveredou pela espiritualidade do Tao primordial, através a espiritualidade e os ensinamentos de Lao Tsé, o Mestre, transcrevendo as aulas gravadas por Wu Jyh Cherng.

Mais tarde, já em Petrópolis e depois, em Sapucaia, passou a intensificar seus estudos de astronomia, mecânica celeste e cosmologia bem como do Tao Primordial, escrevendo sobre o I Ching, o Livro das Mutações, e o Tao Te Ching, o Livro do Caminho e da Virtude.

Em 1998, Janine construiu suas raízes no Sitio das Estrelas. Nesse lugar, encontrou-se com o Tantra primordial através a espiritualidade e os ensinamentos de Srii Srii Anandamurti, O Mestre.

O Sítio das Estrelas é um Ashram, com Janine como Guardiã, e onde mora e trabalha e abre a porteira para receber os Caminhantes que desejam usufruir dos Retiros Espirituais e Encontros sobre os Temas acima mencionados e dos Trabalhos e Vivências em Espiritualidade e Prática na Meditação e em Imersão no Auto-Conhecimento.

Namaskar! Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!


Saiba mais sobre os Trabalhos de Janine Milward 
acessando sua Página Principal:

http://paginadajanine.blogspot.com.br/




Com um abraço estrelado,
Janine Milward
Seu Livro de Vida
Compêndio sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento,
Em 22 Capítulos/Volumes
© 2008 Janine Milward


Namaskar!
Eu saúdo você com minha mente e com meu coração!